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Vereadores de Guaratuba reafirmam cobranças à Secretaria de Segurança

cmg02062014-mesaOs vereadores de Guaratuba decidiram, na segunda-feira (6) reiterar ao secretário de Segurança Pública, Leon Grupenmacher, a cobrança de medidas para combater a criminalidade.

A segurança foi o principal assunto da sessão deste dia. O reforço na estrutura das polícias foi tratado pelos dois vereadores que ocuparam a Tribuna, Maurício Lense e Sérgio Braga. Os demais vereadores reforçaram as reclamações em apartes e durante a Palavra Livre.

Os vereadores cobram a vinda do subcomandante geral da Polícia Militar, coronel Péricles de Matos, para discutir com a população medidas a serem tomadas. Na sexta-feira (6), o comandante da Polícia Militar no Litoral (9º Batalhão, com sede em Paranaguá), major Nivaldo Marcelos da Silva, veio a Guaratuba para uma reunião na Câmara.

No último dia 22, uma comitiva de vereadores foi à Secretaria de Segurança, em Curitiba, para relatar os casos mais recentes de roubos e assaltos que vem ocorrendo na cidade. Eles foram recebidos pelo chefe de Gabinete do secretário, Walter Gonçalves, que prometeu a vinda do subcomandante da PM. Gonçalves também prometeu aumento do efetivo da Polícia Civil e realização de operações da Polícia Militar.

Estudantes – A sessão foi acompanhada por alunos do curso de Gestão Imobiliária da UFPR Litoral. Os estudantes, sob coordenação do professor Paulo Angelim, que foi convidado para compor a Mesa, fazem um trabalho de campo na região. Na semana retrasada eles acompanharam sessão da Câmara de Vereadores de Matinhos.

Votações – Na Ordem do Dia, os vereadores aprovaram em primeira votação a concessão do título de cidadão honorário ao músico e empresário Valdomiro Ruiz, “Miro da Viola”. Também foram aprovados dois pareceres da Comissão de Justiça e Redação (CJR). O Projeto de Lei nº 562, do vereador Artur Santos, que trata das normas de intermediação de negócios imobiliários teve parecer de inconstitucionalidade e, portanto, não será votado. Apenas dois vereadores votaram contra o parecer: o autor e o vice-presidente Itamar Junior. O outro projeto, PL 556, também de Artur Santos, trata da nomeação de diretores de escolas e centros de educação infantil eleitos. A CJR considerou legal e constitucional. Cinco vereadores votaram contra: Sergio Braga, Ana Maria Correia, Laudi Carlos de Santi, Fabio Chaves e Raul Chaves. Com sete votos a favor, o projeto poderá ser votado.

O Projeto de Lei nº 567, que trata de alterações no Plano de Cargos e Salários da Câmara, a pedido do Tribunal de Contas do Estado, foi retirado para vistas ao vereador Sergio Braga, que o devolveu a tempo de ser votado na sessão extraordinária realizada na manhã de quarta-feira (4).

Trânsito – Outro tema da sessão foram as declarações do secretário municipal de Obras, Viação e Serviços, Roberto Hishida, em reunião realizada com os vereadores na tarde de segunda-feira. De acordo com Raul Chaves, Hishida afirmou que a sinalização de trânsito do município é de responsabilidade do Detran. O secretário também teria afirmado que muitos acidentes de trânsito acontecem por culpa de motoristas “chapados”. Raul Chaves e Mordecai Oliveira criticaram a afirmação. Oliveira também salientou que a sinalização de trânsito e planejamento viário, com exceção da rodovia estadual, é sim, de responsabilidade do município. A discussão surgiu após o plenário aprovar, por unanimidade, pedido do vereador Almir Troyner para que a rua Clevelândia seja transformada em via preferencial.

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