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Exposição sobre a catástrofe na baía também fica aberta aos sábados

A exposição “Arqueologia: vestígios da catástrofe de 1968, Baía de Guaratuba”, está recebendo grupos de visitação mediada, de segunda a sábado, até o dia 30 de setembro.

Na quarta-feira (15) quem conferiu de perto o material arqueológico que conta um pouco da história guaratubana, desde os primeiros habitantes até a segunda metade do séc. XX e, mais especificamente no ano de 1968, com o episódio do afundamento de parte do centro, a Rua da Praia, às margens da baía, foi a equipe pedagógica do CMEI Josefa Lopes dos Santos (Coroados) e do CMEI Pingo de Gente (Cohapar). Já nesta quinta-feira foram as turmas da Escola Municipal Moisés Lupion.

Os mediadores das visitações foram o acadêmico de História da Faculdade Uninter, Jonas, as Amiguinhas do Turismo Isadora e Eduarda, e a servidora Paola Saporski. O servidor e pesquisador da História de Guaratuba, Mário Natalino, também compartilhou seu conhecimento sobre o desastre.

O acervo de peças é do professor pesquisador da UFPR Litoral, doutorando na área de Arqueozoologia, Marcos de Vasconcellos Gernet.

A exposição faz parte das celebrações dos 250 anos de Guaratuba. A Secretaria da Cultura e do Turismo é a promotora do evento, com apoio do Instituto Guaju e das secretarias do Meio Ambiente e da Educação.

Até o dia 30 de setembro (exceto domingos)
Local: Casa da Cultura, em frente à Praça dos Namorados.
Horário: Segunda a sexta-feira – 8h às 11h30 / 13h30 às 17h. Sábado: 14h às 19h.
Entrada gratuita

Fonte e fotos: Prefeitura de Guaratuba

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