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Câmara de Guaratuba divulga nota sobre IPTU

O presidente da Câmara de Guaratuba, vereador Oliveira, divulgou nota, nesta segunda-feira (9) sobre o IPTU.

No texto, reforça que a lei da Planta Genérica de Valores aprovada pelos vereadores tem instrumentos para aplicar justiça fiscal e corrigir distorções históricas.

De acordo com as reclamações que chegaram ao conhecimento dos vereadores, os erros verificados na aplicação da lei foram na avaliação dos imóveis, principalmente terrenos, e no lançamento destes valores no sistema do IPTU.

Leia a íntegra do texto, publicado no site oficial da Câmara, no início da tarde:

Nota de esclarecimento da Câmara sobre IPTU

A Câmara Municipal de Guaratuba, através de seu presidente, vem a público informar que está acompanhando as reclamações de contribuintes sobre os valores do IPTU e as medidas que devem ser tomadas para a justa aplicação da nova Planta Genérica de Valores – Lei Complementar 008/2016.

As distorções constatadas até o momento acontecem, principalmente, no valor venal dos terrenos. Erros que podem ter sido causados pelas avaliações que foram feitas por imobiliárias conceituadas de nossa cidade – conforme consta no projeto de lei –, ou pela alimentação dos dados sobre os imóveis no sistema.

A nova Planta Genérica de Valores aprovada pela Câmara permite aplicar Justiça Fiscal. Permite corrigir falhas na lei anterior que faziam com que mansões à beira mar e às margens da baía de Guaratuba pagassem menos imposto do que uma casa de classe média de um bairro. Também possibilita corrigir irregularidades do passado, quando alguns imóveis tinham o imposto reduzido ou eram isentados sem nenhuma justificativa.

A pedido dos vereadores, o Executivo também reduziu o índice que calcula o valor da construção pela metade. Ainda diminuímos a alíquota, que era de 1%, para 0,7% e 0,5%.

No entanto, na aplicação da lei continuaram a acontecer distorções.

Já constatamos casos de terrenos equivalentes da mesma quadra, da mesma rua, com valores venais muito diferentes. Também vimos casos de terrenos em bairros afastados com valores venais muito acima do valor de um terreno central.

Por outro lado, verificamos uma avaliação para baixo em um edifício a beira mar que foi muito citado na discussão da lei. Era um exemplo de imóvel de alto padrão que pagava um IPTU irrisório. Pois continua irrisório: está avaliado em menos de R$ 90 mil, o que demonstra que houve erro na alimentação do sistema.

Os vereadores continuam buscando esclarecimentos e ainda aguardam a vinda de técnicos que elaboraram o projeto para explicarem e corrigirem os erros na sua implantação.

A Câmara ressalta que é importante que os contribuintes prejudicados devem solicitar a revisão dos valores na Prefeitura para assegurarem seus direitos.

Mordecai Magalhães de Oliveira
Presidente

residente

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