Correio do Litoral
Notícias do Litoral do Paraná

Carta 251. Do fundo de Planalto ao topo da Anhangava

Depois de alguns meses em Curitiba, voltei ao litoral ontem. Ali tem chovido, o que é surpreendente para quem vem do planalto com a sua estiagem prolongada. Na minha varanda em Tagaçaba, município de Guaraqueçaba, medi a temperatura máxima de 23 °C ontem (12:30h) e uma temperatura mínima de 11,5 ° hoje (7:00h).Segue no anexo Carta 251, que relata as minhas subidas e descidas da última semana.Tagaçaba, Guaraqueçaba, 1º de maio.

Carta 247. Encontros do verão

Há 12 dias, a tragédia do tsunami no Japão, que causou a morte de 19 mil pessoas, fez o seu décimo aniversário. Exatamente naquela data, 11/03/2011, também o litoral do Paraná foi atingido por uma calamidade: ocorriam grandes deslizamentos e escorregamentos de solo e rocha, nas encostas dos morros da região toda.

Carta 242. Entre Itaqui e Ipanema do Norte

A estrada que conduz ao povoado de Itaqui tem 13 km de comprimento. Trata-se de uma via lateral da PR-405 e ela começa no km 28,9 daquela rodovia, logo após a ponte sobre o rio Trancado.

Carta 216. A beleza da madrugada

Aproximadamente uma vez por mês, em Curitiba, pego às 7h da manhã o ônibus para o município de Guaraqueçaba, onde resido. Esta linha opera somente nas segundas, quartas e sextas-feiras. Para chegar em tempo ao ponto de partida, a Rodoferroviária de Curitiba, tomo uma ampla margem de segurança: chego às 5h10 em um ponto de ônibus do bairro Tarumã, para ali embarcar na primeira viagem da linha Interbairros II, que passa o ponto entre 5h15 e 5h20.

Meia-lua em Guaraqueçaba

Em 16 anos de residência permanente no litoral norte do Paraná (2003-2019), esta foi a minha segunda observação da mariposa Rhescyntis pseudomartii Lemaire, 1980, popularmente conhecido como “meia-lua” (Buzzi 2009).

Carta 210. Flores e frutos pelas estações, no leste do Paraná

Através das minhas circulares, vocês devem ter percebido que nos últimos anos me esforçei especialmente para conhecer as plantas vasculares do leste do Paraná. “Por fim”, pois todos os organismos aos quais me dediquei antes - cogumelos, aves, borboletas etc., - dependem totalmente das plantas verdes para viver. Para encontrar as plantas, caminhei pelas ruas, jardins e parques urbanos, e percorri estradas e caminhos rurais, sempre prestando muita atenção às margens da floresta. Trabalhei em duas áreas geográficas distintas: a parte do Litoral entre o nível do mar e 200 m de altitude, e as partes do Primeiro e Segundo planalto entre 870 m e 1200 m. Não caminhei na Serra do Mar, onde poderia ter examinado altitudes intermediaras (entre 200 e 870 m) e superiores (acima de 1200 m), mas isto ainda pretendo fazer. Nos últimos doze meses deste levantamento (período de 24/03/2018 a 19/03/2019) tenho dividido o meu trabalho de campo de forma igualitária sobre o litoral e o planalto, alternando períodos de quinze dias em cada região. Assim, os dados obtidos em ambas as áreas, pelas quatro estações, são perfeitamente comparáveis, também pelo fato que o meu esforço em campo foi constante ao longo do ano. Leia a íntegra da Carta 210 anexa.

Rescaldo da enchente em Tagaçaba

Carta 208. Calamidades naturais Imagino que, ao repensar nossa existência ao fim da vida, lembraremos mais intensamente os eventos que causaram emoções muito fortes.

Carta 207. Sobre muçum e início da florada

Na última circular (Carta 206) mencionei que encontrei um total de 132 espécies de vertebrados como vítima de atropelamentos pelo tráfego, no litoral norte do Paraná. Neste total, não há peixes, já que os peixes não atravessam estradas. Pelo menos, é isso que eu pensava...