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Cartão postal

O primeiro cartão-postal foi emitido no século XIX e existem versões diferentes sobre a sua invenção: Poderia ter sido o cidadão norte-americano H. L. Lipman, que, junto com J. P. Charlton, patenteou em 18 de dezembro de 1862, o chamado “Lipman's Postal Card”. Entretanto não são conhecidos exemplares deste cartão de antes do início da década seguinte. Outra versão diz que o diretor dos Correios da Confederação da Alemanha do Norte, Heinrich Von Stephan, pode ter lançado a ideia e a sugestão na Conferência Postal Germano-austríaca, em 1865. Por fim, Emmanuel Hermann, professor de Economia Política, da Academia Militar Wiener Neustadt, no Império Austro-húngaro que, em carta publicada no Die Neue Freie Presse, de 29 de janeiro de 1869, propôs a adoção do cartão postal salientando a conveniência do uso de cartas mais simples que aliassem o baixo custo à simplicidade, o que poderia ser obtido com a supressão do envelope. De Marly, Diretor da Administração dos Correios da Áustria, aceitou a idéia e oito meses depois, em 1º de outubro de 1869, foi lançado para venda o primeiro cartão-postal do mundo - Correspondenz Karte, escrito em cor negra sobre cartão creme, levando impresso um selo de 2 Neukreuzer. O Brasil instituiu o cartão-postal pelo Decreto nº 7695, de 28 de abril de 1880, proposto pelo Ministro da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, conselheiro Manuel Buarque de Macedo. E desde então, é normal algum ponto turístico, levar o apelido de cartão postal. Como aquele ditado que diz, “A primeira impressão é a que fica” dessa forma, a beleza e o encanto impresso no cartão, deixará a todos a primeira impressão. Na cidade de Guaratuba o cartão postal mais conhecido é o do Morro do Cristo, pois se trata de um dos pontos turísticos mais visitados. Como tudo que vale a pena, tem seu sacrifício, o Morro do Cristo não é diferente, após vencer os obstáculos de 199 degraus e alcançar 38 metros de altura, somos presenteados com a linda imagem do nosso litoral. Aos devotos fica a homenagem ao Cristo nosso senhor no ponto mais alto da cidade, envolvido pela beleza e o encanto da natureza. Nas inúmeras vezes, que subi o morro, sentado no gramado e encantado com a beleza, me coloquei a sonhar, como seria bela a baía de Guaratuba com uma ponte. Durante o dia, poderíamos ver o progresso e a tranquilidade na travessia. Durante a noite, poderíamos contemplar uma ponte iluminada. Tenho a certeza, que seria, sem sombra de dúvidas, o mais lindo cartão postal do Brasil, pois além de mostrar a bela praia de Guaratuba e a cidade em sua esquerda, no meio teríamos a ponte e baía de Guaratuba, e no seu lado direito, a cidade de Matinhos com suas belezas. Faço o convite ao eleitor, subir no morro do Cristo e sonhar com essa imagem, caso queira, me escreva contando a experiência. ASSINATURAS DO ABAIXO ASSINADO TRADICIONAL 1.920 https://secure.avaaz.org/po/petition/PONTE_DE_GUARATUBA_JA/?wHovUdb 1.186 Petição Pública 44 TOTAL 3.150 ALEX FATEL Twitter: @alexfatel alexfatel@hotmail.com (41) 9128-9351 GRUPO NO FACEBOOK: PONTE TRAVESSIA DE GUARATUBA. PÁGINA NO FACEBOOK: https://www.facebook.com/PonteTravessiadeGuaratuba www.pontedeguaratubaja.com.br

Acidente com morte no Nereidas

Caso não tenham sido comunicados, aconteceu um acidente fatal por volta das 23h de sábado (31)5 na avenida Visconde de Rio Branco (na altura do bairro Nereidas, em Guaratuba), envolvendo uma Chevrolet Captiva, de Blumenau, que em ultrapassagem em local proibido bateu de frente com o Fiat Uno, de Guaratuba, o que ocasionou a morte instantânea do condutor do Uno. Carlos Embriaguez ao volante – O Jornal de Guaratuba informa pelo Facebook que o motorista do Uno que morreu se tratava de Sergio Luis Czarny, de 50 anos. O motorista do Captiva era Francisco dos Santos Tavares, de 60, que “segundo informações da Polícia Militar estava alcoolizado (teste do bafômetro 0,81) e foi preso em flagrante por embriaguez ao volante e homicídio.

Abaixo-assinado da Ponte

Não é difícil encontrar história e até mesmo poema que inclui a palavra ponte como tema principal. Afinal a ponte é sinônimo de progresso e agilidade, conforto e tranquilidade. Tamanho é sua importância, que quando inaugurada, traz políticos importantes, como presidente e governador. Mas ficamos a perguntar, o que falta para os políticos do Paraná perceberem a importância da Ponte Travessia de Guaratuba, para a nossa cidade e para todo o nosso litoral. Em 2013 iniciamos nossa luta, seguimos por 2014 e continuaremos em 2015. A cada dia buscaremos mais apoiadores dessa obra, pessoas que vem compartilhar e fazer parte dessa luta. E como parte dessa luta, começamos o preparativo para a entrega do abaixo-assinado, finalizando uma etapa e nos preparando para novos objetivos. O convite está aberto a todos. Guaratuba, 25 de janeiro de 2015. ASSINATURAS DO ABAIXO ASSINADO TRADICIONAL 1.920 https://secure.avaaz.org/po/petition/PONTE_DE_GUARATUBA_JA/?wHovUdb 1.186 Petição Pública 44 TOTAL 3.150 ALEX FATEL Twitter: @alexfatel alexfatel@hotmail.com (41) 9128-9351 GRUPO NO FACEBOOK: PONTE TRAVESSIA DE GUARATUBA. PÁGINA NO FACEBOOK: https://www.facebook.com/PonteTravessiadeGuaratuba www.pontedeguaratubaja.com.br

Sem guarda-vidas na Praia do Cristo

Leitora confirma denúncias de que parte dos “99 postos de guarda-vidas” anunciados pelo Governo do Paraná não existe ou não tem bombeiro – situação já foi verificada no balneário Nereidas, em Guaratuba.

Gastos públicos

Assunto corriqueiro tem sido o descontrole dos gastos da administração pública, notadamente, nos municípios brasileiros. Isso sem levar em conta as inúmeras denúncias sobre corrupção, desperdício e má gestão de recursos, tema de programa semanal no horário nobre de uma das principais televisões do País. As manifestações em 2013 e os atuais episódios envolvendo grandes empresas estatais refletem a péssima governança que virou regra na administração pública brasileira. Há que se encontrar alternativas para mudar essa situação. Uma das soluções passa pelo ‘resgate’ e ‘revitalização’ dos Tribunais de Contas, instituições criadas para analisar as despesas públicas. Apesar da denominação, não fazem parte do Poder Judiciário e tem como atribuição apurar irregularidades nas contas públicas, exercendo controle, monitoramento e fiscalização. Entretanto, são desconhecidos pela maioria da população, que sofre as consequências da má atuação dos tribunais em áreas como saúde, educação, transporte público, concessões de rodovias, serviços de abastecimento de água, coleta de esgoto, concursos públicos, aposentadorias e outras mais. Temas que, sistematicamente, estão na pauta dos Tribunais de Contas. São 34 Tribunais: 26 estaduais (TCEs); um para o Distrito Federal; um federal, o Tribunal de Contas da União – TCU; um para o município de São Paulo; outro para o município do Rio de Janeiro e; quatro com jurisdição especial (TCMs) para o conjunto de municípios da Bahia, Goiás, Pará e Ceará. Custam cerca de R$ 8 bilhões por ano e com 238 magistrados, - conselheiros nos estados e municípios e ministros na União – controlam cerca de R$ 1,8 trilhão que corresponde ao custo estimado do Estado brasileiro. Cada magistrado fiscaliza em média mais de R$ 7,5 bilhões. Porém, a regra constitucional para o preenchimento das vagas nos tribunais não é respeitada e atende interesses do poder legislativo, principalmente nos estados. A vaga de juiz, com frequência serve como moeda de troca nos complicados processos de divisão do poder partidário. Muitos dos indicados sequer possuem formação adequada para o exercício da função. Assim, o resultado não poderia ser outro: casos de condutas incompatíveis em que vários conselheiros respondem no Poder Judiciário como réus por crimes e improbidades em geral. Mais grave é o vínculo existente entre os membros nomeados e as forças políticas que os nomearam. A falta de independência dos colegiados nos Tribunais de Contas compromete a boa governança nos estados brasileiros. Esse desencontro faz com que se pense em extingui-los, pois a inoperância acaba se transformando em sensação de indiferença ou percepção de inutilidade da instituição. Ao contrário, são extremamente necessários e podem mudar o quadro de descontrole, corrupção e mazelas vivido na administração pública. O imperativo é cobrar do Congresso Nacional uma reforma ou ajuste na desgastada estrutura dos Tribunais de Contas. Começando por fazer valer os mecanismos vigentes para escolha dos conselheiros e ministros, em conformidade com as regras estabelecidas, que não são respeitadas. A instituição deveria ser o ponto de partida para mudar a dispendiosa e ineficiente máquina pública brasileira. Mas, para isso torna-se imprescindível dotá-la de estruturas comprometidas com as verdadeiras causas da população. Por que não, incorporando as controladorias municipais de contas – existentes nas prefeituras por força de lei – na estrutura funcional dos tribunais estabelecendo assim uma ‘auditoria independente e permanente’ nos municípios brasileiros. E, complementarmente, priorizar o julgamento dos processos judiciais por improbidade administrativa como alternativa para se dar fim a impunidade. Itapoá (verão), 13 de janeiro de 2015.

Ponte em Guaratuba

Sou pastor presidente do Ministério da Igreja Cristã Resgate. Por seis anos residi nesta abençoada cidade de Guaratuba, hoje resido em Nova Prata do Iguaçu, e constantemente ainda vou a Guaratuba, pois além de termos feito muitos amigos e irmãos temos a igreja no bairro Piçarras. Amamos tanto Guaratuba que oramos todos os dias para que cada dia mais o progresso chegue e a construção da ponte vai alavancar o desenvolvimento de toda a região, abraços a todos e obrigado ao Correio do Litoral por nos manter informado dos acontecimentos de nossa querida Guaratuba. Luiz Carlos Dall Agnol, Nova Prata do Iguaçu (PR)

As esperanças se renovam

Este ano que está acabando pode ter trazido para cada um de nós muitas conquistas e realizações, porém, tenho convicção que muitas decepções fizeram parte de nosso dia a dia.

Lixo em Santa Terezinha

Não se aguenta mais o cheiro do lixo acumulado em Santa Terezinha (Pontal do Paraná). Pelo jeito a Operação Verão se atrasou em assumir o serviço, e a Prefeitura se antecipou em abandoná-lo. Por que não acontece o contrário: a Operação Verão se antecipa e a Prefeitura atrasa o abandono dos serviços? Fora isto, a educação dos moradores deixa a desejar, pois acumula o lixo na calçada das esquinas. Sujeito a chuvas e cães… João Donha