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Saúde

Guaratuba intensifica vacinação contra febre amarela na área rural

Até fevereiro de 2018, o litoral do Paraná era visto pela Sociedade Brasileira de Imunização (SBIM) como área sem recomendação de vacina. Até o momento não há casos registrados de febre amarela no Litoral do Paraná, no entanto, em março a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa), solicitou a intensificação da vacinação contra a febre amarela em municípios que fazem divisa com o estado de São Paulo, na região do Vale do Ribeira, e nas cidades do Litoral do Paraná.

Boletim da dengue confirma 29 casos em Paranaguá e 1 em Guaratuba

O último boletim da dengue, divulgado nesta terça-feira (6) aponta 30 casos confirmados de dengue no Litoral do Paraná: 29 em Paranaguá e 1 em Guaratuba.Os dados da Secretaria de Estado da Saúde se referem às ocorrências verificadas desde 1º de agosto.De acordo com o boletim, todos os casos confirmados são autóctones, ou seja, foram contraídos dentro do município. Em cinco dos sete municípios da região não houve confirmações entre as 14 suspeitas notificadas.A prevenção contra os focos de proliferação do mosquito transmissor da dengue já criam um quadro menos alarmante que no verão passado, quando Paranaguá teve o maior número de casos e de morte em todo o Paraná.No entanto, as autoridades sanitárias alertam para as condições climáticas favoráveis na região litorânea e para a importância de redobrar os cuidados para evitar criadouros de Aedes aegypti. De acordo com a Secretaria de Saúde, 38% dos focos do mosquito no Paraná foram encontrados em lixos. O dado foi levantado em 59 municípios do Estado entre os meses de outubro e novembro de 2016.O levantamento também mostrou que 29% dos criadouros são em depósitos móveis, como vasos e frascos com água, garrafas retornáveis, recipientes de descongelamento na parte de trás das geladeiras, bebedouros, fontes e materiais estocados em depósitos de construção, como canos e sanitários. Em terceiro lugar estão os depósitos de água localizados ao nível do solo, como toneis, tambores, caixas d’água, depósitos de barro, cisternas e captação de água em poços – 15% dos criadouros localizados no Estado estavam nesses tipos de objetos. Além desses, foi constada a presença de larvas do mosquito em calhas, ralos, piscinas não tratadas, cacos de vidro em muros, lajes e toldos desnivelados, pneu, entre outros. Algumas flores, como bromélias, e buracos em rocha e árvores também devem ser verificados constantemente.Não houve nenhum caso de zika e chikungunya no Litoral.