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	<description>Notícias do Litoral do Paraná</description>
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		<title>Produtos do Litoral são destaque em missão na Ásia</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/produtos-do-litoral-sao-destaque-em-missao-na-asia/62192</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Mar 2023 13:54:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[Antonina]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2560" height="1707" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-scaled.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-scaled.jpg 2560w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-300x200.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-750x500.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-180x120.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-768x512.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-1536x1024.jpg 1536w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></div>
<p>Um kit com bala de banana e cachaça de Antonina, cerâmica de Morretes e um stick de chá mate de São João do Triunfo foi o cartão de visitas do Paraná na comitiva ao Japão e Coreia do Sul.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="2560" height="1707" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-scaled.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-scaled.jpg 2560w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-300x200.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-750x500.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-180x120.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-768x512.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-1536x1024.jpg 1536w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2023/03/mg_4685031423_0-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></div>
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<p></p>



<p>Um kit com bala de banana e cachaça de Antonina, cerâmica de Morretes – do Litoral – e um stick de chá mate de São João do Triunfo – da região Sudeste – foi o cartão de visitas do Paraná na comitiva ao Japão e Coreia do Sul em busca novos investimentos.</p>



<p>Os produtos tradicionais escolhidos para representar o Estado integram o programa Vocações Regionais Sustentáveis (VRS) da Invest Paraná, a agência de captação de negócios do Governo, vinculada à Secretaria Estadual de Indústria, Comércio e Serviços (Seic).&nbsp;</p>



<p>Os produtos tradicionais paranaenses foram entregues às autoridades e empresários japoneses e sul-coreanos pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, que comandou a missão para negociar a abertura de mercado dos dois países às proteínas suína e bovina do Estado e buscar investimentos.</p>



<p>“Levamos produtos típicos para representar o Paraná fora do País. Eles dizem muito da qualidade e das tradições do Estado”, afirmou o governador.&nbsp;</p>



<p>Mesma opinião do secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Ricardo Barros, que também participou da missão comercial ao Japão e Coreia do Sul. “Esses produtos são a cara do Paraná. E com o programa Vocações Regionais Sustentáveis, estão ganhando valor comercial a partir de uma marca conjunta desenvolvida em cada região para que os pequenos produtores ganhem tração para levar seus produtos não apenas ao mercado nacional, mas até para exportação”, enfatizou.</p>



<p>Voltado para pequenos produtores, o VRS valoriza as vocações econômicas de cada região, inserindo valor comercial à produção, sem deixar de lado processos tradicionais e até históricos de como os produtos como são feitos. Entre as ações, está a criação de marcas regionais para conquistar mercado, ressaltando questões como regionalidade e sustentabilidade, o que agrega mais valor à produção.</p>



<p>Atualmente, o programa atua em quatro regiões: no Litoral, com produtos de banana, palmito pupunha, açaí juçara, frutas sazonais e turismo; na região Centro-Sul, com erva mate e pinhão; e no entorno da futura Represa do Miringuava, em São José dos Pinhais, na grande Curitiba, na produção agrícola local. O VRS também está em fase de implantação no Vale do Ribeira, área que é grande produtora de tangerina e com grande potencial turístico.</p>



<p>“Todas as autoridades presenteadas pelo governador no Japão e Coreia do Sul receberam com muito carinho os produtos do VRS no kit. Além de homenagear quem nos recebe, os produtos levam a marca do Paraná, principalmente dos pequenos empreendedores, que geralmente não têm oportunidade de levar seus produtos para fora do Brasil”, afirmou o diretor de Relações Internacionais e Institucionais da Invest Paraná, Giancarlo Rocco.</p>



<p><strong>VALORIZAÇÃO REGIONAL</strong> – A escolha por produtos tradicionais como lembranças protocolares é uma determinação do governador Ratinho Junior para incentivar a produção local. Além de ser levado nas missões internacionais, o kit também é entregue em visitas oficiais do governador e representantes do Estado a embaixadas, consulados, câmaras de comércio e empresas.</p>



<p>“A nossa produção local ganha muita credibilidade quando os produtos são entregues nesses eventos oficiais. Ainda mais quando é o próprio governador quem entrega, como no caso da missão ao Japão e Coreia do Sul”, afirmou o gerente de Desenvolvimento Econômico da Invest Paraná, Bruno Banzato. “O VRS trabalha a produção regional e o turismo dentro de marcas regionais, que além da parte comercial também reforçam o pertencimento desses pequenos produtores, agricultores e artesãos à região em que trabalham e vivem”.&nbsp;</p>



<p>A diretora-executiva da Instância de Governança Regional/Agência de Desenvolvimento Cultural e do Turismo Sustentável do Litoral (IGR/Adetur Litoral), Patrícia Assis, destaca que o VRS maximiza a produção local com sustentabilidade. A entidade sem fins lucrativos, que representa o trade turístico da região, incentiva os produtores dos municípios a se cadastrar no programa da Invest Paraná.&nbsp;</p>



<p>“O VRS tem sido muito importante para o desenvolvimento do Litoral com sustentabilidade. Isso porque gera renda aos pequenos produtores, o que evita que a população local faça o extrativismo predatório, como no caso da retirada ilegal de palmito da mata”, afirmou. “O programa reforça a consciência de que de pé a floresta, a Mata Atlântica, é muito mais produtiva”.</p>



<p><strong>PRODUÇÃO E TURISMO </strong>– O empreendedor Hamilton Cerqueira Lima, proprietário da Cachaçaria Estação Antonina, que teve garrafinhas de 50 ml de aguardentes aromatizadas incluídas nos kits entregues no Japão e Coreia, atesta essa união de valorização comercial e sustentabilidade. Nos dois anos em que a empresa participa do Vocações Regionais Sustentáveis, o faturamento subiu 30%. </p>



<p>A meta em 2023 é atingir a produção de 50 mil garrafas dos quatro tamanhos que comercializa. Um reforço de caixa não só da cachaçaria, mas de toda a cadeia de fornecedores, com a aquisição da cachaça de alambiques locais, bem como dos insumos com os quais as bebidas são aromatizadas, como banana, limão, mel e café.</p>



<p>“Além de trazer visibilidade para minha produção, com a participação de feiras, o VRS fez com que minha empresa evoluísse em vários processos: atualização de rótulos, questão de documentação e até de um plano de exportação para julho do ano que vem”, afirmou.</p>



<p>As bebidas da Cachaçaria Estação Antonina também se enquadram no projeto do VRS de associar produção local com turismo. A aguardente é vendida como lembrança turística do Paraná, não só na sede da empresa em Antonina, mas também em pontos como as lojas de souvenires do Jardim Botânico, da Ópera de Arame e do Restaurante Madalosso, em Curitiba.&nbsp;</p>



<p>Diretora executiva da indústria Soter, que há 42 anos fabrica a tradicional Bala de Banana de Antonina, Rafaela Takasaki Corrêa destaca a capacidade do VRS de proporcionar no futuro desenvolvimento às áreas em que atua. A empresária afirma que o programa da Invest Paraná tem incentivado os pequenos produtores a se profissionalizar para entrar no mercado.&nbsp;</p>



<p>“O Vocações Regionais Sustentáveis está dando visibilidade aos pequenos empreendedores do Litoral, o que é essencial para se conquistar mercado. Sem essa parceria com a Invest Paraná, dificilmente esses produtores conseguiriam evoluir”, afirmou Rafaela, produz em média 16 toneladas de balas por mês, consumindo de 75 a 80 toneladas de bananas produzidas por cerca de 50 agricultores familiares de Morretes e Guaraqueçaba.</p>



<p>“Ver nossa bala ser entregue pelo governador a autoridades do outro lado do mundo nos dá orgulho e sensação de pertencimento. Mostra o valor do que a gente faz, que não é só um produto, mas algo que leva a história de onde a gente vive”, avaliou.</p>



<p>Essa ampliação do alcance de produtos regionais também é destacada por Mariana Akaemi Oda, sócia-fundadora da Cerâmica Surucuá, de Morretes, que teve um pequeno copo de sua produção incluído no kit da missão internacional.</p>



<p>“Da nossa parte, conseguimos pelo VRS parcerias e acesso a feiras e eventos. Mas eu percebo que o programa também tem feito com que agricultores e produtores busquem avançar, melhorando desde a aparência dos produtos, até a capacidade de seus negócios. É um movimento de profissionalização”, afirmou a artesã, que consome até uma tonelada de argila em sua produção anual.</p>



<p><strong>FOCO NAS EXPORTAÇÕES </strong>– Já a coordenadora de exportação da fabricante de erva mate Triunfo, Louise Magron, aponta que o apoio do VRS ajuda na hora de enviar sua produção ao Exterior. Ela explica que a empresa já tem apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), do governo federal, mas que com a Invest Paraná esse apoio ganha um caráter regional, mais próximo do produtor paranaense. </p>



<p>“Com o apoio da Invest Paraná ganhamos mais representatividade para ir ao Exterior. É um apoio regionalizado para levar o Paraná para fora, um auxílio muito importante”, atestou a executiva da fábrica de São João do Triunfo, na região dos Campos Gerais.</p>



<p>No kit entregue foram incluídos pacotinhos da Green Me, a marca de sticks de chá mate solúvel da Triunfo. Uma iniciativa que, na opinião da coordenadora de exportação, valoriza não só a empresa, mas seus colaboradores e todos os produtores de erva mate do município e região.&nbsp;</p>



<p>“A gente fica muito feliz de ver o governador entregando o kit com nosso chá. Isso mostra todo esforço, lembrando nossos colaboradores, os agricultores familiares e a própria cidade. É algo que vem como uma sensação de dever cumprido e orgulho de pertencer ao nosso estado”, justificou.</p>
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