Correio do Litoral
Notícias do Litoral do Paraná

Continuam buscas de jovem que se afogou em Praia de Leste

O Corpo de Bombeiros realiza, na manhã desta segunda-feira (16), buscas ao jovem que desapareceu no mar, na manhã de domingo, em Pontal do Paraná. O rapaz, de 18 anos, foi identificado como Fábio Francisco da Silva Rodrigues, morador de Curitiba. Por volta das 7h30, antes do horário de funcionamento do posto de guarda-vidas, Fábio e dois amigos entraram no mar em Praia de Leste. Os três começaram a se afogar e foram acudidos por outros banhistas. Dois foram resgatados. Fábio foi arrastado por uma corrente e não foi mais visto. As buscas começaram já pela manhã, com uso de jet ski. No sexta-feira (13), um homem de 34 anos morreu após afogar-se no balneário Marajó, em Matinhos.

O povo não veio, mas emplacou emendas no Orçamento

O presidente da Comissão de Finanças e Orçamento (CFO) da Câmara de Guaratuba, vereador Itamar Junior, pediu para este repórter divulgar seu “descontentamento com os pares” por não comparecerem à audiência pública sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias, realizada na terça-feira (10). De imediato, o cidadão Valdecir Batista, morador do bairro Mirim, manifestou seu “descontentamento pela ausência da Dra Sílvia”, se referindo à advogada Sílvia Helena Buchalla, moradora do bairro Nereidas que há mais de dez anos participa das audiências e debates públicos. O aposentado era o único cidadão comum presente à audiência; os demais eram cinco servidores da Câmara e o ex-vereador Fábio Chaves “Espiga”. Valdecir também reclamou a presença da animada – e, às vezes, raivosa – militância do Facebook. Nas últimas semanas, Silvia Buchalla não tem comparecido e sua ausência vem sendo sentida por servidores, vereadores e pelo público que acompanha suas postagens na rede social. Mas ela conseguiu emplacar pelo menos duas propostas no Plano Plurianual (PPA) 2018-2021 e que serão incluídas no parecer da LDO: a destinação de R$ 250 mil para construção de uma praça no bairro Nereidas e ainda o remanejamento de R$ 50 mil no Orçamento da Secretaria de Educação para criação de Orquestra e Coral Jovem e ainda. As duas propostas foram feitas nas reuniões que a Prefeitura fez sobre o PPA e a LDO e enviadas à Câmara pela próprio Executivo na ata das reuniões. Emendas aprovadas no PPA terão de ser votadas na LDO De acordo com o vereador Itamar, vencido o prazo de apresentação de emendas pelos vereadores na CFO e sem nenhuma proposta apresentada na audiência pública, o trabalho da CFO será agora de incluir na LDO as emendas aprovadas pelo plenário no projeto do PPA. Também vai analisar propostas da população que tenham sido colocadas nas atas das duas reuniões da LDO feitas pelo Executivo. São 11 mudanças no projeto enviado pelo prefeito Roberto Justus que receberam aprovação unânime dos vereadores: nove da CFO e duas com assinaturas de pelo menos 1/3 dos vereadores, o que pode se repetir na votação da LDO. Além da Orquestra e Coral Jovem e da Praça, entre propostas feitas e audiências públicas e acatadas pela Comissão  foram propostos remanejamento de recursos para implantação de feiras artesanais (R$ 60 mil, construção de creche (R$ 300 mil) e para convênio de exames de mamografia (R$ 200 mil). De autoria dos membros da Comissão (Itamar Junior, Sergio Braga e Vilson "Linho") foram remanejados R$ 1,5 milhão para construção de passarela na praia de Caieiras e R$ 1 milhão para ampliação dos leitos no Pronto Atendimento Municipal. A CFO também recebeu e encaminhou emenda da vereadora Maria do Neno, no valor de R$ 40 mil para construir uma sala na Câmara Municipal para atender pessoas com mobilidade reduzida; e uma do vereador Donizete Pinheiro, de R$ 300 mil, para reforma do Ginásio de Esportes do Figueira, com academia e pista de skate Duas emendas foram apresentadas fora da Comissão,mas com assinatura mínima de 1/3, as duas de iniciativa da vereadora Professora Paulina. Com mais seis vereadores (Maria do Neno, Mordecai de Oliveira, Almir Troyner, Alex Antun, Claudio Nazário e Donizete Pinheiro) são remanejados R$ 20 mil do orçamento da Câmara para o projeto Escola no Legislativo, que recebe semanalmente estudantes de escolas públicas. Com emenda assinada por mais cinco vereadores (Maria do Neno, Almir Troyner, Alex Antun, Donizete Pinheiro e Claudio Nazário), são remanejados recursos para o transporte de estudantes que estudam em universidades em cidades vizinhas. São R$ 200 mil em 2018 e 2018 para aquisição dos ônibus, R$ 130 mil em 2019 para a manutenção do serviço, que subirá para R$ 200 mil em 2020 e 2021. PPA aprovado em 1ª – Na sessão de segunda-feira (16), os vereadores aprovaram, por unanimidade, em primeira votação, o Plano Purianual – PL 1.435 (anexos I, II e III). O projeto terá de ser votado mais uma vez antes de seguir para sanção do Executivo. Texto atualizado no dia 16 com a íntegra das emendas incluídas no parecer da Comissão de Finanças e Orçamento. Veja as emendas em imagens A Câmara ainda deverá votar a PPA em dois turnos antes de submeter à sanção do prefeito, que poderá vetar qualquer mudança – eventuais vetos têm de passar pela Câmara. Enquanto a Câmara se prepara para votar a PPA e a LDO, o Executivo já vai apresentar uma proposta para a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2018, a terceira e última peça do Orçamento do Município. A primeira Audiência Pública para debater a LOA está marcada para o dia 19, no auditório da Prefeitura. Serão duas reuniões antes de enviar um projeto de lei à Câmara. O horário das 18h foi escolhido para atrair a participação popular. Além de funcionários da Prefeitura, são esperadas as presenças de alguns assessores de vereadores, de Valdecir Batista, deste repórter e, talvez, de Silvia Buchalla. Se vier mais alguém, é lucro.

Feriado tem uma morte por afogamento em Matinhos

Um homem de 34 anos morreu afogado nesta sexta-feira (13) em Matinhos. Seu nome ainda não foi divulgado. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ele tomava banho no mar no balneário de Marajó quando se afogou. Socorrido, ele foi encaminhado com parada cardiorrespiratória para o Pronto Socorro de Pontal do Paraná, mas não resistiu e morreu durante atendimento médico. O Corpo de Bombeiros orienta as pessoas a nadarem perto dos postos de guarda vidas, no entanto, em todo o Litoral há apenas 9 postos funcionando. Com informações da Rádio Ilha do Mel FM

25º homicídio confirma Guaratuba entre as cidades mais violentas

Reinaldo de Oliveira Braga, de 31 anos, foi morto a tiros, na noite desta sexta-feira, no bairro Coroados, em Guaratuba. O crime aconteceu por volta das 21h40, na esquina das ruas Piauí e Pato Branco, informou o Jornal de Guaratuba. Com a morte de Rosângela Nunes Ferreira, baleada em 23 de setembro, nesta quarta-feira (11), em Paranaguá, é o 25º homicídio ocorrido neste ano na cidade. Atlas da Violência Com uma população estimada em 35.986 pessoas pelo IBGE, Guaratuba ostenta um índice de 69 homicídios por 100 mil habitantes, o que a coloca entre as cidades mais violentas do Brasil. O Atlas da Violência 2017, com dados de 2015, aponta uma taxa no Brasil de 28,9/100.000. O estudo relaciona apenas 304 cidades que tem mais de 100 mil habitantes. A mais violenta, Altamira, completou o ano com uma taxa de 105 homicídios/100.000. Nesta lista, Guaratuba ficaria, faltando dois meses e meio para completar o ano, em 13º lugar.

Comer “cação” contribui para extinção dos tubarões

Biólogos que estudam tubarões, entre os quais um professor do Centro de Estudos do Mar (CEM) da UFPR, publicaram na edição de novembro da revista científica Marine Policy um artigo em que alertam para os riscos ambientais do consumo inadvertido desse tipo de peixe no Brasil. Boa parte da população desconhece que, ao comprar o que se conhece como “cação”, está na verdade adquirindo carne de tubarão – fator que, somado à falta de fiscalização e de estatísticas oficiais, vem contribuindo para o esgotamento de certas espécies, muitas delas já ameaçadas. Atualmente, a falta de estatísticas oficiais e de fiscalização têm contribuído para, juntamente com o desconhecimento da população sobre o que consome, atrair preocupação de estudiosos sobre o esgotamento de certas espécies, muitas delas já ameaçadas. “A estatística antes de 2007 era precária, mas depois desse ano ela praticamente nem existiu mais. Ninguém sabe o que é pescado, como e onde no Brasil”, afirma o pesquisador Hugo Bornatowski, que atua na Programa de Pós-Graduação de Sistemas Costeiros e Oceânicos do CEM-UFPR. Completados dez anos de inconsistência de dados, os estudiosos avaliam que o uso comum de uma expressão comercial para carne de tubarão (“cação”) pela indústria pesqueira e pelos importadores pode estar escondendo a real situação de espécies como o tubarão-azul, entre outras. Isso porque muitas espécies já mostravam declínio populacional antes de as estatísticas serem suspensas. “São animais de reprodução lenta e de vida longa. Vivem mais que muitos mamíferos. A matança acelerada pode estar levando esses peixes ao esgotamento populacional sem que a gente saiba”, alerta Bornatowski. O artigo informa que em 2012 uma pesquisa do Ministério do Meio Ambiente apontou que o percentual de espécies de elasmobrânquios ameaçadas de extinção no país era maior do que o mundial. Os elasmobrânquios formam a subclasse de peixes cartilaginosos da qual os tubarões fazem parte, juntamente com as raias. No Brasil, 33% das 145 espécies de elasmobrânquios correm risco de desaparecer. No mundo, o percentual estimado é de 25% das espécies em risco. Proteção foi adiada para 2018 Um dos últimos estudos sobre o tema, desenvolvido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), ocasionou a publicação, em 2014, da Portaria 445, que enumerou 475 espécies de peixes consideradas ameaçadas em diversos graus: “criticamente em perigo”, “criticamente em perigo, possivelmente extinta”, em perigo ou vulnerável. Atualmente, depois de questionamentos judiciais do setor pesqueiro, a norma foi substituída pela Portaria 163/2015, que prorroga para 2018 o prazo para a suspensão da pesca de espécies ameaçadas de extinção sobre as quais há interesse econômico. No mesmo ano, o ICMBio divulgou o Plano nacional para a Conservação dos Tubarões e Raias Marinhos Ameaçados de Extinção, com nove objetivos específicos. Segundo o documento, a sobrepesca de elasmobrânquios marinhos é uma das grandes ameaças a essas espécies, que são capturadas não apenas porque são o alvo da atividade comercial, mas também por acidente, simplesmente por fazerem parte da “fauna acompanhante” de outros pescados — situação chamada de bycatch. Cação: tubarão e até raia É nesse último ponto que a desinformação dos consumidores brasileiros tem grande influência, pontua Bornatowski. “Basicamente, ‘o que cai na rede é peixe’ no Brasil e, depois, acaba vendido com o nome de ‘cação’”, revela. “Basta ser limpo, filetado e colocado em postas para as pessoas consumirem os tubarões de qualquer espécie, acreditando tratar-se de um ‘peixe sem espinhas’”. A palavra cação é um termo que acompanha determinadas espécies de tubarão — como o cação-anjo-de-espinho, espécie brasileira ameaçada de extinção. Sob o impulso comercial, esse termo de origem espanhola acabou sendo disseminado para abranger qualquer carne de tubarão posta à venda e até de raias, como a viola, ameaçada de extinção. “O termo ‘cação’ vem de ‘cazón’ –, usado em espanhol para se referir a todos os tipos de tubarões. No Brasil, o termo acabou perdendo o significado real”, avalia Bornatowski. O fato é que atualmente muitos consumidores de cação desconhecem a origem da carne. Em 2015, em artigo publicado na Ethnobiology Letters, Bornatowski e três pesquisadores do Laboratório de Ecologia e Conservação da UFPR (Raul Rennó Braga, Carolina Kalinowski e Jean Ricardo Simões Vitule) apresentaram um levantamento com 104 consumidores de supermercados de Curitiba, em que 61% dos entrevistados disseram “comer cação, mas não tubarão”, por exemplo. Quando questionados “a que animal corresponde o cação?”, 42% disseram ser um “peixe marinho”, enquanto 27% confirmaram ser tubarão e, outros 21%, avaliaram ser um “filhote de tubarão”. Cerca de 10% dos entrevistados disseram acreditar que o cação não é uma espécie de peixe. Consumo consciente Com base nesse cenário, Bornatowski defende ser necessário “não incentivar” o consumo de cação no Brasil. “É preciso que os consumidores tenham consciência de que comer um tubarão é o mesmo que comer um predador de topo, como uma onça”, compara. “Esses animais têm que ficar vivos por anos para fazerem o papel deles no ecossistema. Além disso, já fornecem muitos ganhos para o turismo”. Na avaliação dos pesquisadores, um fator preocupante é que, até agora, o governo não chegou a implementar plano de manejo ou de recuperação de espécies ameaçadas. “Estávamos observando um declínio populacional muito acentuado enquanto as pesquisas estavam sendo feitas e agora estamos em uma lacuna, sem saber como está. Mas podemos afirmar que as populações continuam declinando”, diz o pesquisador. Fonte: UFPR / Camille Bropp Cardoso

Morre em Paranaguá mulher baleada em Guaratuba

Rosângela Nunes Ferreira morreu na noite desta quarta (11), no Hospital Regional do Litoral, em Paranaguá. A notícia foi divulgada nesta sexta-feira (13), pela rádio Ilha do Mel. Rosângela tinha 45 anos. No dia 23 de setembro ela foi baleada nas costas no bairro Piçarras, em Guaratuba. o crime aconteceu na esquina das ruas Juvevê e Mandaguari. A Polícia Civil de Guaratuba ainda investiga o crime.

Santuário do Rocio quer apoio para aumentar turismo

O padre Joaquim Parron considera que o Santuário Estadual do Rocio, em Paranaguá, pode atrair mais turistas o ano todo se receber investimentos do Município. “A festa da Padroeira do Paraná, Nossa Senhora do Rosário do Rocio, como um dos maiores atrativos turísticos do estado precisa ser melhorada, mas também todo o complexo turístico do Santuário que atrai visitantes o ano inteiro e não mais só para a festa”, disse o reitor do Santuário. Joaquim Parron lembrou que a Festa do Rocio está na sua 204ª edição e tem um valor histórico e cultural inestimável. Explicou ainda que o Paraná é o único lugar onde existe de forma oficial, na esfera religiosa e civil, o reconhecimento de uma padroeira para o estado. Citando como exemplo o Santuário de Madre Paulina, em Nova trento (SC), onde houve o apoio das três esferas de poder – municipal, estadual e federal – para tornar o lugar aprazível e preparado para a recepção de visitantes, o reitor enfatizou que, com as leis já existentes não há motivos para que o poder público deixe de destinar recursos para manter e revitalizar o bairro, seus acessos, o espaço ocupado pelo santuário e a tradicional festa. “Com o reconhecimento de polo do turismo religioso, lei nº 12814/99, de patrimônio imaterial do país, o encaminhamento para reconhecimento da Unesco e os registros da entidade assistencial, não haverá problemas com os fiscalizadores das contas públicas, sobre a destinação de verbas e investimentos executados no local e no entorno”, completou. Padre Parron afirmou que está “batendo em diversas portas” e precisa do apoio do legislativo da cidade para “construir pontes” que levem à melhoria do lugar para todos. Depois de ouvi-lo o presidente da Câmara, Marquinhos Roque, propôs aos vereadores para que assinem em conjunto uma lei para incluir a Festa em louvor à Nossa Senhora do Rocio no orçamento das festas populares do município. Com fotos e informações de fotos Giolete Babinski / Comunicação do Santuário de NSra do Rocio

Mais de 50% dos caminhões cruzam Serra do Mar sem segurança

Motoristas que desceram de Curitiba para Guaratuba e Litoral de Santa Catarina enfrentaram, nesta quinta-feira (12), enfrentaram 35 quilômetros de congestionamento e 13 horas de retenção na BR-376. Por volta das 8h30, duas carretas bateram na altura do km 666, dentro do município de Guaratuba, na Serra do Mar. Um dos caminhões bateu na traseira do outro, espalhando líquido inflamável na pista. A rodovia só foi totalmente liberada às 22h30. Na manhã desta quinta-feira (13), um caminhão tombou na BR-376, no km 668 Sul. Uma faixa ficou interditada. Ontem, pela manhã, no km 39 da BR-277, em Morretes/PR houve interdição total da pista no sentido litoral, por causa de acidente com três caminhões. Operação na BR-277 Na terça-feira, a Polícia Rodoviária Federal realizou, na BR-277, o outro acesso ao Litoral do Paraná, uma fiscalização de caminhões. Em três horas, 35 caminhões foram abordados. Desse total, 57,14% apresentaram irregularidades; 18 caminhões foram autuados e dois ficaram retidos. A operação verifica as condições mecânicas dos caminhões que circulam pela rodovia e tem por objetivo aumentar a segurança viária de todos que trafegam pela BR-277 e nas PRs 407 e 508. Os principais problemas identificados pela fiscalização nesta terça-feira foram mau estado de conservação de freios, pneus e suspensões. Dois veículos ficaram retidos; um por documentação irregular e outro por falta de aferição no tacógrafo, segundo informou Ricardo Pasqualini, inspetor da PRF.na BR-277 desde o km 29 (região de Morretes) até o km 81 (região de Curitiba). 70% da mortes em acidentes com caminhões Em 2015, a PRF fez a mesma operação na BR-376, focada nos caminhões que desciam a Serra. Os aparelhos da PRF registraram caminhões trafegando a velocidades superiores a 100 km/h em trechos onde os limites máximos para veículos pesados são de 80 ou 60 km/h. Mais de 300 imagens de veículos pesados acima da velocidade foram registradas pela PRF em um intervalo de apenas quatro horas. De um total de 35 caminhões abordados na Unidade Operacional Alto da Serra, nove apresentaram problemas mecânicos. O número equivale a 25,7% dos veículos fiscalizados. A maioria dos problemas detectados estavam nos sistemas de freios, nos pneus e na suspensão dos caminhões. Os veículos tiveram os documentos retidos para que os motoristas ou proprietários providenciem a sua regularização. Durante a operação, os motoristas abordados também assistiram a uma palestra de educação para o trânsito e fizeram o exame de alcoolemia. O trecho da BR-376 na Serra do Mar tem 19 quilômetros de extensão. Nesse intervalo, que abrange os municípios de Tijucas do Sul (PR) e de Guaratuba (PR), entre os quilômetros 656 e 675 da rodovia, há uma redução de altitude de aproximadamente 710 metros. Apenas nesse trecho, dez pessoas morreram em 2015, sete delas em acidentes que envolveram caminhões.

Cartilha traz normas da pesca artesanal – baixe aqui

O Ministério Público Federal (MPF) lançou cartilha contendo as principais normas que regulam a atividade pesqueira no Sul e no Sudeste brasileiro. O documento é destinado aos pescadores e pescadoras artesanais que trabalham nessas regiões e tem por objetivo informar os pescadores sobre seus direitos e deveres. A cartilha é parte de um amplo projeto de diálogo e defesa do meio ambiente e dos direitos coletivos dos pescadores artesanais na área da Baía de Sepetiba (RJ). Ela foi elaborada com a colaboração técnica da Superintendência Federal de Agricultura do Rio de Janeiro, do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Sudeste e Sul (Cepsul/ICMBio), da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro e do Núcleo de Pesquisa e Extensão sobre Urbano, Território e Mudanças Contemporâneas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Nutemc/FFP/Uerj). No Ministério Público Federal, a publicação foi coordenada pela Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais (6CCR). Desinformação – Para o MPF, é essencial assegurar o mais amplo direito à informação aos pescadores, inclusive sobre os órgãos públicos envolvidos na fiscalização da atividade. “A legislação sobre pesca no Brasil é um emaranhado de leis, portarias, instruções normativas, muitas vezes incompreensíveis até mesmo para os órgãos de fiscalização ambiental e pesqueira. Era muito necessário termos uma cartilha contendo a sistematização das normas”, afirma o procurador da República no Rio de Janeiro Sérgio Suiama, responsável pela cartilha. O desrespeito às normas podem gerar desde infrações administrativas – com pagamento de multas e apreensão do barco, das redes e do pescado – até a prisão, em caso de crimes ambientais. São passíveis de reclusão, por exemplo, a pesca de espécies preservadas, com tamanho inferior ao permitido, em período proibido ou com uso de explosivos. As penas podem chegar a cinco anos. Batizada de Pesca Artesanal Legal, a cartilha apresenta as principais técnicas e apetrechos de pesca empregados no litoral brasileiro, períodos de defeso (proibição de pesca) e tamanho mínimo das espécies, e ainda os principais conceitos empregados pela legislação. Além da edição eletrônica, disponível no site da 6CCR, foram impressos 2 mil exemplares que serão distribuídos em oficinas e eventos com as comunidades de pescadores da Baía de Sepetiba e de outras regiões do litoral sul/sudeste do Brasil. Leia e baixe a cartilha aqui Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Procuradoria-Geral da República

Guaratuba forma primeira turma de bombeiros mirins

O Corpo de Bombeiros de Guaratuba formou, na terça-feira (10), a primeira turma de bombeiros mirins. São “23 pequenos guerreiros que persistiram até a data da formatura”, entre os 33 que iniciaram as atividades, como informa a corporação. O projeto foi idealizado pelo capitão Eziquel Siqueira, comandante do 3º Subgrupamento de Bombeiros, subtenente Eric Nilton Portes e soldado Thiago de Andrade e Souza, e é realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Os alunos foram selecionadas pelas diretoras das escolas municipais e divididos em duas turmas de encontros semanais, uma às terças-feiras e outra às quintas-feiras. Eles receberam instruções para de prevenção e combate a incêndio, primeiros socorros, orientação com bússola, ordem unida militar, cântico de canções de hinos e lições de cidadania. O transporte e o lanche foram fornecidos pela Secretaria de Educação, enquanto os professores e a estrutura ficaram sob a responsabilidade do Corpo de Bombeiros. “Foi exigida das crianças uma participação séria nas instruções, dando-lhes noções de hierarquia, incentivando a camaradagem, pró atividade, tomada de decisões e sentimento do dever como cidadãos inseridos na comunidade”, informa a tenente Vigínia Turra, responsável pela Comunicação dos Bombeiros no Litoral. Participaram da formatura a secretária de Educação, Cátia Regina Silvano, vereadores, o comandante dos Bombeiros no Litoral (8ºGB), tenente-coronel Jair Pereira, amigos e familiares. Ao final, as crianças foram batizadas com a água do caminhão do Corpo de Bombeiros, após lançarem seus bonés para o alto. Novas turmas de projetos sociais para crianças devem iniciar no 8ºGB em 2018. Curso de Guarda-Vidas – Na próxima segunda-feira, às 10h da manhã, no auditório do Sesc Caiobá, em Matinhos, acontece a aula inaugural do Curso de Guarda Vidas, turma Litoral 2017/2018. Fonte: Comunicação Social do 8º GB – Fotos: Rubens Schane