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	<description>Notícias do Litoral do Paraná</description>
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	<title>Arquivo de</title>
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		<title>Peixe invasor é estudado para a pesca sustentável e a conservação no Litoral do Paraná</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/peixe-invasor-e-estudado-para-a-pesca-sustentavel-e-a-conservacao-no-litoral-do-parana/100545</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 00:23:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[BLP]]></category>
		<category><![CDATA[Meros do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[peixe-sapo]]></category>
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		<category><![CDATA[pesca sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Biodiversidade Litoral do Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1000" height="650" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo.jpg 1000w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-300x195.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-750x488.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-180x117.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-768x499.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-210x136.jpg 210w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></div>
<p>Peixe-sapo, espécie exótica, está sendo monitorado por pescadores artesanais e passa a ser estudado como alternativa econômica e estratégia de controle ambiental Espécie não-nativa introduzida no Complexo Estuarino de Paranaguá, o peixe-sapo do Golfo (Opsanus beta) tem sido capturado com frequência crescente no litoral do Paraná e passou a ocupar papel central em um projeto [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/peixe-invasor-e-estudado-para-a-pesca-sustentavel-e-a-conservacao-no-litoral-do-parana/100545">Peixe invasor é estudado para a pesca sustentável e a conservação no Litoral do Paraná</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1000" height="650" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo.jpg 1000w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-300x195.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-750x488.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-180x117.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-768x499.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-210x136.jpg 210w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></div>
<h4 class="wp-block-heading"><em>Peixe-sapo, espécie exótica, está sendo monitorado por pescadores artesanais e passa a ser estudado como alternativa econômica e estratégia de controle ambiental</em></h4>



<span id="more-100545"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="750" height="488" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-750x488.jpg" alt="" class="wp-image-100546" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-750x488.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-300x195.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-180x117.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-768x499.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo-210x136.jpg 210w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/peixe-sapo.jpg 1000w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: <a href="https://uk.inaturalist.org/photos/225040204" type="link" id="https://uk.inaturalist.org/photos/225040204" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inaturalist</a> / Divulgação BLP</figcaption></figure>



<p>Espécie não-nativa introduzida no Complexo Estuarino de Paranaguá, o peixe-sapo do Golfo (<em>Opsanus beta</em>) tem sido capturado com frequência crescente no litoral do Paraná e passou a ocupar papel central em um projeto do Instituto Meros do Brasil, com o&nbsp;<a href="https://biodiversidadelitoralpr.com.br/iniciativa/gestao-participativa-para-o-ordenamento-de-pescarias-controle-de-especies-nao-nativas-e-fortalecimento-de-ucs-no-complexo-estuarino-de-paranagua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">apoio do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP)</a>. Introduzido provavelmente por meio da água de lastro de navios mercantes, o peixe-sapo é um predador eficiente e não possui inimigos naturais no estuário, o que representa um risco à biodiversidade local. A espécie é carnívora e compete por alimento e abrigo com peixes nativos e se alimenta de siris, camarões, caranguejos, moluscos e filhotes de espécies de interesse comercial, ampliando os impactos sobre a pesca artesanal.</p>



<p>Segundo o biólogo, coordenador do projeto Gestão Participativa e presidente do Instituto Meros do Brasil, Matheus Oliveira Freitas, “o peixe-sapo é uma espécie que já está presente no estuário, há cerca de 15 anos, e causa impactos relevantes sobre a biodiversidade e a pesca. A proposta do projeto é entender melhor essa dinâmica, envolver os pescadores no monitoramento e avaliar se essa espécie pode ser transformada em uma oportunidade, seja como fonte de renda ou como estratégia de controle ambiental”, explica.</p>



<p>Pescadores de seis comunidades do estuário participam do monitoramento por meio de armadilhas padronizadas e enviam registros periódicos para análise da equipe técnica. Até o momento, o monitoramento realizado registrou a captura de 85 peixes-sapos em 921 gaiolas de pesca, com maior incidência em áreas próximas ao Porto de Paranaguá e regiões com menor influência de água doce. As capturas se concentraram principalmente na Ilha do Amparo, com 53 registros, seguida por Vila de São Miguel (13), Barbados (10) e Ilha das Peças (9). Não houve registros em Antonina (PR) e Guaraqueçaba (PR).&nbsp;</p>



<p>Paralelamente, o Instituto Meros do Brasil avalia a qualidade da carne do peixe-sapo, com análises laboratoriais para identificar possíveis contaminações químicas. “Se os estudos indicarem que o consumo é seguro, a ideia é estimular a criação de um mercado para essa espécie, com oficinas, desenvolvimento de receitas regionais e o envolvimento de chefs de cozinha. É uma forma de transformar um problema ambiental em uma alternativa de renda e de controle populacional”, explica Freitas.</p>



<p>Caso o consumo não seja recomendado, a estratégia prevê o abate controlado e a devolução do peixe ao ambiente como fonte de energia para outras espécies, contribuindo para o equilíbrio do ecossistema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Redes cada vez mais vazias&nbsp;</h2>



<p>Para os pescadores, o acompanhamento desta espécie também ajuda a evidenciar mudanças no estuário e os desafios enfrentados pela atividade pesqueira. “O fluxo de peixe que tinha no canal diminuiu bastante. Na época do meu pai, a gente capturava muito peixe, com muita rapidez. Hoje, você tem que correr muito atrás para tentar pegar, não é fácil como era antigamente. Então mudou muito. Não sei se é a indústria, não sei se é o próprio pescador, alguns que ainda praticam pesca ilegal&#8221;, relata Gildo Malaquias, pescador artesanal participante do monitoramento do projeto.</p>



<p>O pescador diz ter uma expectativa positiva caso o peixe-sapo seja aprovado para consumo. “Se ele for considerado seguro para consumo, a gente vê como fonte de renda. Porque já existe na nossa região, já invadiu bastante. Temos que preservar para que nossos filhos, netos e bisnetos possam tirar sustento dali, sem agredir o meio ambiente&#8221;, complementa.&nbsp;</p>



<p>Para Freitas, o envolvimento direto das comunidades é o principal diferencial da iniciativa. “A gente não faz conservação sem as pessoas. Os pescadores são protagonistas, ajudam a gerar dados, entender os impactos e construir soluções que fazem sentido para a realidade local”, afirma.</p>



<p>Com duração de dois anos e investimento de mais de R$ 700 mil, viabilizado por meio de investimento do BLP, o projeto&nbsp;<a href="https://biodiversidadelitoralpr.com.br/iniciativa/gestao-participativa-para-o-ordenamento-de-pescarias-controle-de-especies-nao-nativas-e-fortalecimento-de-ucs-no-complexo-estuarino-de-paranagua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Gestão Participativa para o Ordenamento de Pescarias, Controle de Espécies Não Nativas e Fortalecimento de Unidades de Conservação no Complexo Estuarino de Paranaguá</em></a>&nbsp;atua em áreas protegidas estratégicas do litoral paranaense, como a APA de Guaratuba, a APA de Guaraqueçaba, o Parque Nacional Marinho das Ilhas dos Currais e o Parque Estadual do Boguaçu.</p>



<p>A iniciativa conta com a parceria do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio &#8211; NGI Antonina–Guaraqueçaba), da Associação MarBrasil, da Diretoria de Patrimônio Natural do Instituto Água e Terra do Paraná (IAT) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR), por meio do Setor de Ciências da Terra e do Departamento de Geografia. Para saber mais sobre este projeto e outras iniciativas realizadas pelo Programa Biodiversidade Litoral do Paraná, acesse&nbsp;<a href="http://www.biodiversidadelitoralpr.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.biodiversidadelitoralpr.com.br</a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná</strong></h4>



<p>Criado em 2021, o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná promove a conservação, a pesquisa e o uso responsável dos recursos naturais, fortalecendo Unidades de Conservação e impulsionando o desenvolvimento sustentável do litoral paranaense. Financiado pelo Termo de Acordo Judicial (TAJ) firmado após o vazamento de óleo ocorrido em 2001, o Programa transformou um passivo ambiental em investimento histórico em conservação: serão mais de R$ 110 milhões destinados a iniciativas estratégicas ao longo de dez anos.</p>



<p>A governança do Programa é compartilhada entre organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), supervisionados pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Paraná. A gestão financeira e operacional do Programa é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/peixe-invasor-e-estudado-para-a-pesca-sustentavel-e-a-conservacao-no-litoral-do-parana/100545">Peixe invasor é estudado para a pesca sustentável e a conservação no Litoral do Paraná</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mapeamento visa planejar apoio financeiro para reservas ambientais do Litoral </title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/mapeamento-visa-planejar-apoio-financeiro-para-reservas-ambientais-do-litoral/100190</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 20:36:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chamada]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Biodiversidade Litoral do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva Particular do Patrimônio Natural]]></category>
		<category><![CDATA[RPPN]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1228" height="921" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina.webp 1228w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-300x225.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-750x563.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-180x135.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-768x576.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-86x64.webp 86w" sizes="auto, (max-width: 1228px) 100vw, 1228px" /></div>
<p>Proprietários de Reservas Particulares do Patrimônio Natural nos municípios do litoral paranaense podem se inscrever até 14/04 por meio de formulário eletrônico O Programa Biodiversidade Litoral do Paraná lançou uma iniciativa inédita de mapeamento das Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) localizadas nos sete municípios que estão na região costeira e Serra do Mar do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1228" height="921" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina.webp 1228w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-300x225.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-750x563.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-180x135.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-768x576.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-86x64.webp 86w" sizes="auto, (max-width: 1228px) 100vw, 1228px" /></div>
<h5 class="wp-block-heading"><em>Proprietários de Reservas Particulares do Patrimônio Natural nos municípios do litoral paranaense podem se inscrever até 14/04 por meio de formulário eletrônico</em></h5>



<span id="more-100190"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="563" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-750x563.webp" alt="" class="wp-image-100191" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-750x563.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-300x225.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-180x135.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-768x576.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina-86x64.webp 86w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/RPPN-Encantadas-Antonina.webp 1228w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">RPPN Encantadas, em Antonina | foto: Divulgação BLP</figcaption></figure>



<p></p>



<p>O Programa Biodiversidade Litoral do Paraná lançou uma iniciativa inédita de mapeamento das Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) localizadas nos sete municípios que estão na região costeira e Serra do Mar do estado. </p>



<p>A campanha <strong><em>Sua RPPN no mapa do financiamento ambiental</em></strong> busca reunir informações básicas sobre as RPPNs e seus responsáveis, bem como compreender as demandas relacionadas à elaboração, implementação ou revisão de planos de manejo. As informações coletadas subsidiarão a definição de estratégias de apoio do Programa, como editais de financiamento.</p>



<p>Proprietários de RPPNs localizadas em Antonina, Guaraqueçaba, Morretes, Paranaguá, Guaratuba, Matinhos ou Pontal do Paraná podem preencher o formulário eletrônico disponível em <a href="https://bit.ly/mapeamento-rppn" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bit.ly/mapeamento-rppn</a>&nbsp; até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 14/04. A resposta tem caráter informativo e não implica garantia de apoio, seleção ou retorno imediato. Ainda assim, o levantamento é um passo importante para orientar ações futuras baseadas nas necessidades reais de quem já contribui para a conservação em áreas privadas.</p>



<p>As RPPNs são Unidades de Conservação (UCs) criadas por iniciativa voluntária de proprietários rurais, com o objetivo de conservar a biodiversidade em caráter permanente. Uma vez reconhecidas, essas áreas passam a integrar o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), mantendo a titularidade do imóvel, mas com restrições de uso voltadas à proteção dos recursos naturais. Em contrapartida, essas áreas podem acessar benefícios como isenção do Imposto Territorial Rural (ITR).</p>



<p>Projetos financiados pelo Programa Biodiversidade Litoral do Paraná, já executados ou em início de execução, contribuem diretamente para o fortalecimento de RPPNs. Um exemplo são ações conduzidas pelo <a href="https://biodiversidadelitoralpr.com.br/rppns-do-litoral-do-parana-passam-a-ter-planos-de-manejo-e-reunir-dados-ineditos-sobre-biodiversidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mater Natura</a> que envolveram elaboração de planos de manejo, monitoramento da biodiversidade e geração de dados inéditos em reservas particulares de Paranaguá, Antonina e Morretes. Mais recentemente, a Chamada 13/2025 estruturou esse apoio de forma direcionada, com a seleção de dois projetos voltados à criação e consolidação de RPPNs, somando <a href="https://biodiversidadelitoralpr.com.br/programa-biodiversidade-litoral-do-parana-divulga-resultado-de-chamada-para-apoio-a-rppns/">cerca de R$ 1 milhão em investimento</a>.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná</strong></h3>



<p>Criado em 2021, o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná promove a conservação, a pesquisa e o uso responsável dos recursos naturais, fortalecendo Unidades de Conservação e impulsionando o desenvolvimento sustentável do litoral paranaense. Financiado pelo Termo de Acordo Judicial (TAJ) firmado após o vazamento de óleo ocorrido em 2001, o programa investirá mais de R$ 110 milhões em iniciativas estratégicas ao longo de dez anos.</p>



<p>A governança do programa é compartilhada entre organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), supervisionados pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Paraná. A gestão financeira e operacional do programa é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Para saber mais, acesse <a href="http://www.biodiversidadelitoralpr.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.biodiversidadelitoralpr.com.br</a>.</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/mapeamento-visa-planejar-apoio-financeiro-para-reservas-ambientais-do-litoral/100190">Mapeamento visa planejar apoio financeiro para reservas ambientais do Litoral </a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
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		<item>
		<title>Polícia Ambiental do Litoral ganha 5 novos pontos de apoio com recursos de indenização da Petrobras</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/policia-ambiental-do-litoral-ganha-5-novos-pontos-de-apoio-com-recursos-de-indenizacao-da-petrobras/99967</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:04:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[1ª Companhia do Batalhão de Polícia Militar Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[acidente poliduto Olapa]]></category>
		<category><![CDATA[Antonina]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Biodiversidade Litoral do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Tijucas do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[vazamento de óleo diesel]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1204" height="802" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/BPAMb.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/BPAMb.webp 1204w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/BPAMb-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/BPAMb-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/BPAMb-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/BPAMb-768x512.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1204px) 100vw, 1204px" /></div>
<p>Programa Biodiversidade Litoral do Paraná destina recursos para instalação de pontos fixos em Paranaguá, Guaratuba, Guaraqueçaba, Antonina e Tijucas do Sul A 1ª Companhia do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPAmb), sediada em Paranaguá e responsável por todo o Litoral, recebeu R$ 1 milhão em equipamentos por meio do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP). [&#8230;]</p>
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<h4 class="wp-block-heading"><em>Programa Biodiversidade Litoral do Paraná  destina recursos para instalação de pontos fixos em Paranaguá, Guaratuba, Guaraqueçaba, Antonina e Tijucas do Sul</em></h4>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/BPAMb-750x500.webp" alt="" class="wp-image-99969" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/BPAMb-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/BPAMb-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/BPAMb-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/BPAMb-768x512.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/BPAMb.webp 1204w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto ilustrativa: PMPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>A 1ª Companhia do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPAmb), sediada em Paranaguá e responsável por todo o Litoral, recebeu R$ 1 milhão em equipamentos por meio do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP). A iniciativa promove a conservação, a pesquisa e o uso responsável dos recursos naturais, fortalecendo Unidades de Conservação (UC) do litoral paranaense. A origem dos recursos é o acordo judicial com a Petrobras após o vazamento de óleo diesel na Serra do Mar, ocorrido em 2001, </p>



<p>O investimento permitiu a aquisição de embarcações, drones, equipamentos de georreferenciamento, materiais de proteção individual e itens logísticos que fortalecem a atuação diária das equipes em campo. Para 2026, já está aprovado um novo aporte, também de R$ 1 milhão, para instalação de pontos de apoio fixo em cinco municípios: Paranaguá, Guaratuba, Guaraqueçaba, Antonina e Tijucas do Sul (Represa de Vossoroca). Segundo o BLP, o apoio responde a uma carência histórica da corporação, que há anos não recebia recursos exclusivos de reequipamento.</p>



<p>Segundo a&nbsp;&nbsp;capitã Maria Cecilia M. N. T. Rodrigues, comandante da 1ª Cia do BPMA à época do projeto&nbsp;e que acompanhou de perto a aplicação dos recursos do BLP nesse processo de reestruturação,&nbsp; todos os itens já foram entregues, incluindo barcos, drones, GPS, coletes infláveis para patrulhamento aquático, coletes salva-vidas e carretas para a movimentação das embarcações. As bases operacionais também foram reequipadas com itens básicos, como cadeiras, fogões e geladeiras para o trabalho em turnos longos e em áreas remotas. “Aumenta consideravelmente o nosso poder de resposta na fiscalização e no atendimento de denúncias ambientais. Quando a gente pensa na questão aquática, precisa de uma forma de se locomover nesse meio. Então, os barcos vieram suprir essa necessidade da Companhia, principalmente na fiscalização de pesca. Na parte de materiais de uso diário, como computadores e cadeiras, melhora a capacidade operativa, os processos de auto de infração e a própria qualidade de trabalho do policial militar”, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crimes ambientais são recorrentes</h2>



<p>Ainda de acordo com a capitã Maria Cecília, a região do litoral paranaense é palco de crimes ambientais recorrentes e o reforço estrutural tende a ampliar a capacidade de enfrentamento. O desmatamento lidera as ocorrências, frequentemente associado à extração ilegal do palmito-juçara, espécie ameaçada de extinção. A caça nas áreas protegidas aparece em seguida, geralmente vinculada às mesmas regiões de desmate. A pesca irregular completa o ranking de infrações mais comuns, além de casos frequentes de tráfico e captura ilegal de animais silvestres. Só em setembro deste ano, durante a&nbsp;<a href="https://www.pmpr.pr.gov.br/Noticia/Operacao-Mata-Atlantica-em-Pe-PMPR-aplica-mais-de-R-19-milhoes-em-multas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">9ª edição da Operação Mata Atlântica em Pé</a>, foram aplicadas mais de R$ 19 milhões em multas, lavrados 108 autos de infração e identificados 836 hectares desmatados,&nbsp; equivalente a 1.100 campos de futebol.</p>



<p>A capitã reforça que a participação da população é indispensável para o sucesso das investigações e operações. “Muitas vezes, a informação passada pela comunidade é a peça que falta no nosso quebra-cabeça. Mesmo algo aparentemente simples pode ser determinante”, afirma. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelo telefone 181 ou presencialmente nas quatro bases da Polícia Ambiental no litoral.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Educação ambiental&nbsp;</h2>



<p>Além das ações de fiscalização, os novos equipamentos fornecidos por meio do BLP, fortalecem o trabalho de educação ambiental realizado pela corporação, especialmente em comunidades tradicionais, ilhas, escolas e regiões de difícil acesso. O contato frequente com os moradores permite combater práticas culturais que ainda persistem. “Ainda existe uma cultura forte relacionada à caça que hoje não se justifica mais. Quando conseguimos estar presentes nas comunidades longínquas, conseguimos trazer a educação ambiental e, aos poucos, a cultura vai mudando. A ideia da preservação e da conservação aumenta cada vez mais naquela localidade”, afirma a capitã.</p>



<p>Maria Cecília destaca que o apoio recebido está alinhado à missão do Batalhão e deve ampliar o alcance das ações de conservação em longo prazo. “O Programa Biodiversidade Litoral do Paraná vai ao encontro do propósito do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, que é a conservação e o patrulhamento nessas áreas, principalmente por ser ainda um remanescente grande da Mata Atlântica. A iniciativa veio para somar e a gente espera que ela se perpetue”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná</strong></h4>



<p>Criado em 2021, o programa Biodiversidade Litoral do Paraná promove a conservação, a pesquisa e o uso responsável dos recursos naturais, fortalecendo Unidades de Conservação e impulsionando o desenvolvimento sustentável do litoral paranaense. Financiado pelo Termo de Acordo Judicial (TAJ) firmado após o vazamento de óleo ocorrido em 2001, o Programa transformou um passivo ambiental em investimento histórico em conservação: serão mais de R$ 110 milhões destinados a iniciativas estratégicas ao longo de dez anos.</p>



<p>A governança do programa é compartilhada entre organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), supervisionados pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Paraná. A gestão financeira e operacional do Programa é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Para saber mais, acesse&nbsp;<a href="http://www.biodiversidadelitoralpr.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.biodiversidadelitoralpr.com.br</a>.</p>
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		<title>Turismo sustentável ganha força no Litoral do Paraná com destinos imersos na Mata Atlântica</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/turismo-sustentavel-ganha-forca-no-litoral-do-parana-com-destinos-imersos-na-mata-atlantica/99529</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 11:11:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[Guaratuba]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
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<p>Entre trilhas, lagoas e manguezais, a Trilha do Ararapira, o Parque Natural Municipal da Lagoa do Parado e o Parque Natural Municipal do Manguezal do Rio Pequerê oferecem opções para quem quer se conectar à natureza Com o apoio do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP), o litoral paranaense vem se firmando como um dos [&#8230;]</p>
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<p><em>Entre trilhas, lagoas e manguezais, a Trilha do Ararapira, o Parque Natural Municipal da Lagoa do Parado e o Parque Natural Municipal do Manguezal do Rio Pequerê oferecem opções para quem quer se conectar à natureza</em></p>



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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DSC4587-750x500.webp" alt="" class="wp-image-99533" style="width:750px;height:auto" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DSC4587-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DSC4587-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DSC4587-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DSC4587-768x512.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DSC4587.webp 1254w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Trilha do Ararapira | foto: Priscila Forone</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Com o apoio do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP), o litoral paranaense vem se firmando como um dos principais destinos para quem busca turismo sustentável em meio à Mata Atlântica. Para além das praias, as Unidades de Conservação (UCs) da região oferecem ao visitante a oportunidade de vivenciar experiências que combinam contato direto com a natureza, valorização da cultura local e incentivo ao desenvolvimento das comunidades, especialmente durante o verão, quando o fluxo turístico aumenta no estado.</p>



<p>Visitar áreas protegidas é, ao mesmo tempo, um privilégio e um compromisso com a conservação ambiental. Atitudes simples ao longo do passeio ajudam a preservar a biodiversidade, respeitar as comunidades do entorno e garantir a manutenção dos serviços ambientais, sociais e culturais desses territórios. Iniciativas apoiadas pelo BLP no Parque Nacional do Superagui — onde a estruturação do uso público está mais avançada, com a recém-inaugurada&nbsp;<a href="https://biodiversidadelitoralpr.com.br/parque-nacional-do-superagui-inaugura-primeira-trilha-para-ciclistas-e-caminhantes-com-15-km-e-sete-pontes-suspensas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Trilha de Ararapira</a>&nbsp;— servem de referência para outras UCs do litoral paranaense com potencial de visitação e que estão em processo de estruturação para os próximos anos. É o caso do&nbsp;<a href="https://biodiversidadelitoralpr.com.br/iniciativa/parque-municipal-natural-lagoa-do-parado-2024/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Parque Municipal Natural da Lagoa do Parado</a>, em Guaratuba (PR), e do&nbsp;<a href="https://biodiversidadelitoralpr.com.br/iniciativa/gestao-socioambiental-parque-natural-municipal-do-manguezal-rio-pereque/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Parque Natural Municipal do Manguezal do Rio Perequê,</a>&nbsp;em Pontal do Paraná (PR), que despontam como áreas estratégicas para receber ações semelhantes. A proposta é consolidar nesses territórios um modelo de turismo responsável, capaz de fortalecer a proteção ambiental e, ao mesmo tempo, ampliar as oportunidades de imersão qualificada na natureza.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Trilha para ciclistas e caminhantes com 15 km</h2>



<p>No litoral norte do Paraná, o Parque Nacional do Superagui passa a contar com sua primeira trilha bimodal estruturada e aberta à visitação pública permanente. Financiada pelo BLP, a Trilha do Ararapira surge como uma nova opção para quem busca contato com a natureza, paisagens preservadas da Mata Atlântica e a vivência da cultura caiçara. Com 15 quilômetros de extensão, o percurso integra a Travessia do Superagui, rota de aproximadamente 40 quilômetros que corta a ilha de norte a sul.</p>



<p>A travessia completa é formada pelos trechos da Trilha do Ararapira (15 km), da Praia Deserta (21 km) e da Trilha da Praia Deserta (3 km), conectando praias isoladas, áreas de mata preservada e comunidades tradicionais ao longo do caminho. A iniciativa é coordenada pelo Núcleo de Gestão Integrada Antonina–Guaraqueçaba do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).</p>



<p>Localizada na porção norte da Ilha do Superagui, a Trilha do Ararapira atravessa a comunidade de Barra do Ararapira e foi estruturada em dois segmentos. O primeiro tem três quilômetros de extensão e conta com cinco pontes suspensas. O segundo trecho soma 11 quilômetros, com duas pontes suspensas e uma passarela de 50 metros que permite a travessia segura de áreas alagadas. Todo o percurso segue os padrões da Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso e Conectividade (RedeTrilhas).</p>



<p>A criação da trilha atende a uma demanda histórica das próprias comunidades do território. A reabertura do caminho começou de forma local, motivada pelas dificuldades de navegação após o rompimento de uma barra na Ilha do Cardoso (SP). Inicialmente, o trabalho foi feito exclusivamente pelos moradores, com ferramentas simples e sem apoio externo. O processo acabou sendo interrompido durante a pandemia, mas ganhou novo fôlego com os recursos do BLP e o apoio técnico do ICMBio, passando a ser estruturado também com foco no Turismo de Base Comunitária (TBC).</p>



<p>Para Márcio José Muniz, líder comunitário da Barra do Ararapira, os impactos da abertura da trilha já são percebidos na comunidade. “Depois da inauguração da trilha, tenho recebido mais mensagens e pedidos de reserva”, relata. Segundo ele, o interesse dos visitantes vai além do percurso e inclui aspectos culturais do território. “Algumas pessoas perguntam sobre as histórias da região de Ararapira. A Cataia também é um ponto bem forte daqui”, destaca.</p>



<p>A Cataia é uma bebida típica e bastante popular no litoral norte do Paraná e no Vale do Ribeira, no litoral sul de São Paulo. Preparada a partir das folhas de uma planta medicinal que leva o mesmo nome, a bebida é curtida em cachaça e carrega saberes transmitidos de geração em geração pelas comunidades caiçaras da região.</p>



<p>Na avaliação do líder comunitário, o fortalecimento do TBC amplia as oportunidades econômicas e contribui para a conservação ambiental. “A trilha oferece mais oportunidade de trabalho para quem quer investir no turismo, e as pessoas, tendo mais oportunidade, acabam não usando tanto os recursos da natureza”, afirma.</p>



<p>Embora seja uma alternativa de desenvolvimento local, o turismo também gera impactos ambientais e envolve o uso direto de recursos naturais, o que exige planejamento, regras claras e monitoramento contínuo, especialmente em UCs que estão em processo de estruturação para receber visitantes. Há experiências bem-sucedidas de turismo de natureza que conciliam geração de renda e conservação, como em Bonito (MS), reconhecidas pelo modelo de gestão e controle de visitação. O desafio, portanto, é assegurar que o turismo, mesmo dentro de UCs, seja conduzido de forma responsável e sustentável, de modo a fortalecer os objetivos de conservação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como chegar à Trilha do Ararapira</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DSC4539-750x500.webp" alt="" class="wp-image-99531" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DSC4539-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DSC4539-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DSC4539-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DSC4539-768x512.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DSC4539.webp 1231w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Trilha do Ararapira | foto: Priscila Forone</figcaption></figure>



<p></p>



<p>A partir de Paranaguá, táxis náuticos fazem o transporte até a comunidade de Barra do Superagui, de onde é possível iniciar a travessia rumo ao norte pela Praia Deserta. Outra alternativa é o acesso pelo norte da Ilha de Superagui, com embarcações que chegam à comunidade de Ararapira pelo canal do Varadouro, na divisa entre Paraná e São Paulo. De lá, o trajeto pode ser feito a pé ou de bicicleta até a Barra do Superagui, no sentido norte–sul.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contemplação e conservação ambiental</h2>



<p>Em Guaratuba, o Parque Municipal Natural da Lagoa do Parado é um dos destinos mais preservados do litoral paranaense. Inserido em uma área remota da Mata Atlântica e ao lado do Parque da Reserva, que fica em Pontal do Paraná, indicado como um dos parques naturais mais bonitos do Brasil, o local oferece uma experiência voltada à contemplação e à imersão na natureza.</p>



<p>De acordo com Austério Heidemann, engenheiro florestal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Guaratuba, a visita ao parque começa ainda no deslocamento. “Para quem busca contato real com a natureza, a visita à Lagoa do Parado tende a ser mais sensorial e contemplativa do que turística no sentido comercial”.&nbsp;</p>



<p>O acesso se dá pela Baía de Guaratuba, marcada por extensos manguezais, e segue rio acima, onde a paisagem se transforma gradualmente. “À medida que se navega rio acima, o cenário se transforma, o rio se estreita, a mata se fecha e surgem mudanças perceptíveis de luz, sons e temperatura, criando uma transição gradual para um ambiente mais protegido e imerso na Mata Atlântica”, complementa.&nbsp;</p>



<p>Entre os principais atrativos estão a lagoa, a paisagem formada pela Serra do Mar e a rica avifauna, com destaque para o bicudinho-do-brejo,&nbsp;espécie endêmica da região. Segundo Austério, o turismo no Parque&nbsp;deve ser conduzido de forma planejada, considerando a falta de estrutura e sensibilidade ambiental dos ecossistemas. “A Lagoa do Parado oferece algo mais raro, natureza quase intacta, com forte sensação de refúgio e autenticidade ambiental”, comenta.&nbsp;</p>



<p>Com apoio do BLP, o município está avançando na elaboração do Plano de Manejo, na formação do Conselho Gestor e no fortalecimento da estrutura operacional do Parque.&nbsp;“Temos priorizado a estruturação da governança e dos instrumentos técnicos fundamentais, com destaque para a formação do Conselho Gestor, a delimitação clara dos limites da Unidade de Conservação e a elaboração do Plano de Manejo. A partir dessa base, será possível avançar para a implementação do zoneamento ambiental, definição de regras de uso e visitação, além de medidas de controle de impacto e de capacidade operacional, como o estabelecimento de limites de visitantes por dia, assegurando a proteção dos ambientes naturais e a qualidade da experiência do visitante&#8221;, complementa.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="422" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250213110846-0066-D-750x422.webp" alt="" class="wp-image-99532" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250213110846-0066-D-750x422.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250213110846-0066-D-300x169.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250213110846-0066-D-180x101.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250213110846-0066-D-768x432.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250213110846-0066-D.webp 1209w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Parque Municipal Natural da Lagoa do Parado | foto: Edgar Fernandez</figcaption></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Manguezal do Rio Perequê vai fortalecer a participação comunitária</h2>



<p>Já em Pontal do Paraná, o Parque Natural Municipal do Manguezal do Rio Perequê amplia a oferta de experiências de turismo de natureza no litoral paranaense, ao valorizar ecossistemas sensíveis como os manguezais e as restingas. Com 16,2 hectares distribuídos ao longo do Rio Perequê, a UC protege uma área de manguezal que abriga diversas espécies da fauna local, como aves, caranguejos e ostras.&nbsp;</p>



<p>Segundo Jackson Bassfeld, secretário do Meio Ambiente de Pontal do Paraná, a criação do Conselho Gestor, com incentivo do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná, está sendo um passo importante para integrar a comunidade local à gestão da unidade, que em breve terá um plano estruturado para o turismo de natureza.. “O manguezal passará a se consolidar como um atrativo turístico complementar às praias a partir do reconhecimento de seu valor ecológico, educativo e cultural”, afirma.&nbsp;</p>



<p>“A consolidação de áreas protegidas, como o manguezal e a restinga, traz benefícios amplos e duradouros para o turismo local”. Ele também destaca a importância das parcerias e investimentos apoiados pelo BLP. “Esses elementos funcionam como a base que conecta conservação, uso público qualificado e desenvolvimento local”, finaliza o secretário.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="562" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250812084906-0011-D.JPG-750x562.webp" alt="" class="wp-image-99530" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250812084906-0011-D.JPG-750x562.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250812084906-0011-D.JPG-300x225.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250812084906-0011-D.JPG-180x135.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250812084906-0011-D.JPG-768x575.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250812084906-0011-D.JPG-86x64.webp 86w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/DJI-20250812084906-0011-D.JPG.webp 1056w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Parque Natural Municipal do Manguezal do Rio Perequê | foto: Daniel Lainequer</figcaption></figure>



<p></p>



<p><strong>Vai visitar alguma Unidade de Conservação? Veja como aproveitar a visita de forma responsável</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Informe-se antes de sair de casa.</strong> Cada UC possui regras específicas de visitação, horários, trilhas permitidas e atividades autorizadas.</li>



<li><strong>Permaneça sempre em trilhas e áreas sinalizadas.</strong> Isso reduz impactos ambientais e aumenta a segurança.</li>



<li><strong>Planeje a visita de acordo com as condições climáticas</strong> e utilize equipamentos adequados, como calçados apropriados e água suficiente.</li>



<li><strong>Respeite a fauna.</strong> Evite barulho excessivo, não alimente animais silvestres e mantenha distância para observação.</li>



<li><strong>Valorize o território e as comunidades do entorno.</strong> Sempre que possível, contrate serviços locais e conheça a cultura da região.</li>



<li><strong>Não leve nada da natureza e não deixe nada para trás</strong>, especialmente lixo.</li>



<li><strong>Visitar áreas protegidas é um privilégio.</strong> Cuidar delas é responsabilidade de todas as pessoas.</li>
</ol>



<p><strong>Sobre o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná</strong></p>



<p>Criado em 2021, o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná promove a conservação, a pesquisa e o uso responsável dos recursos naturais, fortalecendo Unidades de Conservação e impulsionando o desenvolvimento sustentável do litoral paranaense. Financiado pelo Termo de Acordo Judicial (TAJ) firmado após o vazamento de óleo ocorrido em 2001, o Programa transformou um passivo ambiental em investimento histórico em conservação: serão mais de R$ 110 milhões destinados a iniciativas estratégicas ao longo de dez anos.</p>



<p>A governança do Programa é compartilhada entre organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), supervisionados pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Paraná. A gestão financeira e operacional do Programa é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Para saber mais, acesse<a href="http://www.biodiversidadelitoralpr.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;www.biodiversidadelitoralpr.com.br</a>.</p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p style="font-size:14px"><em>Fonte: BLP / Texto: <strong>Jéssica Amaral</strong> / <strong>DePropósito Comunicação de Causa</strong></em></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/turismo-sustentavel-ganha-forca-no-litoral-do-parana-com-destinos-imersos-na-mata-atlantica/99529">Turismo sustentável ganha força no Litoral do Paraná com destinos imersos na Mata Atlântica</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Edital de R$ 3,2 milhões seleciona projetos de avaliação de impactos ambientais no Litoral do Paraná</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/edital-de-r-32-milhoes-seleciona-projetos-de-avaliacao-de-impactos-ambientais-no-litoral-do-parana/99012</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 20:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[Funbio]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Biodiversidade Litoral do Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1411" height="793" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1.webp 1411w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-300x169.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-750x422.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-180x101.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-768x432.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1411px) 100vw, 1411px" /></div>
<p>Chamada do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná apoia inovações em licenciamento ambiental e monitoramento de empreendimentos – as inscrições vão até o dia 27 de fevereiro Como forma de apoiar iniciativas de implementação e fortalecimento de inovações na avaliação de impactos ambientais, nos processos de licenciamento ambiental e no monitoramento de empreendimentos no litoral do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1411" height="793" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1.webp 1411w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-300x169.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-750x422.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-180x101.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-768x432.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1411px) 100vw, 1411px" /></div>
<h5 class="wp-block-heading"><em>Chamada do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná</em> <em>apoia inovações em licenciamento ambiental e monitoramento de empreendimentos</em> – a<em>s inscrições vão até o dia 27 de fevereiro</em></h5>



<span id="more-99012"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="422" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-750x422.webp" alt="" class="wp-image-99014" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-750x422.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-300x169.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-180x101.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1-768x432.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/02/Ilha-da-Pescaria-Gustavo-Aquino-31ago25-1.webp 1411w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Gustavo Aquino / Correio do Litoral</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Como forma de apoiar iniciativas de implementação e fortalecimento de inovações na avaliação de impactos ambientais, nos processos de licenciamento ambiental e no monitoramento de empreendimentos no litoral do Paraná, o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP), por meio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) lançou um novo edital que vai destinar R$ 3,2 milhões para a região.&nbsp;</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://chamadas.funbio.org.br/avaliacao-de-impactos" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Chamada 02/2026 – Avaliação de Impactos – TAJ Litoral do Paraná</em>&nbsp;</a>convida organizações não governamentais com atuação na área ambiental, universidades privadas sem fins lucrativos, fundações privada,&nbsp;inclusive ligadas a universidades públicas e instituições privadas de pesquisa, desde que legalmente constituídas e com, no mínimo, três anos de experiência e atuação no território, a apresentarem propostas que contribuam para o aprimoramento técnico, metodológico e institucional desses processos, considerados estratégicos para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável da região.&nbsp;</p>



<p>O processo de seleção será realizado em três etapas, sendo análise preliminar, avaliação técnica e deliberação pelo Conselho Gestor do BLP. As propostas devem ter valor mínimo de R$ 500 mil e podem solicitar até R$ 1,6 milhão por projeto, sendo obrigatória a apresentação de contrapartida mínima de 20%, financeira ou não financeira. Os projetos deverão ser executados em até 36 meses no Litoral do Paraná, contemplando os municípios de Antonina, Guaraqueçaba, Morretes, Paranaguá, Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná.</p>



<p>O prazo para envio de dúvidas segue até 19 de fevereiro, enquanto as propostas podem ser submetidas para análise até 27 de fevereiro, às 23h45 (horário de Brasília). O edital completo e outras informações estão disponíveis no site<a href="https://chamadas.funbio.org.br/avaliacao-de-impactos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;https://chamadas.funbio.org.br/avaliacao-de-impactos</a>. Esclarecimentos adicionais podem ser solicitados pelo e-mail&nbsp;<a href="mailto:gerencia.paranagua@funbio.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gerencia.paranagua@funbio.org.br</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná</strong></h2>



<p>Criado em 2021, o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná promove a conservação, a pesquisa e o uso responsável dos recursos naturais, fortalecendo Unidades de Conservação e impulsionando o desenvolvimento sustentável do litoral paranaense. Financiado pelo Termo de Acordo Judicial (TAJ) firmado após o vazamento de óleo ocorrido em 2001, o Programa transformou um passivo ambiental em investimento histórico em conservação: serão mais de R$ 110 milhões destinados a iniciativas estratégicas ao longo de dez anos.</p>



<p>A governança do Programa é compartilhada entre organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), supervisionados pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Paraná. A gestão financeira e operacional do Programa é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Para saber mais, acesse<a href="http://www.biodiversidadelitoralpr.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;www.biodiversidadelitoralpr.com.br</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novas regras visam diminuir impacto dos visitantes no Pico Paraná</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/novas-regras-visam-diminuir-impacto-dos-visitantes-no-pico-parana/94630</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 17:42:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[Antonina]]></category>
		<category><![CDATA[Campina Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[IAT]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhas e Trilhas no Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Estadual Pico Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Pico Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Biodiversidade Litoral do Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1478" height="984" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana.webp 1478w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-750x499.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-768x511.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1478px) 100vw, 1478px" /></div>
<p>Plano de Uso Público Emergencial do Parque Estadual Pico Paraná traz novas regras de visitação e prevê, no futuro, a proibição de acampamento em alguns locais O Instituto Água e Terra (IAT) publicou a Portaria nº 470/2025 que determina o Plano de Uso Público Emergencial (PUP) do Parque Estadual Pico Paraná, entre Antonina e Campina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1478" height="984" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana.webp 1478w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-750x499.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-768x511.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1478px) 100vw, 1478px" /></div>
<h5 class="wp-block-heading"><em>Plano de Uso Público Emergencial do Parque Estadual Pico Paraná traz novas regras de visitação e prevê, no futuro, a proibição de acampamento em alguns locais</em></h5>



<span id="more-94630"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="499" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-750x499.webp" alt="" class="wp-image-94632" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-750x499.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana-768x511.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/pico_parana.webp 1478w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Denis Ferreira Netto/Sedest</figcaption></figure>



<p></p>



<p>O Instituto Água e Terra (IAT) publicou a <a href="https://www.iat.pr.gov.br/Pagina/Planos-de-Uso-Publico" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portaria nº 470/2025</a> que determina o Plano de Uso Público Emergencial (PUP) do Parque Estadual Pico Paraná, entre Antonina e Campina Grande do Sul, que tem o ponto mais alto da região Sul do Brasil, com 1.877 metros de altitude. </p>



<p>De acordo com o IAT, as normas e diretrizes tem o objetivo de controlar a visitação para minimizar os impactos da presença do público, assegurando assim a preservação da unidade de conservação, a segurança dos visitantes e o ordenamento das atividades no local. </p>



<p>A elaboração do PUP contou com financiamento e apoio técnico do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná, criado para gerenciar recurso da indenização da Petrobras por causa de um vazamento de óleo entre a Serra do Mar e o Litoral ocorrido em 2001.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Gradativamente</h2>



<p>As novas regras serão aplicadas de forma gradual, conforme plano de ação estabelecido pelo PUP. Entre as diretrizes já em vigor estão o fechamento de clareiras para recuperação ambiental; cadastro obrigatório de visitantes; e a assinatura do Termo de Conhecimento de Riscos e Normas, contendo regras específicas sobre condutas permitidas.</p>



<p>Outras proposições, como limite ao número máximo diário de visitantes; reserva para acampamento/pernoite; utilização da placa de identificação na barraca; marcação de locais para instalação dessas barracas; e o número de equipamentos permitido por clareira ainda estão em estudo por parte do IAT e serão implementadas em um outro momento, de acordo com cronograma prévio estabelecido pelo próprio PUP.</p>



<p>Isso vale também para o cadastramento de guias e condutores ambientais que poderão atuar no parque, medida que será implementada com a publicação de regulamentação específica.</p>



<p>“O número de visitantes tem crescido exponencialmente e, com isso, gerado um grande impacto no parque. O Plano de Uso Público Emergencial serve para ordenar tudo isso, para que a visitação cause o menor impacto possível”, diz a chefe da Unidade de Conservação, Marina Gomes Rampim.</p>



<p>O texto completo do Plano de Uso Público Emergencial está disponível no site do IAT. Novas informações e atualizações serão publicadas conforme a implementação das medidas previstas no documento.</p>



<p>“Ressalta-se que, no momento, não há exigência de cadastro antecipado nem de reserva para acampamentos no Parque Estadual Pico Paraná. Todas as ações e implementações serão previamente e amplamente divulgados nos canais oficiais de comunicação do IAT”, destaca Marina. “O objetivo é assegurar que a visitação ao parque ocorra de forma responsável, garantindo o cuidado dos ecossistemas”, acrescenta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acampamento proibido e debate </h2>



<p>No grupo do Facebook Montanhas e Trilhas no Paraná o montanhista @renatotravels divulga algumas das futuras mudanças que vão impactar os aventureiros:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>&#8220;O Acampamento será proibido em alguns cumes, como: Pico Paraná, Caratuva, Tucum, União, Ibitirati e outros.</em></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Locais Permitidos: Camapuã, Itapiroca, Abrigo 1, Abrigo 2, Siririca e Cerro Verde</em></li>



<li><em>O acesso às trilhas passa a ser limitado e também exige agendamento prévio.</em></li>



<li><em>Em dias de chuva não será permitido o acesso às trilhas, sendo liberado novamente após o período de 24h sem precipitação;</em></li>



<li><em>É obrigatório o uso de kit dejetos para coleta de resíduos (Shit tube com volume mínimo de 2 litros, cal virgem, jornal e sacola plástica) em pernoites e travessias.</em></li>



<li><em>Proibido fora dos locais estabelecidos pelo IAT;</em></li>



<li><em>Os condutores ambientais devem estar credenciados para atuar no Parque, conforme legislação vigente;</em></li>



<li><em>Os grupos guiados por condutores de visitantes devem ter, ao menos, 1 guia condutor a cada 4 visitantes</em>;</li>



<li><em>Os grupos comerciais não devem exceder o número de 12 visitantes;</em></li>



<li><em>Para atividades de um dia, sem pernoite, cada grupo comercial de visitantes deverá portar pelo menos um kit dejetos.</em>&#8220;</li>
</ul>



<p>A postagem gerou intenso debate entre os montanhistas. Leia: <a href="https://www.facebook.com/share/p/19kX8FYoEP/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.facebook.com/share/p/19kX8FYoEP/</a></p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/novas-regras-visam-diminuir-impacto-dos-visitantes-no-pico-parana/94630">Novas regras visam diminuir impacto dos visitantes no Pico Paraná</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Programa Biodiversidade destina mais de R$ 1,2 milhão para UCs do Litoral</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/programa-biodiversidade-destina-mais-de-r-12-milhao-para-ucs-do-litoral/94560</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 13:25:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[APA de Guaratuba]]></category>
		<category><![CDATA[Arie dos Valadares]]></category>
		<category><![CDATA[arque Natural Municipal do Manguezal do Rio Perequê]]></category>
		<category><![CDATA[Funbio]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Brasileiro para a Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Guaratuba]]></category>
		<category><![CDATA[Paranaguá]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Estadual do Boguaçu]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Municipal da Reserva]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Municipal Natural Lagoa do Parado]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Natural Municipal do Ribeirão dos Almeidas]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Natural Municipal do Rio das Pedras]]></category>
		<category><![CDATA[Pontal do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Biodiversidade Litoral do Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="900" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez.webp 1200w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez-300x225.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez-750x563.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez-180x135.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez-768x576.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez-86x64.webp 86w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></div>
<p>Três municípios e o IAT terão execução imediata de propostas aprovadas para planos de manejo, sinalização e conselhos gestores O Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP) anunciou nesta semana o resultado das Manifestações de Interesse 01/2025 e 02/2025, destinando R$ 1.251.500 para fortalecer a gestão de unidades de conservação (UCs) no Litoral do Paraná. Os [&#8230;]</p>
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<h5 class="wp-block-heading"><em>Três municípios e o IAT terão execução imediata de propostas aprovadas para planos de manejo, sinalização e conselhos gestores</em></h5>



<span id="more-94560"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="563" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez-750x563.webp" alt="" class="wp-image-94562" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez-750x563.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez-300x225.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez-180x135.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez-768x576.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez-86x64.webp 86w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Estadual-do-Boguacu-–-Edgar-Fernandez.webp 1200w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Parque Estadual do Boguaçu | foto: Edgar Fernandez</figcaption></figure>



<p></p>



<p>O Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP) anunciou nesta semana o resultado das Manifestações de Interesse 01/2025 e 02/2025, destinando R$ 1.251.500 para fortalecer a gestão de unidades de conservação (UCs) no Litoral do Paraná. Os editais foram lançados em julho deste ano e os recursos serão executados de forma imediata, contemplando ações como elaboração de planos de manejo, implantação de sinalização e criação e manutenção de conselhos gestores.</p>



<p>Na primeira Manifestação, destinada a planos de manejo e sinalização, foram selecionadas três propostas. No município de <strong>Guaratuba</strong> está previsto o apoio à elaboração do plano de manejo do <strong>Parque Natural Municipal da Lagoa do Parado</strong>, com investimento de<strong> R$ 350 mil</strong>.</p>



<p>Em <strong>Paranaguá</strong>, o foco será a implantação de sinalização de acesso às UCs municipais Área de Relevante Interesse Ecológico <strong>(Arie) dos Valadares</strong>, <strong>Parque Natural Municipal do Rio das Pedras</strong> e <strong>Parque Natural Municipal do Ribeirão dos Almeidas</strong>, com <strong>R$ 100 mil</strong> previstos.</p>



<p>Já em <strong>Pontal do Paraná</strong>, os investimentos de <strong>R$ 300 mil</strong> contemplam a sinalização e elaboração dos planos de manejo do <strong>Parque Natural Municipal do Manguezal do Rio Perequê </strong>e do <strong>Parque Municipal da Reserva</strong>.</p>



<p>Na Manifestação 02/2025, voltada à formação e manutenção de conselhos gestores, duas propostas foram aprovadas. Também em<strong> Guaratuba</strong>, o Programa vai apoiar a  formação do conselho gestor do <strong>Parque Natural Municipal da Lagoa do Parado</strong>, com <strong>R$ 51,5 mil</strong>. Já o Instituto Água e Terra (IAT) receberá <strong>R$ 450 mil </strong>para a criação e manutenção do conselho gestor do <strong>Parque Estadual do Boguaçu</strong>, a reativação do conselho da <strong>APA de Guaratuba</strong> e a formação de conselhos em outras UCs do Litoral.</p>



<p>Os recursos serão operacionalizados pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), responsável pela gestão financeira do Programa, e as instituições executoras terão até 24 meses para implementar as ações aprovadas.&nbsp;“Planos de Manejo e Conselhos Gestores são ferramentas básicas de gestão de uma unidade de conservação, e que permitirão o direcionamento estratégico de investimentos no futuro, com participação social nessas decisões. Uma das metas do Programa é que todas as unidades de conservação do litoral do Paraná disponham das duas ferramentas, para que nos próximos anos possamos investir na consolidação dessas áreas protegidas, potencializando ganhos sociais, ambientais e econômicos no território”, comenta Daniela Leite, gerente do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="422" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Arie-Valadares-750x422.jpg" alt="" class="wp-image-94561" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Arie-Valadares-750x422.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Arie-Valadares-300x169.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Arie-Valadares-180x101.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Arie-Valadares-768x432.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Arie-Valadares.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Arie Valadares | foto: Semma / Prefeitura de Paranaguá</figcaption></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná</strong></h2>



<p>Criado em 2021, o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná promove a conservação, a pesquisa e o uso responsável dos recursos naturais, fortalecendo Unidades de Conservação e impulsionando o desenvolvimento sustentável do litoral paranaense. </p>



<p>Financiado pelo Termo de Acordo Judicial (TAJ) firmado após vazamento de óleo ocorrido em 2001, o Programa investirá mais de R$ 110 milhões em iniciativas estratégicas ao longo de dez anos.</p>



<p>A governança do programa é compartilhada entre organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), supervisionados pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Paraná. A gestão financeira e operacional do Programa é realizada pelo Funbio. </p>



<p>Para saber mais, acesse<a href="http://www.biodiversidadelitoralpr.com.br/" target="_blank" rel="noopener"> www.biodiversidadelitoralpr.com.br</a>.</p>



<p></p>
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		<title>Programa Biodiversidade Litoral do Paraná apoia proteção ambiental em Guaratuba</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/programa-biodiversidade-litoral-do-parana-apoia-protecao-ambiental-em-guaratuba/94491</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 12:09:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guaratuba]]></category>
		<category><![CDATA[Edgar Fernandez]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Natural Municipal Lagoa do Parado]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Biodiversidade Litoral do Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1612" height="907" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2.webp 1612w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2-300x169.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2-750x422.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2-180x101.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2-768x432.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2-1536x864.webp 1536w" sizes="auto, (max-width: 1612px) 100vw, 1612px" /></div>
<p>Com recursos do Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP), projetos fortalecem fiscalização, combate ao desmatamento e ações educativas em áreas de preservação como o Parque Natural Municipal Lagoa do Parado Com 97% do território coberto por áreas naturais, Guaratuba, no litoral do Paraná, tem ampliado as políticas públicas voltadas à conservação ambiental com o apoio do [&#8230;]</p>
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<p><em>Com recursos do Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP), projetos fortalecem fiscalização, combate ao desmatamento e ações educativas em áreas de preservação como o Parque Natural Municipal Lagoa do Parado</em></p>



<span id="more-94491"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="422" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2-750x422.webp" alt="" class="wp-image-94492" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2-750x422.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2-300x169.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2-180x101.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2-768x432.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2-1536x864.webp 1536w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-2.webp 1612w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Parque Lagoa do Parado | fotos: Edgar Fernandez</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Com 97% do território coberto por áreas naturais, Guaratuba, no litoral do Paraná, tem ampliado as políticas públicas voltadas à conservação ambiental com o apoio do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP), iniciativa que fortalece unidades decConservação (UCs) da região e tem o gerenciamento operacional e financeiro feito pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio). Por meio de investimento do Programa, a Prefeitura de Guaratuba está adquirindo equipamentos, promovendo capacitação de equipes e fortalecendo a conservação da biodiversidade. </p>



<p>A Secretaria Municipal de Meio Ambiente conduz, atualmente, quatro projetos com recursos do BLP, que já possibilitaram a aquisição de embarcação, drones, veículos e outros equipamentos para o monitoramento, especialmente em áreas de difícil acesso. “Guaratuba tem 97% do território formado por áreas naturais, matas e rios. Nosso desafio é grande, mas estamos conseguindo mostrar que com vontade, equipe técnica e apoio dos editais certos, é possível fazer a conservação acontecer de verdade”, afirma Edgar Fernandez, biólogo e diretor da Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Guaratuba.&nbsp;</p>



<p>A atuação da equipe técnica, formada por biólogo, engenheiro florestal, analista e agentes de fiscalização tem sido reforçada por parcerias com universidades, órgãos estaduais e a Polícia Ambiental. Juntos, são realizadas ações de combate à caça e pesca predatórias, resgate de fauna e resposta a eventos climáticos extremos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Foco é na Lagoa do Parado&nbsp;</strong></h2>



<p>Um dos principais focos das ações da Prefeitura de Guaratuba com os recursos do BLP é o Parque Natural Municipal Lagoa do Parado, criado por decreto municipal em 2004. Com 3.600 hectares de manguezais, áreas alagadas e floresta ombrófila densa, a UC é considerada um verdadeiro santuário ecológico da Baía de Guaratuba, com presença de espécies ameaçadas como o bicudinho-do-brejo (<em>Formicivora acutirostris</em>).</p>



<p>Além das ações de fiscalização e monitoramento, a Prefeitura também aposta na educação ambiental e no fortalecimento da identidade do território. Um dos eixos de trabalho envolve o uso de imagens captadas na própria UC para produzir e estimular o sentimento de pertencimento entre moradores da cidade e a natureza ao redor. O trabalho no Parque inclui etapas estruturantes como a revisão de limites da unidade, em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a criação de um Conselho Gestor e a elaboração do plano de manejo.&nbsp;</p>



<p>“Estamos usando imagens da nossa biodiversidade, da fauna e flora locais, para mostrar à população o quanto esse espaço é valioso. Isso cria vínculo e faz com que a comunidade se sinta parte da preservação”, explica Edgar. A expectativa é de que, ao fim de dois anos, a Lagoa do Parado esteja formalmente consolidada como UC, com gestão participativa e monitoramento contínuo.</p>



<p>Reconhecida como parte da Grande Reserva Mata Atlântica, o maior remanescente contínuo de floresta do bioma no Brasil, a Lagoa do Parado também integra o Sítio Ramsar — título internacional concedido a áreas úmidas de importância ecológica. Junto de outras unidades, como a APA Estadual de Guaratuba, o Parque Estadual do Boguaçu e os parques nacionais Saint-Hilaire/Lange e Guaricana, compõem um mosaico de grande importância à preservação da fauna, flora e dos recursos hídricos da região.</p>



<p>Para consultar os projetos em andamento da Prefeitura de Guaratuba e de outras iniciativas apoiadas pelo BLP, clique&nbsp;<a href="https://biodiversidadelitoralpr.com.br/iniciativas-apoiadas/" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a>&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="563" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/bicudinho-do-brejo--750x563.webp" alt="" class="wp-image-94493" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/bicudinho-do-brejo--750x563.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/bicudinho-do-brejo--300x225.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/bicudinho-do-brejo--180x135.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/bicudinho-do-brejo--768x576.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/bicudinho-do-brejo--86x64.webp 86w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/bicudinho-do-brejo-.webp 1080w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Bicudinho-do-brejp</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná</strong></h2>



<p>Criado em 2021, o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná promove a conservação, a pesquisa e o uso responsável dos recursos naturais, fortalecendo Unidades de Conservação e impulsionando o desenvolvimento sustentável do litoral paranaense. Financiado pelo Termo de Acordo Judicial (TAJ) firmado após o vazamento de óleo ocorrido em 2001, o Programa investirá mais de R$ 110 milhões em iniciativas estratégicas ao longo de dez anos.</p>



<p>A governança do programa é compartilhada entre organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), supervisionados pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Paraná. A gestão financeira e operacional do Programa é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Para saber mais, acesse <a href="http://www.biodiversidadelitoralpr.com.br/" target="_blank" rel="noopener">www.biodiversidadelitoralpr.com.br</a>.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="515" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-750x515.webp" alt="" class="wp-image-94494" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-750x515.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-300x206.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-180x124.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-768x527.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Natural-Municipal-Lagoa-do-Parado-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju.webp 1240w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Parque Lagoa do Parado</figcaption></figure>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dois editais destinam R$ 3 milhões para Unidades de Conservação do Litoral</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/dois-editais-destinam-r-3-milhoes-para-unidades-de-conservacao-do-litoral/92701</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Aquino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 22:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[Antonina]]></category>
		<category><![CDATA[Funbio]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Biodiversidade Litoral do Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1296" height="729" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Biodiversidade-Editais.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Biodiversidade-Editais.webp 1296w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Biodiversidade-Editais-300x169.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Biodiversidade-Editais-750x422.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Biodiversidade-Editais-180x101.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Biodiversidade-Editais-768x432.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1296px) 100vw, 1296px" /></div>
<p>O Programa Biodiversidade Litoral do Paraná abriu duas chamadas de manifestação de interesse voltadas aos órgãos gestores das unidades de conservação estaduais e municipais localizadas em sete municípios: Antonina, Guaraqueçaba, Morretes, Paranaguá, Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná. </p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/dois-editais-destinam-r-3-milhoes-para-unidades-de-conservacao-do-litoral/92701">Dois editais destinam R$ 3 milhões para Unidades de Conservação do Litoral</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1296" height="729" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Biodiversidade-Editais.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Biodiversidade-Editais.webp 1296w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Biodiversidade-Editais-300x169.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Biodiversidade-Editais-750x422.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Biodiversidade-Editais-180x101.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Biodiversidade-Editais-768x432.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1296px) 100vw, 1296px" /></div>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="516" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Foto-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-1-750x516.webp" alt="" class="wp-image-92709" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Foto-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-1-750x516.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Foto-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-1-300x206.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Foto-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-1-180x124.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/Foto-Edgar-Fernandez-Instituto-Guaju-1.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Parque do Boguaçu, em Guaratuba | foto: Edgar Fernandez / Instituto Guaju</figcaption></figure>



<p></p>



<p>O Programa Biodiversidade Litoral do Paraná abriu duas chamadas de manifestação de interesse voltadas aos órgãos gestores das unidades de conservação estaduais e municipais localizadas em sete municípios: Antonina, Guaraqueçaba, Morretes, Paranaguá, Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná. As propostas podem envolver parcerias com o setor privado.</p>



<p>Os recursos, no total de R$ 3 milhões são do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio). Confira as duas chamadas:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Manifestação de Interesse 01/2025</h3>



<p>Com recursos de até R$ 2,5 milhões, o edital vai apoiar a elaboração ou revisão de planos de manejo e ações de sinalização para estaduais e municipais. <a href="https://preprod-chamadas.funbio.org.br/manifestacaodeinteresse012025" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui</a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="237" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-1-750x237.webp" alt="" class="wp-image-92706" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-1-750x237.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-1-300x95.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-1-180x57.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-1-768x243.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-1-1536x486.webp 1536w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-1.webp 1554w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">Manifestação de Interesse 02/2025</h3>



<p>Com até R$ 500 mil disponíveis, o apoio é direcionado à formação e manutenção de conselhos gestores consultivos ou deliberativos das UCs, fortalecendo a gestão participativa e a articulação com comunidades e instituições do território. <a href="https://preprod-chamadas.funbio.org.br/manifestacaodeinteresse022025" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui</a>.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="200" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-2-750x200.webp" alt="" class="wp-image-92707" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-2-750x200.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-2-300x80.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-2-180x48.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-2-768x205.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/chamada-2.webp 1502w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Portal de chamadas</h2>



<p>Os editais completos também estão disponíveis no site <a href="https://preprod-chamadas.funbio.org.br/" target="_blank" rel="noopener">preprod-chamadas.funbio.org.br</a>. As inscrições serão recebidas até 30 de julho.</p>



<p>Esclarecimentos e informações poderão ser solicitados até às 23h59 do dia 15 de julho de 2025 pelo site do Funbio ou pelo e-mail&nbsp; gerencia.paranagua@funbio.org.br</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Programa de Conservação da Biodiversidade do Litoral do Paraná</h2>



<p>O programa Biodiversidade Litoral do Paraná foi criado em 2021 para atuar na conservação da biodiversidade e ao fortalecimento das Unidades de Conservação da região. </p>



<p>O programa realiza suas atividades com recursos do Termo de Acordo Judicial (TAJ) firmado em 2012 por Petrobras, Ministérios públicos estadual do Paraná e federal, Estado do Paraná e Instituto Ambiental do Paraná (IAP).</p>



<p>Esse acordo destinou R$ 110 milhões para a recuperação ambiental e o fortalecimento da conservação no litoral do Estado, como compensação pelo derramamento de óleo na região da Serra do Mar, ocorrido em 2001.</p>



<p>O foco é apoiar projetos, promover ações sustentáveis e fortalecer o diálogo com a sociedade para valorizar esse território único.<br>A condução do programa é feita por organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior e ICMBio, supervisionados pelo Ministério Público Federal &#8211; MPF e pelo Ministério Público do Paraná &#8211; MPPR. Os recursos são gerenciados pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio).</p>



<p></p>



<p>Saiba mais: <a href="https://www.instagram.com/biodiversidade.litoralpr" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/biodiversidade.litoralpr</a></p>
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