<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de</title>
	<atom:link href="https://www.correiodolitoral.com/tag/programa-de-monitoramento-das-praias/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.correiodolitoral.com/tag/programa-de-monitoramento-das-praias</link>
	<description>Notícias do Litoral do Paraná</description>
	<lastBuildDate>Fri, 29 Aug 2025 19:23:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/11/logo-CL-180x180.png</url>
	<title>Arquivo de</title>
	<link>https://www.correiodolitoral.com/tag/programa-de-monitoramento-das-praias</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Monitoramento das Praias comemora 10 anos com soltura de pinguins</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/monitoramento-das-praias-comemora-10-anos-com-soltura-de-pinguins/94390</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 21:16:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[LEC-UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[pinguim-de-magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[PMP-BS]]></category>
		<category><![CDATA[Pontal do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Monitoramento das Praias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.correiodolitoral.com/?p=94390</guid>

					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1555" height="1036" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.webp 1555w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-768x512.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-1536x1023.webp 1536w" sizes="(max-width: 1555px) 100vw, 1555px" /></div>
<p>Após dois meses de reabilitação, grupo de pinguins é reabilitado e volta ao mar no Paraná Nesta segunda-feira (25), após exatamente dois meses do primeiro registro de encalhe de pinguim-de-magalhães (Spheniscus magellanicus) da temporada de inverno 2025 no Litoral do Paraná, um grupo de animais reabilitados voltou ao oceano. A soltura marcou dois momentos importantes: [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/monitoramento-das-praias-comemora-10-anos-com-soltura-de-pinguins/94390">Monitoramento das Praias comemora 10 anos com soltura de pinguins</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1555" height="1036" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.webp 1555w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-768x512.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-1536x1023.webp 1536w" sizes="(max-width: 1555px) 100vw, 1555px" /></div>
<p><em>Após dois meses de reabilitação, grupo de pinguins é reabilitado e volta ao mar no Paraná</em></p>



<span id="more-94390"></span>



<figure class="wp-block-video"><video height="404" style="aspect-ratio: 720 / 404;" width="720" controls src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul-Imagens_-LEC-UFPR-14.mp4"></video><figcaption class="wp-element-caption">Vídeo: LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Nesta segunda-feira (25), após exatamente dois meses do primeiro registro de encalhe de pinguim-de-magalhães (<em>Spheniscus magellanicus</em>) da temporada de inverno 2025 no Litoral do Paraná, um grupo de animais reabilitados voltou ao oceano. </p>



<p>A soltura marcou dois momentos importantes: além de simbolizar a recuperação das aves que chegaram debilitadas às praias, o evento celebra o aniversário de 10 anos de atuação do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) no litoral paranaense. “Cada soltura é o resultado de um trabalho coletivo e multidisciplinar que envolve ciência, dedicação e compromisso. Para a equipe, ver esses animais voltando ao mar com saúde é a melhor forma de celebrar uma década de esforços em prol da conservação da biodiversidade”, afirma Camila Domit, coordenadora do Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC) da UFPR e do PMP-BS no Paraná.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Encalhes em 2025: cenário e números</strong></h2>



<p>Os pinguins-de-magalhães chegam anualmente ao litoral brasileiro entre os meses de maio e setembro, vindos da Patagônia Argentina e Chilena. Percorrem aproximadamente 4 mil quilômetros em busca de alimento, mas nem todos conseguem completar o trajeto, especialmente os animais juvenis. Muitos encalham nas praias já debilitados, seja pela exaustão natural da migração ou devido à interações com atividades humanas, como redes de pesca e lixos.</p>



<p>Em 2025, até 17 de agosto, foram registrados 373 pinguins encalhados no Paraná. Desse total, 326 foram encontrados sem vida, mas 47 chegaram vivos às praias, sendo resgatados pela equipe do PMP-BS/LEC-UFPR e encaminhados ao Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise de Saúde da Fauna Marinha (CReD/UFPR).</p>



<p>De acordo com o médico veterinário Felipe Fukumori, do PMP-BS/LEC-UFPR, os animais resgatados com vida geralmente apresentam a chamada síndrome do pinguim encalhado, onde, após avaliação clínica, é confirmando que o indivíduo encontra-se debilitado, subnutrido, desidratado e incapaz de manter a própria temperatura corporal. Entretanto, os encalhes deste ano também puderam ser associados a outras atividades antrópicas, identificadas através de exames clínicos e necropsia. “Durante o atendimento foi possível identificar marcas no animal de emalhe em redes de pesca, que comprovam a interação com a atividade pesqueira. Além disso, através de exames de imagens e posteriormente na necropsia, foram encontrados fragmentos, como plástico e outros lixos no sistema digestivo dos pinguins”, complementa Felipe.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-750x500.webp" alt="" class="wp-image-94391" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-768x512.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-1536x1023.webp 1536w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.webp 1555w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: LEC/UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recuperação: do resgate à soltura</strong></h2>



<p>O processo de recuperação dos pinguins-de-Magalhães começa no momento em que encalham nas praias. O trabalho realizado pelos técnicos de monitoramento e monitores de campo é fundamental para aumentar as chances de sobrevivência dos indivíduos.</p>



<p>No CReD/UFPR, os animais recebem atendimento especializado, que inclui exames clínicos e laboratoriais para identificar o estado geral e possíveis complicações. A partir desse diagnóstico, inicia-se a fase de estabilização e hidratação, seguida de uma dieta balanceada, composta por peixes frescos e suplementação nutricional.</p>



<p>À medida que evoluem na reabilitação, os pinguins passam a ter acesso às piscinas, onde recuperam força muscular, voltam a impermeabilizar as penas e readquirem comportamentos sociais importantes, como a formação de grupos. Essa fase é decisiva para avaliar se eles estão prontos para voltar ao oceano. Somente quando atingem as condições ideais de saúde, peso e comportamento, os pinguins recebem a liberação para a soltura.</p>



<p>Segundo Liana Rosa, bióloga e gerente operacional do PMP-BS/LEC-UFPR, o retorno do animal à natureza é o reflexo do esforço coletivo feito pela equipe. <em>“</em>Desde o primeiro atendimento na praia até os dias de reabilitação no CReD, cada etapa é fundamental para garantir a saúde e o bem estar dos animais. Nosso objetivo é devolver esses animais saudáveis ao oceano e cada soltura é a materialização do nosso trabalho em prol da conservação marinha”, completou Liana.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>10 anos trabalhando pela ciência e conservação</strong></h2>



<p>A soltura deste primeiro grupo de pinguins reabilitados ganha um significado especial em 2025: ela marca o aniversário de 10 anos do PMP-BS no Paraná. Desde agosto de 2015, o projeto já registrou quase 30 mil animais marinhos encalhados no litoral do estado, gerando informações fundamentais sobre a biodiversidade local e sobre os impactos das atividades humanas no ambiente costeiro.</p>



<p>Ao longo dessa década, o projeto monitorou, registrou, analisou e reabilitou a fauna marinha, mas foi além, também contribuiu para a formulação de políticas públicas de conservação e em prol da qualidade ambiental, para a sensibilização da sociedade e para a formação de dezenas de jovens pesquisadores. “Através do nosso trabalho transformamos dados em informação, ciência em ação e pesquisa em impacto real para a sociedade. Essa é a essência da nossa atuação: compreender e atuar ativamente para garantir um ambiente de qualidade para todos, incluindo seres humanos, fauna e flora”, resume Camila.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pinguins de volta ao mar</strong></h2>



<p>O momento da soltura é planejado com cuidado. Sob supervisão da equipe, os pinguins caminham pela areia até alcançarem o mar, onde retomam ao oceano. O momento, além de emocionante, simboliza a conexão entre ciência, sociedade e a conservação do oceano e da vida.</p>



<p><strong>SOBRE O PMP-BS</strong>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. No estado do Paraná, Trecho 6, a execução do projeto é realizada pela equipe LEC/UFPR (@lecufpr e <a href="http://www.lecufpr.net">www.lecufpr.net</a>).</p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/monitoramento-das-praias-comemora-10-anos-com-soltura-de-pinguins/94390">Monitoramento das Praias comemora 10 anos com soltura de pinguins</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		<enclosure url="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul-Imagens_-LEC-UFPR-14.mp4" length="14726335" type="video/mp4" />

			</item>
		<item>
		<title>Mais de 300 tartarugas-verde encalharam no litoral do Paraná em julho</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/mais-de-300-tartarugas-verde-encalharam-no-litoral-do-parana-em-julho/93794</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 18:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[LEC-UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[PMP-BS]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Monitoramento das Praias]]></category>
		<category><![CDATA[tartaruga-verde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.correiodolitoral.com/?p=93794</guid>

					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="864" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde.webp 1280w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-300x203.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-750x506.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-180x122.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-768x518.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div>
<p>Número representa aumento de 502% em relação ao mesmo período do ano passado Julho de 2025 terminou com um dado que chamou atenção dos pesquisadores no Litoral do Paraná: 314 encalhes de tartaruga-verde (Chelonia mydas) foram registrados apenas neste mês, um aumento de 502% em relação ao mesmo período de 2024, quando houve 52 encalhes. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/mais-de-300-tartarugas-verde-encalharam-no-litoral-do-parana-em-julho/93794">Mais de 300 tartarugas-verde encalharam no litoral do Paraná em julho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="864" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde.webp 1280w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-300x203.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-750x506.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-180x122.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-768x518.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div>
<h6 class="wp-block-heading"><em>Número representa aumento de 502% em relação ao mesmo período do ano passado</em></h6>



<span id="more-93794"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="506" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-750x506.webp" alt="" class="wp-image-93796" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-750x506.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-300x203.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-180x122.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-768x518.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde.webp 1280w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tartaruga-verde encalhada em Matinhos. Foto: PMP-BS/LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Julho de 2025 terminou com um dado que chamou atenção dos pesquisadores no Litoral do Paraná: 314 encalhes de tartaruga-verde (<em>Chelonia mydas</em>) foram registrados apenas neste mês, um aumento de 502% em relação ao mesmo período de 2024, quando houve 52 encalhes. Os dados são do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), executado no litoral paranaense pelo Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (LEC-UFPR). A equipe realiza o monitoramento diário das praias entre Guaratuba e Guaraqueçaba.</p>



<p>Segundo especialistas, o aumento acompanha uma tendência observada nos últimos invernos, mas os números de 2025 foram especialmente altos. “Estamos diante de um cenário que exige atenção. As tartarugas-verdes são comuns na nossa região, especialmente em sua fase juvenil, e essa concentração de encalhes é reflexo direto das pressões que esses animais enfrentam no ambiente marinho”, afirma Camila Domit, coordenadora do PMP-BS/UFPR.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tartaruga-verde: espécie residente e vulnerável</strong></h2>



<p>A tartaruga-verde é considerada residente temporária no litoral do Paraná, permanecendo na região principalmente durante sua fase juvenil, em busca de alimento e desenvolvimento. Durante esta fase da vida, os indivíduos são “onívoros”, ou seja, se alimentam de peixes, lulas, mas também de algas, propágulos de mangue e gramas marinhas, desempenhando papel fundamental no equilíbrio dos ecossistemas costeiros.</p>



<p>Na fase adulta, a tartaruga-verde se torna uma das maiores espécies de tartarugas marinhas, podendo atingir quase 1,5 metro de comprimento e cerca de 230 kg. Neste estágio, sua dieta é predominantemente herbívora, composta principalmente por algas e gramíneas marinhas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC-750x500.jpg" alt="" class="wp-image-93795" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC-750x500.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC-300x200.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC-180x120.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC-768x512.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC-1536x1023.jpg 1536w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tartaruga-verde reabilitada e solta pelo LEC-UFPR. Foto: Ana Cláudia Nunes LEC-UFPR </figcaption></figure>



<p></p>



<p>A espécie está classificada como vulnerável à extinção no Estado do Paraná, conforme o <a href="https://www.parana.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2024-06/decreto_fauna.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Decreto Estadual nº 6.040/2024</strong></a>. Por isso, além de sua relevância ecológica, o monitoramento e a proteção desses animais constituem obrigações legais e científicas. Uma das principais ações resultantes desses compromissos, no âmbito das políticas públicas brasileiras, é o <a href="https://www.gov.br/icmbio/pt-br/assuntos/biodiversidade/pan/pan-tartarugas-marinhas" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Plano de Ação Nacional para Conservação de Tartarugas Marinhas</strong></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inverno, frentes frias e desafios ambientais</strong></h2>



<p>Durante os meses de inverno, as frentes frias provocam alterações significativas nas condições oceânicas, como a queda na temperatura da água, mudanças na salinidade, nos ventos de superfície e o redirecionamento das correntes marinhas. Essas transformações impactam diretamente as tartarugas marinhas, afetando sua capacidade de locomoção e a busca por alimento. Como consequência, muitos indivíduos, especialmente os juvenis, tornam-se mais vulneráveis a doenças, desnutrição e encalhes.</p>



<p>Além desses fatores naturais, as atividades humanas agravam ainda mais a situação da fauna marinha. Os exames realizados pela equipe multidisciplinar do LEC-UFPR revelam que muitos dos animais encalhados apresentam evidências de interação com resíduos sólidos, como a ingestão de fragmentos de plástico. Também são frequentes os registros de interações com redes da pesca e colisões com embarcações, que resultam em traumas graves, fraturas e, em muitos casos, morte imediata dos animais.</p>



<p>O médico veterinário e responsável técnico do PMP-BS/UFPR, Fábio Henrique de Lima, afirma que os encalhes nem sempre estão associados a um único fator. “As causas de mortalidade estão associadas a múltiplos fatores. Um animal debilitado por infecções, por exemplo, torna-se mais vulnerável a colisões ou ao emalhe em redes. Esses fatores, somados, comprometem a saúde dos indivíduos e ampliam os riscos de encalhes”, explica Fábio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cinco tartarugas foram encontradas com vida e seguem em reabilitação</strong></h2>



<p>Do total de 314 encalhes registrados em julho, cinco tartarugas chegaram ainda com vida. Elas foram prontamente resgatadas e encaminhadas ao Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise da Saúde da Fauna Marinha (CReD/UFPR), onde estão recebendo cuidados clínicos especializados.</p>



<p>No CReD, os animais passam por uma série de exames clínicos e laboratoriais, que buscam identificar possíveis doenças, avaliar seu estado nutricional e investigar as possíveis causas do encalhe. Após a estabilização, inicia-se o tratamento, que inclui suporte nutricional, administração de medicamentos, fisioterapia e monitoramento contínuo. O objetivo é garantir que o animal recupere a saúde e possa ser devolvido ao oceano. Entretanto, alguns indivíduos chegam em condições tão críticas que não sobrevivem, mesmo com todos os cuidados e tratamentos aplicados.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>De acordo com o médico veterinário do PMP-BS/UFPR, Felipe Yoshio Fukumori, cada animal fornece informações valiosas para a ciência e a conservação. “O trabalho de reabilitação não apenas salva a vida daquele indivíduo, mas também contribui para o conhecimento científico e para a conservação da biodiversidade marinha”, explica.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Após o resgate, o animal é levado para avaliação clínica inicial e estabilização, etapa essencial para definir o tratamento adequado. “O processo de reabilitação das tartarugas costuma ser mais lento e delicado. Cada indivíduo demanda um protocolo específico, com atenção ao seu histórico, condição corporal e resposta aos primeiros cuidados. Por isso, o acompanhamento diário e personalizado é fundamental para garantir a recuperação completa e segura até o momento da soltura”, complementa Felipe.</p>



<p><strong>Monitoramento e ações de proteção</strong></p>



<p>A atuação do LEC-UFPR é resultado de anos de trabalho contínuo e comprometido, através de diversos projetos voltados à conservação marinha. Com uma equipe multidisciplinar, o PMP-BS/LEC-UFPR realiza diariamente o monitoramento das praias paranaenses, transformando dados em conhecimento sobre os impactos que afetam a fauna marinha. “Nosso trabalho é realizado por profissionais autorizados, capacitados e licenciados pelos órgãos ambientais competentes. Cada atendimento segue protocolos técnicos que garantem o bem-estar dos animais e a segurança da população. O monitoramento é uma ferramenta poderosa que conecta ciência, conservação e compromisso ambiental”, reforça Liana Rosa, gerente operacional do PMP-BS/LEC-UFPR.</p>



<p>Além do atendimento emergencial aos animais marinhos encalhados, vivos ou mortos, todas as informações coletadas em campo são registradas no<strong> </strong><a href="https://simba.petrobras.com.br/"><strong>Sistema de Informação de Monitoramento da Biota Aquática (SIMBA)</strong></a>, que fomenta pesquisas científicas e amplia o entendimento sobre a saúde dos ecossistemas marinhos.&nbsp;</p>



<p>A proteção da fauna marinha, no entanto, não é responsabilidade apenas dos pesquisadores. O envolvimento da sociedade é fundamental. E aqui entra um ponto essencial: o respeito à legislação ambiental. A Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98) proíbe a caça, captura, ferimento ou qualquer forma de molestamento de animais silvestres. O descumprimento dessa norma pode resultar em multas e até detenção.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Por isso, ao encontrar um animal marinho encalhado, vivo ou morto, a orientação é:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mantenha distância;</li>



<li>Não toque, mesmo se parecer sem vida;</li>



<li>Não tente devolvê-lo ao mar;</li>



<li>Acione o PMP-BS/LEC-UFPR imediatamente pelos contatos oficiais.</li>
</ul>



<p>Com responsabilidade, informação e cooperação, é possível salvar vidas, fortalecer a ciência, proteger a biodiversidade e reafirmar nosso compromisso com o futuro do oceano.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>SOBRE O PMP-BS</strong></h5>



<p>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. No estado do Paraná, Trecho 6, a execução do projeto é realizada pela equipe LEC/UFPR (@lecufpr e www.lecufpr.net).</p>



<p>Link com imagens: <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1eps-kohDoj1tr09qclrIdMzseFw8NyGw?usp=sharing">https://drive.google.com/drive/folders/1eps-kohDoj1tr09qclrIdMzseFw8NyGw?usp=sharing</a>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/mais-de-300-tartarugas-verde-encalharam-no-litoral-do-parana-em-julho/93794">Mais de 300 tartarugas-verde encalharam no litoral do Paraná em julho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Baleia-jubarte juvenil encalha e morre em Pontal do Paraná</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/baleia-jubarte-juvenil-encalha-e-morre-em-pontal-do-parana/91845</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2025 21:59:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pontal do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[baleia-jubarte]]></category>
		<category><![CDATA[Camila Domit]]></category>
		<category><![CDATA[LEC/UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Leste]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Pontal do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Monitoramento das Praias]]></category>
		<category><![CDATA[Rudão Gimenes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.correiodolitoral.com/?p=91845</guid>

					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1224" height="549" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/jubarte.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/jubarte.webp 1224w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/jubarte-300x135.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/jubarte-750x336.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/jubarte-180x81.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/jubarte-768x344.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1224px) 100vw, 1224px" /></div>
<p>Uma baleia jubarte juvenil foi encontrada encalhada na manhã desta quinta-feira (19) em Praia de Leste, balneário de Pontal do Paraná, e acabou morrendo sob a vista de pesquisadores e moradores.</p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/baleia-jubarte-juvenil-encalha-e-morre-em-pontal-do-parana/91845">Baleia-jubarte juvenil encalha e morre em Pontal do Paraná</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1224" height="549" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/jubarte.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/jubarte.webp 1224w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/jubarte-300x135.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/jubarte-750x336.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/jubarte-180x81.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/jubarte-768x344.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1224px) 100vw, 1224px" /></div>
<span id="more-91845"></span>



<figure class="wp-block-video"><video height="478" style="aspect-ratio: 848 / 478;" width="848" controls src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/1.mp4"></video><figcaption class="wp-element-caption">Vídeo: Clovis Santos / PMPPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Uma baleia-jubarte foi encontrada encalhada na manhã desta quinta-feira (19) no Balneário Praia de Leste, em Pontal do Paraná.</p>



<p>O animal, uma fêmea juvenil com aproximadamente sete metros de comprimento, chegou a ser visto com vida por moradores e pela equipe da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que realiza o monitoramento diário da orla por meio do Projeto de Monitoramento de Praias. Horas depois, no entanto, não resistiu.</p>



<p>A bióloga Camila Domit, coordenadora do Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC/UFPR), esteve no local e gravou um depoimento para a equipe da Comunicação da Prefeitura de Pontal: “Fazemos o monitoramento das praias todos os dias, e hoje, durante essa rotina, encontramos a baleia. Moradores estavam na área e nos acionaram por diversos contatos da universidade. Quando a equipe chegou, o animal ainda estava vivo, mas bastante debilitado”, contou.</p>



<p>Segundo ela, o estado da baleia indicava sinais graves de desnutrição, além da presença de parasitas, como o ciamídeo (popularmente conhecido como piolho de baleia). “Esse tipo de parasita costuma aparecer quando o animal já não está bem de saúde. Além disso, o corpo apresentava sinais de caquexia, uma magreza extrema que aponta para um longo período de sofrimento”, detalhou Camila.</p>



<p>A baleia-jubarte (<em>Megaptera novaeangliae</em>) é conhecida por migrar anualmente pela costa brasileira, especialmente entre os meses de junho e julho, quando deixa a região Antártica rumo ao litoral do país para reprodução. “Esse período é sazonal. Todos os anos vemos baleias passando por aqui, é natural do ciclo migratório delas”, observou a pesquisadora.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="850" style="aspect-ratio: 478 / 850;" width="478" controls src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/Camila-Domit-Video-Clovis.mp4"></video><figcaption class="wp-element-caption">Camila Domit, coordenadora do LEC/UFPR | vídeo Clóvis Santos / PMPPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>De acordo com a equipe da UFPR, a baleia encontrada é um animal jovem, possivelmente em seu segundo ano de vida. A causa exata da morte será investigada por meio de necropsia, a ser realizada após a imobilização do corpo.</p>



<p>O procedimento deve apontar se o filhote sofria por falta de alimento, exposição a contaminantes ou doenças ligadas ao ambiente marinho.</p>



<p>Embora a espécie esteja em processo de recuperação desde o fim da caça comercial no Brasil, encerrada na década de 1990, as jubartes ainda enfrentam desafios para sobreviver, principalmente nos primeiros anos de vida.</p>



<p>O prefeito de Pontal do Paraná, Rudão Gimenes, esteve presente no local e comentou sobre a importância do trabalho conjunto com a universidade: “O monitoramento realizado pelo projeto é fundamental para o cuidado das nossas praias. A Prefeitura apoia a Universidade Federal do Paraná e sempre que necessário, seja para ajudar na remoção de animais ou em outras ações, atua junto, cuidando do nosso litoral.” afirma.</p>



<p>A ação contou com o apoio da equipe do Resgate Marinho da Univille, responsável pelo Trecho 5 do PMP-BS, que abrange o Litoral Norte de Santa Catarina, e também com o suporte da Prefeitura de Pontal do Paraná, que ofereceu auxílio logístico para o atendimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/Jubarte-1-750x500.jpg" alt="" class="wp-image-91848" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/Jubarte-1-750x500.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/Jubarte-1-300x200.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/Jubarte-1-180x120.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/Jubarte-1-768x512.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/Jubarte-1.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Clovis Santos / PMPPR</figcaption></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-video"><video height="478" style="aspect-ratio: 848 / 478;" width="848" controls src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/VID-20250619-WA0003.mp4"></video></figure>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/baleia-jubarte-juvenil-encalha-e-morre-em-pontal-do-parana/91845">Baleia-jubarte juvenil encalha e morre em Pontal do Paraná</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		<enclosure url="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/1.mp4" length="7418929" type="video/mp4" />
<enclosure url="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/Camila-Domit-Video-Clovis.mp4" length="15939075" type="video/mp4" />
<enclosure url="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/06/VID-20250619-WA0003.mp4" length="4952595" type="video/mp4" />

			</item>
		<item>
		<title>Conheça e apoie o trabalho de monitoramento de animais nas praias</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/conheca-e-apoie-o-trabalho-de-monitoramento-de-animais-nas-praias/85358</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 12:36:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[LEC/UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[PMP-BS]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Monitoramento das Praias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.correiodolitoral.com/?p=85358</guid>

					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1080" height="608" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24.jpg 1080w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24-300x169.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24-750x422.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24-180x101.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></div>
<p>Se você já viu os carros identificados com os adesivos do LEC e PMP-BS pelas praias do Paraná, saiba que eles estão circulando por motivos muito importantes: a avaliação da saúde do oceano e conservação da vida marinha.</p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/conheca-e-apoie-o-trabalho-de-monitoramento-de-animais-nas-praias/85358">Conheça e apoie o trabalho de monitoramento de animais nas praias</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1080" height="608" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24.jpg 1080w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24-300x169.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24-750x422.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24-180x101.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></div>
<span id="more-85358"></span>



<figure class="wp-block-video"><video height="720" style="aspect-ratio: 720 / 720;" width="720" controls poster="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24-frame-at-0m3s.jpg" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24.mp4"></video></figure>



<p></p>



<p>Se você já viu os carros identificados com os adesivos do LEC e PMP-BS pelas praias do Paraná, saiba que eles estão circulando por motivos muito importantes: a avaliação da saúde do oceano e conservação da vida marinha.</p>



<p>Desde 2015, o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), executado no Paraná pelo Laboratório de Ecologia e Conservação da UFPR (LEC/UFPR), monitora diariamente as praias do estado para observar, resgatar e coletar dados sobre animais <a></a>costeiros e marinhos debilitados ou mortos.</p>



<p>Além de resgatar animais marinhos como tartarugas, aves e mamíferos, a equipe coleta informações que ajudam a formular políticas públicas e estratégias para proteger a biodiversidade marinha, a saúde dos ecossistemas e sensibilizar a população sobre a importância de conservar nosso litoral.</p>



<p><strong>&#8220;<em>Ao encontrar nossa equipe em ação, lembre-se: seu apoio faz a diferença!</em>&#8220;, diz o LEC. Importante:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não bloqueio a passagem</li>



<li>Evite se aproximar do veículo</li>



<li>Ao encontrar um animal debilitado ou mesmo descansando na praia, não se aproxime, não toque, não tente removê-lo. Se for preciso, proteja-o de cães. Ligue para a equipe do LEC/UFPR pelo telefone <strong>0800 642 33 41</strong> ou pelo whatsapp (<strong>41</strong>) <strong>9 92138746</strong>.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="750" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/470945821_18130202932383967_6091457803790726963_n-750x750.jpg" alt="" class="wp-image-85360" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/470945821_18130202932383967_6091457803790726963_n-750x750.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/470945821_18130202932383967_6091457803790726963_n-300x300.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/470945821_18130202932383967_6091457803790726963_n-180x180.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/470945821_18130202932383967_6091457803790726963_n-768x768.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/470945821_18130202932383967_6091457803790726963_n.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="750" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/470901443_18130202944383967_9163593437053975472_n-750x750.jpg" alt="" class="wp-image-85361" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/470901443_18130202944383967_9163593437053975472_n-750x750.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/470901443_18130202944383967_9163593437053975472_n-300x300.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/470901443_18130202944383967_9163593437053975472_n-180x180.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/470901443_18130202944383967_9163593437053975472_n-768x768.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/470901443_18130202944383967_9163593437053975472_n.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o PMP-BS</strong></h4>



<p>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. No estado do Paraná, Trecho 6, a execução é realizada pela equipe LEC/UFPR.</p>



<p></p>



<p style="font-size:14px"><em>Fonte: Comunicação do PMP-BS / LEC/UFPR</em></p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/conheca-e-apoie-o-trabalho-de-monitoramento-de-animais-nas-praias/85358">Conheça e apoie o trabalho de monitoramento de animais nas praias</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		<enclosure url="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2024/12/PMP-dez24.mp4" length="521277" type="video/mp4" />

			</item>
		<item>
		<title>Tartaruga é devolvida ao mar depois de dois meses de tratamento</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/tartaruga-e-devolvida-ao-mar-depois-de-dois-meses-de-tratamento/49171</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2022 12:34:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[animais marinhos]]></category>
		<category><![CDATA[LEC-UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[PMP-BS]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Monitoramento das Praias]]></category>
		<category><![CDATA[tartaruga]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.correiodolitoral.com/?p=49171</guid>

					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="720" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022.jpg 1280w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-300x169.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-750x422.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-180x101.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div>
<p>Após tratamento, uma tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta) se recuperou e voltou para o mar, na semana passada. Ela foi resgatada no mês de janeiro e encaminhada ao Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise da Saúde da Fauna Marinha (CRED) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Pontal do Paraná. Segundo a equipe do Laboratório de Ecologia [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/tartaruga-e-devolvida-ao-mar-depois-de-dois-meses-de-tratamento/49171">Tartaruga é devolvida ao mar depois de dois meses de tratamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="720" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022.jpg 1280w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-300x169.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-750x422.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-180x101.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div>
<span id="more-49171"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="422" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-750x422.jpg" alt="" class="wp-image-49175" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-750x422.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-300x169.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-180x101.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022-768x432.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/Tartaruga-cabecuda-LEC-marco2022.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p>Após tratamento, uma tartaruga-cabeçuda (<em>Caretta caretta</em>) se recuperou e voltou para o mar, na semana passada. Ela foi resgatada no mês de janeiro e encaminhada ao Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise da Saúde da Fauna Marinha (CRED) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Pontal do Paraná.</p>



<p>Segundo a equipe do Laboratório de Ecologia e Conservação, o animal foi devolvido em área distante da costa, na região ao norte do Parque Nacional do Superagui, próximo a bela Ilha da Figueira. “É um momento muito emocionante para a equipe do nosso projeto porque esse animal chegou muito debilitado, com marcas de redes de pesca e defecando lixo”, afirmou o médico veterinário Fábio Lima.</p>



<p style="font-size:25px"><strong>✅ Entenda o histórico clínico da tartaruga</strong></p>



<p>? A tartaruga foi entregue à equipe do LEC-UFPR, que realiza o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) no Paraná, por pessoas locais que a encontram debilitada. O animal apresentava lesões profundas na nadadeira direita, na carapaça, plastrão (“barriga”), cabeça e pescoço, e algumas fraturas, incluindo a exposição óssea.</p>



<p>? Recebeu os primeiros tratamentos para a estabilização, passou por raios-X para que a equipe pudesse entender o nível de comprometimento dos vasos sanguíneos do animal na área da lesão. Após procedimentos para facilitar a cicatrização das lesões e tratamentos para que ela eliminasse os lixos que tinha ingerido, o animal melhorou até que foi considerado apto para soltura.</p>



<p>? Assista o momento que a tartaruga-cabeçuda voltou para a natureza.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="720" style="aspect-ratio: 1280 / 720;" width="1280" controls src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/10000000_507456627403634_9033883007227366215_n.mp4"></video></figure>



<p style="font-size:14px"><em>Fonte: <strong>LEC-UFPR</strong></em></p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/tartaruga-e-devolvida-ao-mar-depois-de-dois-meses-de-tratamento/49171">Tartaruga é devolvida ao mar depois de dois meses de tratamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		<enclosure url="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2022/03/10000000_507456627403634_9033883007227366215_n.mp4" length="13843625" type="video/mp4" />

			</item>
	</channel>
</rss>
