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Polícia do RS prende líder de quadrilha gaúcha em Guaratuba

gordo1A Polícia Civil do Rio Grande do Sul prendeu, nesta segunda-feira (24), em Guaratuba, o suposto líder da quadrilha que roubava lanchas, motos aquáticas e carros de luxo.

A informação foi divulgada pela própria polícia gaúcha. O suspeito, identificado apenas como
“Gordo”, foi preso pouco antes das 21. Ele atuava em Porto Alegre e no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. A prisão foi facilitada porque ele ostentava o que roubava nas redes sociais. Ele também cantava em boates de Curitiba.

De acordo com a polícia, ele é considerado o líder do grupo que teria sido desarticulado na última quinta-feira (20) na operação Nômades, da 14ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre. Foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão nas cidades de Porto Alegre, Tramandaí, Imbé e Viamão.

Na ação sete pessoas foram presas, sendo apreendidos veículos, celulares, documentos, lanchas e jet skis. Segundo o delegado Tiago Baldin, a operação foi batizada de Nômades pelo fato dos integrantes da quadrilha não atuarem em apenas uma região, se instalando temporariamente em locais distintos para dificultar sua identificação e localização.

Pontal 40 milhões

A Polícia Civil do RS informou que “Gordo” mudou-se para Curitiba há alguns meses depois de receber ameaças de outras quadrilhas do Rio Grande do Sul e de aplicar golpes nos próprios comparsas. No Paraná, ele aplicou golpe na pousada em que ficava no Centro Histórico de Curitiba e teria comprado um carro sem pagar.

A investigação da polícia durou seis meses. O grupo chegou a alugar um escritório em um prédio de luxo, que fica em um shopping na Zona Sul de Porto Alegre. Eles aproveitavam a localização do escritório de fachada às margens do Guaíba para observar a movimentação de lanchas e motos aquáticas, que depois eram furtadas.

A quadrilha também falsificava documentos em uma gráfica da capital gaúcha para legalizar a venda de carros e para aplicar golpes em instituições financeiras. Os criminosos teriam movimentado cerca de R$ 3 milhões com os veículos roubados.

Fontes: G1 e Polícia Civil do RS
Foto: Polícia Civil do RS
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