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MP pede suspensão da venda irregular de terrenos em Matinhos

Imagem aérea ilustrativa
Imagem aérea ilustrativa

A 2ª Promotoria de Justiça de Matinhos ajuizou ação civil pública contra a SBM Gestão Imobiliária, que está vendendo lotes irregularmente.

A ação se refere ao loteamento situado no Balneário de Marajó, em Matinhos, que não possui a infraestrutura necessária à ocupação, como arruamento, galerias de águas pluviais e esgoto, o que torna a venda dos lotes ilegal.

O proprietário da imobiliária também é responsável pelo Grupo Pedra Empreendimentos que, segundo investigações do MP-PR, vem aplicando golpes em cidades da Região Metropolitana de Curitiba. Ele está preso na Casa de Custódia de Piraquara pela venda ilegal de lotes em São José dos Pinhais.

Pontal 40 milhões

O Ministério Público pede na ação que a imobiliária se abstenha de fazer qualquer tipo de propaganda do empreendimento e de comercializar lotes. Também requer que os clientes que já compraram lotes depositem o dinheiro das prestações em cartório. A área loteada irregularmente tem quase 150 mil metros quadrados, distribuídos em 250 lotes. Não há ainda um levantamento do número de pessoas possivelmente lesadas.

A 2ª Promotoria de Justiça de Matinhos ajuizou ação civil pública contra a SBM Gestão Imobiliária, que está vendendo lotes irregularmente.

A ação se refere ao loteamento situado no Balneário de Marajó, em Matinhos, que não possui a infraestrutura necessária à ocupação, como arruamento, galerias de águas pluviais e esgoto, o que torna a venda dos lotes ilegal.

O proprietário da imobiliária também é responsável pelo Grupo Pedra Empreendimentos que, segundo investigações do MP-PR, vem aplicando golpes em cidades da Região Metropolitana de Curitiba. Ele está preso na Casa de Custódia de Piraquara pela venda ilegal de lotes em São José dos Pinhais.

O Ministério Público pede na ação que a imobiliária se abstenha de fazer qualquer tipo de propaganda do empreendimento e de comercializar lotes. Também requer que os clientes que já compraram lotes depositem o dinheiro das prestações em cartório. A área loteada irregularmente tem quase 150 mil metros quadrados, distribuídos em 250 lotes. Não há ainda um levantamento do número de pessoas possivelmente lesadas.

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