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	<description>Notícias do Litoral do Paraná</description>
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	<item>
		<title>Cachalote-anã resgatada na Ilha do Mel morre após cuidados intensivos</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/cachalote-ana-resgatada-na-ilha-do-mel-morre-apos-cuidados-intensivos/99971</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:15:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1328" height="747" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana.webp 1328w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-300x169.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-750x422.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-180x101.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-768x432.webp 768w" sizes="(max-width: 1328px) 100vw, 1328px" /></div>
<p>O mamífero foi resgatado e levado ao CReD-UFPR para atendimento especializado Após dois dias de cuidados intensivos, a cachalote-anão (Kogia sima) resgatada com vida na porção oeste da Ilha do Mel, infelizmente foi a óbito após diversas tentativas de estabilização do quadro de saúde do animal no Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise de Saúde [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/cachalote-ana-resgatada-na-ilha-do-mel-morre-apos-cuidados-intensivos/99971">Cachalote-anã resgatada na Ilha do Mel morre após cuidados intensivos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1328" height="747" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana.webp 1328w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-300x169.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-750x422.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-180x101.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-768x432.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1328px) 100vw, 1328px" /></div>
<h5 class="wp-block-heading"><em>O mamífero foi resgatado e levado ao CReD-UFPR para atendimento especializado</em></h5>



<span id="more-99971"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="750" height="422" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-750x422.webp" alt="" class="wp-image-99972" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-750x422.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-300x169.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-180x101.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana-768x432.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/cachalote-ana.webp 1328w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Após dois dias de cuidados intensivos, a cachalote-anão (<em>Kogia sima</em>) resgatada com vida na porção oeste da Ilha do Mel, infelizmente foi a óbito após diversas tentativas de estabilização do quadro de saúde do animal no Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise de Saúde da Fauna Marinha (CReD-UFPR). O animal estava sob cuidados da equipe multidisciplinar do Laboratório de Ecologia e Conservação, da Universidade Federal do Paraná, responsável pela execução do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos no estado.</p>



<p>Na manhã de terça-feira (24), o cetáceo foi encontrado encalhado com vida por populares, que acionaram a equipe do PMP-BS/LEC-UFPR. Os profissionais se deslocaram até o local, realizaram os primeiros procedimentos em campo e organizaram o transporte do animal até o Centro de Estudos do Mar, em Pontal do Paraná, onde recebeu atendimento intensivo.</p>



<p>Após avaliação clínica inicial, foi confirmada a identificação de uma fêmea juvenil da espécie Kogia sima, conhecida como cachalote-anão. O animal apresentava diversas escoriações pelo corpo, lesões de pele e múltiplas marcas compatíveis com mordidas de tubarão-charuto (<em>Isistius brasiliensis</em>), além de sinais clínicos que exigiam monitoramento constante devido a presença de edema respiratório.</p>



<p>De acordo com o médico veterinário e responsável técnico do PMP-BS/LEC-UFPR, Fábio Henrique de Lima, o quadro era delicado desde a chegada ao centro de reabilitação. “Desde o resgate, realizamos suporte intensivo e monitoramento contínuo, realizando todos os esforços possíveis para a estabilização do animal. Infelizmente, mesmo com o atendimento ininterrupto da equipe, a evolução clínica foi desfavorável e o animal não resistiu”, explica Fábio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Necropsia busca identificar a causa da morte</h2>



<p>No início da tarde do mesmo dia da morte do animal, a equipe iniciou o exame de necropsia, procedimento fundamental para investigar as causas e compreender os fatores que podem ter levado ao encalhe. Como parte do protocolo, foram coletadas amostras biológicas e diversos materiais que serão submetidos a análises laboratoriais e pesquisas sobre a espécie. Os estudos incluem exames histopatológicos, microbiológicos, toxicológicos e moleculares, que poderão indicar condições de saúde, possíveis infecções, interações e outros fatores ambientais e atividades antrópicas.</p>



<p>Segundo a médica veterinária do PMP-BS/LEC-UFPR, Caroline Jorge, essas análises são essenciais para compreender a causa da morte do animal. “A necropsia permite investigar o que pode ter levado ao encalhe e a morte, contribuindo para o avanço do conhecimento científico e para o aprimoramento dos protocolos de atendimento e conservação da fauna marinha”, destaca Caroline.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Espécie rara em áreas costeiras</h2>



<p>O registro chama a atenção pela raridade da espécie em regiões costeiras. O cachalote-anão (<em>Kogia sima</em>) habita, em geral, águas oceânicas profundas e distantes da zona costeira, sendo pouco observado em seu ambiente natural.</p>



<p>De acordo com a gerente operacional do PMP-BS/LEC-UFPR, Liana Rosa, ocorrências como essa são fundamentais para ampliar o conhecimento científico sobre espécies ainda pouco estudadas no Brasil. “Por ser um animal de hábitos oceânicos e discreto, muitos dos registros disponíveis estão associados a encalhes. Cada ocorrência representa uma oportunidade importante de coleta de dados e compreensão sobre a biologia, a distribuição e as ameaças enfrentadas pelas espécies marinhas”, afirma.</p>



<p>A gestora reforça que, apesar do desfecho, as informações obtidas contribuirão diretamente para pesquisas e ações de conservação. “As amostras coletadas irão integrar estudos, ajudando a entender melhor a ocorrência dessas espécies no litoral brasileiro e os fatores que podem impactar sua sobrevivência”, diz Liana</p>



<p>A equipe segue dedicada à análise das amostras coletadas e à investigação das causas do encalhe e do óbito do animal. Os resultados das análises laboratoriais serão incorporados aos bancos de dados científicos e poderão contribuir para a proteção de mamíferos marinhos e dos ecossistemas costeiros.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="750" height="458" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-monitorando-animal.-Imagens_-LEC-UFPR-750x458.jpeg" alt="" class="wp-image-99973" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-monitorando-animal.-Imagens_-LEC-UFPR-750x458.jpeg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-monitorando-animal.-Imagens_-LEC-UFPR-300x183.jpeg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-monitorando-animal.-Imagens_-LEC-UFPR-180x110.jpeg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-monitorando-animal.-Imagens_-LEC-UFPR-768x469.jpeg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-monitorando-animal.-Imagens_-LEC-UFPR.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o PMP-BS</strong></h4>



<p>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. No estado do Paraná, Trecho 6, a execução é realizada pela equipe LEC/UFPR (@lecufpr e <a href="http://www.lecufpr.net">www.lecufpr.net</a>)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cachalote encalha na Ilha do Mel e é resgatada para reabilitação</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/cachalote-encalha-na-ilha-do-mel-e-e-resgatada-para-reabilitacao/99733</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chamada]]></category>
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<p>Fêmea juvenil tinha marcas marcas de mordidas de tubarão e está em tratamento no Centro de Reabilitação da UFPR em Pontal do Paraná Uma rara cachalote-anão (Kogia sima), mamífero marinho da família de golfinhos e baleias (cetáceos), encalhou na manhã desta quarta-feira (24) na porção oeste da  Ilha do Mel, em Paranaguá.  Trata-se de uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="960" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/cachalote-lec-ufpr.jpeg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/cachalote-lec-ufpr.jpeg 1200w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/cachalote-lec-ufpr-300x240.jpeg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/cachalote-lec-ufpr-750x600.jpeg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/cachalote-lec-ufpr-180x144.jpeg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/cachalote-lec-ufpr-768x614.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></div>
<h5 class="wp-block-heading"><em>Fêmea juvenil tinha marcas marcas de mordidas de tubarão e está em tratamento no Centro de Reabilitação da UFPR em Pontal do Paraná</em></h5>



<span id="more-99733"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="600" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/Atendimento-em-campo-de-cachalote-anao.-Imagens_-LEC-UFPR-750x600.jpeg" alt="" class="wp-image-99734" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/Atendimento-em-campo-de-cachalote-anao.-Imagens_-LEC-UFPR-750x600.jpeg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/Atendimento-em-campo-de-cachalote-anao.-Imagens_-LEC-UFPR-300x240.jpeg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/Atendimento-em-campo-de-cachalote-anao.-Imagens_-LEC-UFPR-180x144.jpeg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/Atendimento-em-campo-de-cachalote-anao.-Imagens_-LEC-UFPR-768x615.jpeg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/Atendimento-em-campo-de-cachalote-anao.-Imagens_-LEC-UFPR.jpeg 1161w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Uma rara cachalote-anão (Kogia sima), mamífero marinho da família de golfinhos e baleias (cetáceos), encalhou na manhã desta quarta-feira (24) na porção oeste da  Ilha do Mel, em Paranaguá. </p>



<p>Trata-se de uma fêmea juvenil de cerca de 2,10 metros, que foi resgatada pela equipe do Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (LEC-UFPR) e encaminhado para o Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise de Saúde da Fauna Marinha (CReD/UFPR). O animal está sob monitoramento intensivo devido ao quadro delicado de saúde.</p>



<p>O cetáceo foi avistado por populares que acionaram o LEC, responsável pela execução do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) no estado.&nbsp;</p>



<p>Uma equipe multidisciplinar se deslocou imediatamente ao local para realizar os primeiros atendimentos, focando na estabilização e preparação para o transporte até o CReD, localizado no Centro de Estudos do Mar (CEM-UFPR), em Pontal do Paraná.</p>



<p>O animal apresenta diversas escoriações pelo corpo e marcas compatíveis com mordidas de tubarão-charuto (Isistius brasiliensis).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="600" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/cachalote-lec-ufpr-750x600.jpeg" alt="" class="wp-image-99735" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/cachalote-lec-ufpr-750x600.jpeg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/cachalote-lec-ufpr-300x240.jpeg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/cachalote-lec-ufpr-180x144.jpeg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/cachalote-lec-ufpr-768x614.jpeg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/cachalote-lec-ufpr.jpeg 1200w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p></p>



<p>O médico veterinário do PMP-BS/LEC-UFPR, Felipe Fukumori, destacou que o quadro clínico da fêmea exige atenção constante. “Estamos realizando todos os procedimentos necessários para estabilizar o animal, com suporte intensivo e monitoramento contínuo. As próximas horas são fundamentais para avaliar a resposta aos tratamentos iniciais”, ressaltou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Registro raro em áreas costeiras</h2>



<p>O registro do encalhe chama a atenção, pois o cachalote é uma espécie rara em regiões costeiras, habitando geralmente águas oceânicas e distantes da zona da costa.</p>



<p>Liana Rosa, gerente operacional do PMP-BS/LEC-UFPR, afirmou que ocorrências como esta permitem ampliar o conhecimento sobre espécies marinhas ainda com poucas informações sobre ocorrência no Brasil. Segundo ela, “Por ser um animal de hábitos oceânicos e discreto, muitos dos registros que temos nacionalmente estão relacionados às situações de encalhe. Cada ocorrência representa uma oportunidade importante de coleta de dados e compreensão sobre a biologia e as ameaças enfrentadas pelas espécies marinhas, incluindo espécies migratórias e de distribuição ainda pouco conhecida da espécie”, explicou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="422" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/Equipe-em-atendimento-no-atendimento-de-cachalote-anao.-Imagens_-LEC-UFPR-750x422.jpg" alt="" class="wp-image-99736" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/Equipe-em-atendimento-no-atendimento-de-cachalote-anao.-Imagens_-LEC-UFPR-750x422.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/Equipe-em-atendimento-no-atendimento-de-cachalote-anao.-Imagens_-LEC-UFPR-300x169.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/Equipe-em-atendimento-no-atendimento-de-cachalote-anao.-Imagens_-LEC-UFPR-180x101.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/Equipe-em-atendimento-no-atendimento-de-cachalote-anao.-Imagens_-LEC-UFPR-768x432.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/03/Equipe-em-atendimento-no-atendimento-de-cachalote-anao.-Imagens_-LEC-UFPR.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o PMP-BS</strong></h4>



<p>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. No estado do Paraná, Trecho 6, a execução é realizada pela equipe LEC/UFPR (@lecufpr e www.lecufpr.net).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caso inédito, filhote de elefante-marinho-do-sul segue em reabilitação</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/caso-inedito-filhote-de-elefante-marinho-do-sul-segue-em-reabilitacao/98029</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:07:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[CReD-UFPR]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1000" height="563" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/01/Elefante-marinho_em_reabilitacao_na_piscina._Credito__LEC-UFPR.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/01/Elefante-marinho_em_reabilitacao_na_piscina._Credito__LEC-UFPR.jpg 1000w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/01/Elefante-marinho_em_reabilitacao_na_piscina._Credito__LEC-UFPR-300x169.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/01/Elefante-marinho_em_reabilitacao_na_piscina._Credito__LEC-UFPR-750x422.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/01/Elefante-marinho_em_reabilitacao_na_piscina._Credito__LEC-UFPR-180x101.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2026/01/Elefante-marinho_em_reabilitacao_na_piscina._Credito__LEC-UFPR-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></div>
<p>Espécie tem ocorrência ocasional no Brasil e nascimentos não são comuns na região&#160;&#160; O registro de um filhote de elefante-marinho-do-sul (Mirounga leonina) no litoral do Paraná representa um evento incomum para a região e de grande relevância científica. A espécie pertence ao grupo dos pinípedes, o mesmo das focas e leões-marinhos, e é reconhecida por [&#8230;]</p>
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<h5 class="wp-block-heading"><em>Espécie tem ocorrência ocasional no Brasil e nascimentos não são comuns na região&nbsp;&nbsp;</em></h5>



<span id="more-98029"></span>



<p>O registro de um filhote de elefante-marinho-do-sul (<em>Mirounga leonina</em>) no litoral do Paraná representa um evento incomum para a região e de grande relevância científica. A espécie pertence ao grupo dos pinípedes, o mesmo das focas e leões-marinhos, e é reconhecida por seu grande porte e por realizar longas migrações oceânicas entre áreas de alimentação e reprodução.</p>



<p>No Brasil, os elefantes-marinhos ocorrem de forma ocasional, pois em geral o deslocamento destes animais ocorre entre áreas tradicionais de reprodução, localizadas no sul da Argentina, e regiões subantárticas utilizadas para alimentação. Os nascimentos normalmente acontecem longe da costa brasileira, em ambientes e em condições ambientais específicas, no entanto, registros de indivíduos jovens apesar de raros, têm sido registrados na região sul do país, incluindo um nascimento acompanhado em Santa Catarina em 2024.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="898" style="aspect-ratio: 720 / 898;" width="720" controls src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/elefante-marinho-LEC-UFPR.mp4"></video></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Indícios de nascimento na região</h2>



<p>O indivíduo registrado no Paraná em 26 de dezembro de 2025, é um filhote macho, com 1,79 metro de comprimento e 65,9 quilos. De acordo com a equipe técnica, o tamanho, a massa corporal e o estágio de desenvolvimento são compatíveis com um indivíduo muito jovem.</p>



<p>Segundo Fabio Henrique de Lima, médico-veterinário e responsável técnico pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS/LEC-UFPR), a avaliação do desenvolvimento do animal é um indicativo importante. “O tamanho, a massa corporal e as características físicas observadas são compatíveis com um filhote muito jovem. Esses elementos sugerem que o nascimento pode ter ocorrido na própria região Sul do Brasil, embora não seja possível determinar com precisão o local”, diz, Fabio.</p>



<p>Uma das hipóteses consideradas pelos pesquisadores é que a fêmea tenha buscado ilhas inabitadas do litoral paranaense ou adjacências como local para o parto e os cuidados iniciais com o filhote. Essas áreas podem oferecer maior tranquilidade, menor interferência humana e condições mais favoráveis durante o período mais sensível da vida do animal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Comportamento da espécie e possíveis mudanças recentes</h3>



<p>O comportamento reprodutivo do elefante-marinho-do-sul é bem conhecido em suas áreas tradicionais, onde as fêmeas permanecem em terra durante o período de amamentação, garantindo proteção e descanso aos filhotes nas primeiras semanas de vida.</p>



<p>No entanto, nos últimos anos, pesquisadores vêm observando possíveis mudanças nesse padrão, especialmente após eventos sanitários de grande impacto, como a gripe aviária (H5N1), que afetou colônias de pinípedes no oceano Atlântico Sul.</p>



<p>Estudos recentes indicam que a doença causou reduções expressivas nas populações de elefantes-marinhos, com registros de mortalidade elevada, principalmente entre fêmeas reprodutoras, em regiões Antárticas como a Geórgia do Sul. Esse cenário pode influenciar a dinâmica populacional da espécie e o uso de áreas alternativas para descanso e reprodução.</p>



<p>De acordo com Camila Domit, bióloga e coordenadora do PMP-BS/LEC-UFPR, esses registros precisam ser analisados dentro de um contexto mais amplo. “Casos como este indicam que precisamos olhar com atenção para possíveis mudanças no comportamento da espécie. A escolha de áreas não tradicionais para reprodução ou descanso pode estar relacionada a fatores ambientais, sanitários ou à própria dinâmica populacional e ambiental”, explica Camila.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Registros recentes no sul do Brasil</h3>



<p>O caso do filhote registrado no litoral do Paraná não é isolado. Em outubro de 2024, foi registrado, pela primeira vez no Brasil, <a href="https://comunicabaciadesantos.petrobras.com.br/w/registro-inedito-de-mae-e-filhote-de-elefante-marinho-na-costa-brasileira-e-feito-pelo-pmp-bs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o nascimento de um elefante-marinho em Garopaba, Santa Catarina</a>, fato que mobilizou instituições ambientais e científicas e reforçou a atenção para a presença reprodutiva da espécie no sul do país. Além deste, segundo os dados do <a href="https://simba.petrobras.com.br/simba/web/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sistema de Informação de Monitoramento da Biota Aquática (SIMBA)</a>, de janeiro a setembro de 2025 foram 11 registros desta espécie na região sul.&nbsp;</p>



<p>Esses registros, ainda considerados raros, contribuem para ampliar o conhecimento sobre a distribuição geográfica, o comportamento e as possíveis adaptações e impactos aos elefantes-marinho-do-sul em um cenário de drásticas mudanças ambientais e de qualidade do oceano.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Importância do monitoramento</h3>



<p>A trajetória deste filhote evidencia a importância do monitoramento contínuo das praias, que possibilita o registro de ocorrências e a produção de dados fundamentais para a ciência e para a conservação da fauna marinha.</p>



<p>Thomaz Barreto, biólogo e assistente técnico de campo do PMP-BS/LEC-UFPR, explica que o acompanhamento desses casos é essencial para a compreensão da dinâmica das espécies. “Cada registro contribui para entendermos melhor como essas espécies utilizam o litoral brasileiro e como as mudanças no oceano e clima estão afetando a dinâmica de suas populações. O monitoramento diário permite identificar padrões, registrar exceções e construir uma base de dados sólida para a conservação das espécies e seus habitats”, afirma Thomaz.</p>



<p>A ocorrência deste filhote de elefante-marinho no litoral do Paraná reforça a necessidade de manter esforços de pesquisa, monitoramento e articulação entre instituições e sociedade, ampliando o conhecimento sobre a fauna marinha e suas possíveis mudanças de comportamento ao longo do tempo e em resposta às alterações ambientais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o PMP-BS</strong></h4>



<p>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. No estado do Paraná, Trecho 6, a execução é realizada pela equipe LEC/UFPR (@lecufpr e www.lecufpr.net).</p>
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		<title>Filhote de elefante-marinho encalha vivo em Matinhos</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/filhote-de-elefante-marinho-encalha-vivo-em-matinhos/97703</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Dec 2025 15:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matinhos]]></category>
		<category><![CDATA[animais marinhos]]></category>
		<category><![CDATA[CReD-UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[elefante-marinho]]></category>
		<category><![CDATA[LEC-UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[PMP-BS]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="853" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Veterinario-avaliando-animal-na-praia.-Imagem-LEC-UFPR.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Veterinario-avaliando-animal-na-praia.-Imagem-LEC-UFPR.jpg 1280w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Veterinario-avaliando-animal-na-praia.-Imagem-LEC-UFPR-300x200.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Veterinario-avaliando-animal-na-praia.-Imagem-LEC-UFPR-750x500.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Veterinario-avaliando-animal-na-praia.-Imagem-LEC-UFPR-180x120.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Veterinario-avaliando-animal-na-praia.-Imagem-LEC-UFPR-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div>
<p>Animal atendido está em processo de estabilização no Centro de Reabilitação da UFPR, em Pontal do Paraná Na manhã desta sexta-feira (26/12), um elefante-marinho (Mirounga leonina), um animal da família das focas, encalhou no Balneário Monções, em Matinhos. O animal foi encontrado por volta das 6h30 por uma equipe da Polícia Militar que realizava o [&#8230;]</p>
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<h5 class="wp-block-heading"><em>Animal atendido está em processo de estabilização no Centro de Reabilitação da UFPR, em Pontal do Paraná</em></h5>



<span id="more-97703"></span>



<figure class="wp-block-video"><video height="464" style="aspect-ratio: 832 / 464;" width="832" controls src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Equipe-em-resgate-e-contencao-do-animal-na-praia.-Image-LEC-UFPR.mp4"></video><figcaption class="wp-element-caption">Vídeo e fotos: LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Na manhã desta sexta-feira (26/12), um elefante-marinho (<em>Mirounga leonina</em>), um animal da família das focas, encalhou no Balneário Monções, em Matinhos. O animal foi encontrado por volta das 6h30 por uma equipe da Polícia Militar que realizava o patrulhamento da orla. Ao fazer o registro prontamente acionaram a equipe do Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (LEC-UFPR), instituição executora do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS/LEC-UFPR) no estado.</p>



<p>Seguindo o protocolo do estado do Paraná (PRAE), até a chegada da equipe multidisciplinar do PMP-BS/LEC-UFPR, a Polícia Militar do Paraná realizou o isolamento da área, garantindo a segurança do animal e das pessoas que circulavam pelo local. Após a avaliação inicial em campo, a equipe optou pelo transporte do elefante-marinho ao Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise da Saúde da Fauna Marinha (CReD-UFPR), localizado no Centro de Estudos do Mar da UFPR, em Pontal do Sul, no município de Pontal do Paraná. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Veterinario-avaliando-animal-na-praia.-Imagem-LEC-UFPR-750x500.jpg" alt="" class="wp-image-97705" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Veterinario-avaliando-animal-na-praia.-Imagem-LEC-UFPR-750x500.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Veterinario-avaliando-animal-na-praia.-Imagem-LEC-UFPR-300x200.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Veterinario-avaliando-animal-na-praia.-Imagem-LEC-UFPR-180x120.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Veterinario-avaliando-animal-na-praia.-Imagem-LEC-UFPR-768x512.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Veterinario-avaliando-animal-na-praia.-Imagem-LEC-UFPR.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p></p>



<p>O animal é um filhote elefante-marinho, com 65,9 kg e aproximadamente 1,50 metro de comprimento. No CReD/UFPR, ele foi atendido e encontra-se em fase de estabilização, sob cuidados da equipe técnica. Amostras biológicas e de saúde foram coletadas para a realização de exames clínicos, que irão auxiliar na identificação das possíveis causas do encalhe e na definição das condutas para o melhor o tratamento do animal</p>



<p>De acordo com o assistente técnico de campo do PMP-BS/LEC-UFPR, o biólogo&nbsp; Thomaz Barreto, o acionamento e direção do primeiro atendimento&nbsp; é fundamental para o sucesso do resgate. “É muito importante que, ao encontrar um animal encalhado, a população entre em contato imediatamente. Nossas equipes são treinadas e estão diariamente nas praias do Paraná monitorando e registrando as ocorrências de animais marinhos, o que permite um atendimento rápido e adequado em situações como essa”, destaca Thomaz.</p>



<p>Fabio Henrique de Lima, médico veterinário e responsável técnico do PMP-BS/LEC-UFPR reforça que a colaboração da população é essencial para não agravar o estado de saúde do animal. “Ao avistar um animal marinho encalhado, a orientação é não se aproximar, não tocar e não tentar devolvê-lo ao mar. Qualquer interferência pode aumentar o estresse e agravar o quadro clínico, reduzindo as chances de recuperação”, explica o Fabio.</p>



<p>Os elefantes marinhos são do mesmo grupo das focas e em geral ocorrem no litoral em períodos de inverno e primavera. Esta é a primeira vez que temos um juvenil desta espécie no Paraná, os demais registros foram sempre de animais adultos. A espécie utiliza a região sul da Argentina para reprodução e&nbsp; áreas sub-Antárticas para alimentação.&nbsp;</p>



<p>A ocorrência deste animal reforça a importância do monitoramento contínuo das praias, da atuação integrada entre instituições e do papel da sociedade no acionamento correto dos órgãos responsáveis, contribuindo para a proteção da fauna marinha e para a conservação dos ecossistemas marinhos.</p>



<p>Informações mais precisas sobre esta ocorrência e estado de saúde do animal serão discutidas junto a Rede de Encalhe e Informação de Mamíferos Aquáticos do Brasil (Remab) – coordenada pelo Centro de Pesquisa e Conservação dos Mamíferos Aquáticos (ICMBio/CMA) – e logo que possível serão trazidas a todos.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="898" style="aspect-ratio: 720 / 898;" width="720" controls src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/elefante-marinho-LEC-UFPR.mp4"></video></figure>



<p></p>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>SOBRE O PMP-BS</strong></h4>



<p>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. No estado do Paraná, Trecho 6, a execução do projeto é realizada pela equipe LEC/UFPR (@lecufpr e www.lecufpr.net).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="422" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Equipe-multidisciplinar-em-atendimento-do-elefante-marinho.-Imagens-LEC-UFPR-750x422.jpg" alt="" class="wp-image-97706" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Equipe-multidisciplinar-em-atendimento-do-elefante-marinho.-Imagens-LEC-UFPR-750x422.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Equipe-multidisciplinar-em-atendimento-do-elefante-marinho.-Imagens-LEC-UFPR-300x169.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Equipe-multidisciplinar-em-atendimento-do-elefante-marinho.-Imagens-LEC-UFPR-180x101.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Equipe-multidisciplinar-em-atendimento-do-elefante-marinho.-Imagens-LEC-UFPR-768x432.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/12/Equipe-multidisciplinar-em-atendimento-do-elefante-marinho.-Imagens-LEC-UFPR.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>
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		<item>
		<title>Filhote de toninha encalha na praia e é resgatado com vida na Ilha do Mel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 18:11:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[LEC-UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[PMP-BS]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos]]></category>
		<category><![CDATA[toninha]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1504" height="1002" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha.webp 1504w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha-768x512.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1504px) 100vw, 1504px" /></div>
<p>Espécie criticamente ameaçada de extinção segue em estabilização e cuidados intensivos no CReD-UFPR Um filhote de toninha, espécie criticamente ameaçada de extinção, foi resgatado com vida na noite da última sexta-feira (24), na praia da Ilha do Mel em Paranaguá. O animal, uma fêmea recém-nascida de 61 centímetros de comprimento total e 2,85 kg, foi [&#8230;]</p>
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<h5 class="wp-block-heading"><em>Espécie criticamente ameaçada de extinção segue em estabilização e cuidados intensivos no CReD-UFPR</em></h5>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Filhote-de-toninha-recebendo-alimentacao.-Imagens-LEC-UFPR-750x500.webp" alt="" class="wp-image-96024" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Filhote-de-toninha-recebendo-alimentacao.-Imagens-LEC-UFPR-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Filhote-de-toninha-recebendo-alimentacao.-Imagens-LEC-UFPR-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Filhote-de-toninha-recebendo-alimentacao.-Imagens-LEC-UFPR-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Filhote-de-toninha-recebendo-alimentacao.-Imagens-LEC-UFPR-768x512.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Filhote-de-toninha-recebendo-alimentacao.-Imagens-LEC-UFPR.webp 1392w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Toninha recebendo alimentação | Imagens: LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Um filhote de toninha, espécie criticamente ameaçada de extinção, foi resgatado com vida na noite da última sexta-feira (24), na praia da Ilha do Mel em Paranaguá. </p>



<p>O animal, uma fêmea recém-nascida de 61 centímetros de comprimento total e 2,85 kg, foi encontrado por um turista e por um policial militar, que acionaram a equipe do Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (LEC-UFPR), executora do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS/LEC-UFPR) no Paraná.</p>



<p>Após o acionamento, a equipe realizou os primeiros procedimentos de suporte e avaliação clínica. Em seguida, a toninha foi transportada para o Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise da Saúde da Fauna Marinha (CReD-UFPR), estrutura coordenada pelo LEC-UFPR e localizada no Centro de Estudos do Mar da UFPR, em Pontal do Sul.&nbsp;</p>



<p>De acordo com o médico-veterinário e responsável técnico do PMP-BS/LEC-UFPR, Fábio Henrique de Lima, o animal apresentava sinais de fraqueza e instabilidade, comuns em filhotes recém-nascidos. “Trata-se de um caso extremamente delicado, pois filhotes dessa idade demandam atenção constante e condições específicas para se manterem estáveis. Contamos com o apoio de uma rede internacional de especialistas, que compartilha protocolos e experiências sobre o atendimento de toninhas, o que tem sido essencial para conduzir o tratamento da melhor forma possível”, explica o veterinário.</p>



<p>No CReD, a toninha permanece em processo de estabilização, recebendo cuidados intensivos e monitoramento contínuo pela equipe multidisciplinar. A equipe acompanha parâmetros clínicos, comportamento e resposta aos estímulos, com o objetivo de garantir as melhores chances de recuperação do animal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Golfinho mais ameaçado da América do Sul</h2>



<figure class="wp-block-video"><video height="464" style="aspect-ratio: 832 / 464;" width="832" controls src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha-em-piscina-para-estabilizacao-Imagens-Fabio-Lima-LEC-UFPR.mp4"></video></figure>



<p></p>



<p>A toninha  (<em>Pontoporia blainvillei</em>) é um pequeno cetáceo costeiro e é considerada a espécie de golfinho mais ameaçada de extinção da América do Sul. No Brasil, encontra-se na categoria “<strong>criticamente ameaçada</strong>”, segundo a <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mma-n-148-de-7-de-junho-de-2022-406272733" target="_blank" rel="noopener"><strong>Portaria MMA Nº 148, de 7 de junho de 2022</strong></a><strong>, </strong>de espécies ameaçadas no Brasil e classificada como <strong>“em perigo</strong>” na<strong> </strong>&nbsp;<a href="https://www.parana.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2024-06/decreto_fauna.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Lista de Espécies da Fauna Ameaçada no Paraná</strong></a>. Os indivíduos da espécie habitam águas rasas entre o Espírito Santo e a Argentina, e os filhotes nascem com menos de 80 centímetros de comprimento, dependendo das áreas costeiras para alimentação e abrigo.</p>



<p>A bióloga e coordenadora do PMP-BS/LEC-UFPR, Camila Domit, reforça que cada ocorrência representa um alerta sobre a conservação da espécie. “A sobrevivência da toninha depende de ações coordenadas entre pesquisa, fiscalização e políticas públicas. O ordenamento da pesca e o controle das atividades humanas no ambiente costeiro são fundamentais para garantir a segurança dos indivíduos e a manutenção das populações. Cada resgate é uma oportunidade de ampliar o conhecimento e de reafirmar nosso compromisso com a conservação marinha”, destaca Camila.</p>



<p>O registro reforça a importância da cooperação entre instituições e destaca a necessidade de engajamento de toda a sociedade para garantir a proteção dos ecossistemas costeiros e a saúde e bem estar da biodiversidade</p>



<h2 class="wp-block-heading">PMP-BS</h2>



<p>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. No estado do Paraná, Trecho 6, a execução do projeto é realizada pela equipe LEC/UFPR (@lecufpr e www.lecufpr.net).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha-em-estabilizacao.-Imagens-LEC-UFPR-750x500.webp" alt="" class="wp-image-96026" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha-em-estabilizacao.-Imagens-LEC-UFPR-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha-em-estabilizacao.-Imagens-LEC-UFPR-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha-em-estabilizacao.-Imagens-LEC-UFPR-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha-em-estabilizacao.-Imagens-LEC-UFPR-768x512.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/10/Toninha-em-estabilizacao.-Imagens-LEC-UFPR.webp 1392w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Encalhes nas praias do Paraná confirmam ameaça do plástico à fauna marinha</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/encalhes-nas-praias-do-parana-confirmam-ameaca-do-plastico-a-fauna-marinha/95028</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 21:17:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[LEC-UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[plástico nos oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[PMP-BS]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos]]></category>
		<category><![CDATA[UFPR]]></category>
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<p>Projeto de Monitoramento de Praias acompanha os encalhes, que reforçam os impactos do lixo no oceano para biodiversidade marinha O Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (LEC-UFPR), que realiza Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), vem registrando nos últimos meses casos que reforçam uma realidade preocupante: os [&#8230;]</p>
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<h5 class="wp-block-heading"><em>Projeto de Monitoramento de Praias acompanha os encalhes, que reforçam os impactos do lixo no oceano para biodiversidade marinha</em></h5>



<span id="more-95028"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="563" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Toninha-credito_-Lab.-de-Ecologia-e-Conservacao_UFPR-750x563.webp" alt="" class="wp-image-95032" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Toninha-credito_-Lab.-de-Ecologia-e-Conservacao_UFPR-750x563.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Toninha-credito_-Lab.-de-Ecologia-e-Conservacao_UFPR-300x225.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Toninha-credito_-Lab.-de-Ecologia-e-Conservacao_UFPR-180x135.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Toninha-credito_-Lab.-de-Ecologia-e-Conservacao_UFPR-768x576.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Toninha-credito_-Lab.-de-Ecologia-e-Conservacao_UFPR-86x64.webp 86w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Toninha-credito_-Lab.-de-Ecologia-e-Conservacao_UFPR.webp 1248w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Carcaã de toninha encalhada na praia | foto: LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>O Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (LEC-UFPR), que realiza Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), vem registrando nos últimos meses casos que reforçam uma realidade preocupante: os impactos do lixo marinho, em especial dos plásticos, sobre a fauna costeira. </p>



<p>Entre os animais atendidos, muitas tartarugas-verdes e pinguins-de-magalhães têm chegado ao Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise de Saúde de Fauna Marinha da UFPR (CReD-UFPR) debilitados, muitos com fragmentos plásticos em seus organismos. Essas ocorrências, que se somam a uma década de dados sistematizados pelo laboratório, evidenciam que este problema global possui reflexos na qualidade ambiental no litoral paranaense.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resgates que revelam o problema</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="620" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Animal-vitima-de-lixo-no-oceano-Imagem_-LEC-UFPR-750x620.webp" alt="" class="wp-image-95029" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Animal-vitima-de-lixo-no-oceano-Imagem_-LEC-UFPR-750x620.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Animal-vitima-de-lixo-no-oceano-Imagem_-LEC-UFPR-300x248.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Animal-vitima-de-lixo-no-oceano-Imagem_-LEC-UFPR-180x149.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Animal-vitima-de-lixo-no-oceano-Imagem_-LEC-UFPR-768x635.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Animal-vitima-de-lixo-no-oceano-Imagem_-LEC-UFPR.webp 1025w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tartaruga vítima de lixo no oceano | foto: LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Durante o inverno, época em que o Paraná recebe maior número de encalhes de animais migratórios, a equipe multidisciplinar do PMP-BS registrou diversos indivíduos em condições críticas quanto à saúde, incluindo sinais de interação com resíduos.</p>



<p>No caso das tartarugas-verdes (<em>Chelonia mydas</em>), por exemplo, os fragmentos plásticos ingeridos dificultam a digestão e provocam quadros de subnutrição. A médica veterinária do PMP-BS/UFPR, Carolina Jorge, explica que esse cenário vem se repetindo ao longo dos anos. “Infelizmente, acabamos atendendo vários animais marinhos com plástico, tanto fragmentos rígidos quanto embalagens maleáveis. Já tivemos casos em que o animal chegou vivo ao CReD, mas não resistiu, porque a ingestão de plástico provoca obstruções, inflamações e até a morte. Cada resíduo que chega ao mar pode representar uma sentença de morte para a fauna marinha”, diz Carolina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Do atendimento à ciência</strong></h2>



<p>Cada animal recebido no CReD passa por exames clínicos, laboratoriais e de imagem que permitem avaliar seu estado de saúde e compreender as causas de debilitação ou mortalidade. Esses registros são essenciais para a ciência, pois ajudam a identificar a exposição dos animais a este impacto, a mensurar a presença do lixo no mar, mas também a avançar no entendimento sobre efeitos secundários do plástico à saúde dos animais e de todo o ecossistema (abordagem <em>One health</em>).</p>



<p>De acordo com a bióloga Vitória Iurk, pesquisadora da equipe LEC-UFPR, o plástico libera diversos compostos químicos nos organismos e tem efeitos de curto a longo prazo na saúde e bem estar dos indivíduos. Processos de imunossupressão são <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0048969724044462?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relacionados a ingestão de lixo para diversos animais, incluindo para as tartarugas marinhas</a>. </p>



<p>A coordenadora do PMP-BS/LEC-UFPR, Camila Domit, destaca a relevância da coleta adequada dos dados e o investimento em tecnologias para proporcionar melhores análises e diagnósticos no entendimento dos efeitos do lixo no mar. “A poluição plástica faz parte da vida marinha em diferentes escalas, mas compreender os impactos à saúde dos animais e como estes resultados refletem em termos de riscos à saúde humana, é um desafio para os trabalhos futuros. O desenvolvimento de tecnologias e a inovação de processos analíticos são demandas urgentes. Esse conhecimento é fundamental para compreender a dimensão do problema”, explica a pesquisadora. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="600" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Raio-x-de-tartaruga-com-lixo.-Imagem_-LEC-UFPR.-Imagem_-LEC-UFPR.-Imagem_-LEC-UFPR-750x600.webp" alt="" class="wp-image-95030" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Raio-x-de-tartaruga-com-lixo.-Imagem_-LEC-UFPR.-Imagem_-LEC-UFPR.-Imagem_-LEC-UFPR-750x600.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Raio-x-de-tartaruga-com-lixo.-Imagem_-LEC-UFPR.-Imagem_-LEC-UFPR.-Imagem_-LEC-UFPR-300x240.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Raio-x-de-tartaruga-com-lixo.-Imagem_-LEC-UFPR.-Imagem_-LEC-UFPR.-Imagem_-LEC-UFPR-180x144.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Raio-x-de-tartaruga-com-lixo.-Imagem_-LEC-UFPR.-Imagem_-LEC-UFPR.-Imagem_-LEC-UFPR-768x614.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Raio-x-de-tartaruga-com-lixo.-Imagem_-LEC-UFPR.-Imagem_-LEC-UFPR.-Imagem_-LEC-UFPR.webp 1350w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Raio X de tartaruga com lixo  | imagem: LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A rotina no CReD e os desafios da reabilitação</strong></h2>



<p>O trabalho da equipe integra monitoramento, resgate, reabilitação, produção de conhecimento científico e sensibilização ambiental, envolvendo desde atendimento em campo até o acompanhamento especializado e intensivo no centro, e a devolutiva para a sociedade. Cada espécie demanda protocolos específicos de manejo, alimentação e reabilitação, exigindo dedicação contínua.</p>



<p>Segundo Liana Rosa, bióloga e gerente operacional do PMP-BS/UFPR, os casos recentes reforçam o elo entre a ciência e o cuidado individualizado. “Através do nosso trabalho, buscamos devolver cada animal à natureza, mas também transformar cada atendimento em informação científica, que possa contribuir para compreender os impactos humanos no oceano e auxiliar no desenvolvimento de ações para reduzir essas ameaças”, reforça Liana.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="491" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Residuos-solidos-e-conchas-retiradas-do-estomago-e-do-intestino-grosso.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-750x491.webp" alt="" class="wp-image-95031" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Residuos-solidos-e-conchas-retiradas-do-estomago-e-do-intestino-grosso.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-750x491.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Residuos-solidos-e-conchas-retiradas-do-estomago-e-do-intestino-grosso.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-300x197.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Residuos-solidos-e-conchas-retiradas-do-estomago-e-do-intestino-grosso.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-180x118.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Residuos-solidos-e-conchas-retiradas-do-estomago-e-do-intestino-grosso.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-768x503.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Residuos-solidos-e-conchas-retiradas-do-estomago-e-do-intestino-grosso.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-210x136.webp 210w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Residuos-solidos-e-conchas-retiradas-do-estomago-e-do-intestino-grosso.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.webp 1349w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Resíduos sólidos e conchas retiradas do estômago e do intestino  | foto: LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Reflexo de um problema global</strong></h2>



<p>A poluição plástica nos oceanos é um desafio mundial. Estima-se que milhões de toneladas de resíduos chegam ao mar todos os anos, afetando desde organismos microscópicos até grandes cetáceos, como os golfinhos e as baleias. No litoral do Paraná, os casos registrados pelo PMP-BS/UFPR mostram que o problema não têm fronteiras e que mesmo áreas remotas e de menor uso humano sofrem com resíduos trazidos por correntes marinhas.</p>



<p>A bióloga e pesquisadora Mariana Lacerda, ressalta que os dados locais precisam ser lidos em escala global. “O que se observa no Paraná é um retrato de uma crise maior. Resgatar e reabilitar animais é essencial, mas precisamos enfrentar a raiz do problema. É necessário rever os processos de produção e consumo e fortalecer políticas públicas que incentivem e garantam a gestão eficiente de resíduos. Só assim será possível assegurar um oceano mais saudável no futuro”, destaca a pesquisadora.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dez anos de ciência e conservação</strong></h2>



<p>Em 2025, o PMP-BS completa uma década de atuação no Paraná, somando-se aos 17 anos de trajetória do LEC-UFPR na região. Neste período, os encalhes e atendimentos realizados integram um vasto banco de dados, utilizado em pesquisas e debates sobre a saúde dos ecossistemas e da biodiversidade marinha. Os dados coletados ao longo dos anos trazem um alerta. “O oceano devolve em cada encalhe um recado claro sobre como nossas escolhas impactam a vida marinha, e cabe à sociedade transformar esses sinais em ação”, completa Camila Domit.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>SOBRE O PMP-BS</strong></h4>



<p>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. No estado do Paraná, Trecho 6, a execução do projeto é realizada pela equipe LEC/UFPR (@lecufpr e <a href="http://www.lecufpr.net">www.lecufpr.net</a>).</p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p style="font-size:14px"><em>Fonte: LEC-UFPR / jornalista: Ana Cláudia Nunes</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mais de 1.200 pinguins encalham no Litoral do Paraná em um mês</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/mais-de-1-200-pinguins-encalham-no-litoral-do-parana-em-um-mes/94589</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 18:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[encalhe de aves marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[LEC-UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[pinguim-de-magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[pinguins mortos]]></category>
		<category><![CDATA[PMP-BS]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="675" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-a.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-a.jpg 1200w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-a-300x169.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-a-750x422.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-a-180x101.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-a-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></div>
<p>Neste mês de agosto o Litoral do Paraná o Projeto de Monitoramento de Praias  registrou 1.243 encalhes de pinguins-de-magalhães, quase três vezes o registrado em todo o ano passado.</p>
<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/mais-de-1-200-pinguins-encalham-no-litoral-do-parana-em-um-mes/94589">Mais de 1.200 pinguins encalham no Litoral do Paraná em um mês</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="675" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-a.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-a.jpg 1200w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-a-300x169.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-a-750x422.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-a-180x101.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-a-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></div>
<span id="more-94589"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-1-750x500.jpg" alt="" class="wp-image-94594" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-1-750x500.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-1-300x200.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-1-180x120.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-1-768x512.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-1.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: PMP-BS/LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Neste mês de agosto o Litoral do Paraná o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), registrou 1.243 encalhes de pinguins-de-magalhães<strong> </strong>(<em>Spheniscus magellanicus</em>). </p>



<p>O número é muito acima do verificado em outros invernos, quando acontece aumento de encalhes, principalmente de espécies em processo de migração. É quase três vezes o registrado em todo o ano passado.</p>



<p>O número de encalhes neste ano foi 718% maior do que o registrado no mesmo período de 2024, ano em que teve 152 encalhes nos oito primeiros meses de um total de 453. “Os pinguins são visitantes sazonais do nosso litoral. Eles migram da Patagônia ao sul do Brasil em busca de alimentos, mas parte não resiste à longa jornada e aos impactos que estão expostos no oceano. Quando encalham  nos dão a oportunidade de reabilitação (quando vivos), mas também são uma oportunidade de gerar conhecimento e recomendações para manejo de conservação da biodiversidade marinha”, explica Camila Domit, bióloga e coordenadora do PMP-BS/LEC-UFPR (Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Onde os encalhes aconteceram</strong></h2>



<p>Os encalhes de agosto foram registrados ao longo de todo o litoral paranaense, com registro em todos os trechos de monitoramento, desde as ilhas em Guaraqueçaba até Guaratuba.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="422" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/encalhes-750x422.png" alt="" class="wp-image-94591" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/encalhes-750x422.png 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/encalhes-300x169.png 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/encalhes-180x101.png 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/encalhes-768x432.png 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/encalhes.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Encalhes por cidade do litoral paranaense &#8211; gráfico: PMP-BS/LEC-UFPR&nbsp;</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Além dos pinguins, também houveram registros de encalhes de outras espécies como, tartarugas-verdes (<em>Chelonia mydas</em>), tartarugas-cabeçudas (<em>Caretta caretta</em>) e alguns mamíferos marinhos, como boto-cinza (<em>Sotalia guianensis</em>). “Cada espécie nos mostra um recorte das mudanças que acontecem no oceano. Os encalhes não são eventos isolados, eles refletem pressões ambientais, climáticas e antrópicas. Por isso, nosso trabalho é avaliar cada caso de perto”, reforça Liana Rosa, bióloga e gerente operacional do PMP-BS/LEC-UFPR.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Microchipagem: uma identidade científica</strong></h2>



<p>Todos os pinguins que chegam vivos ao Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise de Saúde de Fauna Marinha (CReD) passam por um processo de cuidado e, antes da soltura, recebem um microchip de identificação individual. Isso permite que, em caso de novo encalhe, seja possível reconhecer aquele animal, compreender seu histórico e avaliar padrões de reabilitação.</p>



<p>“A leitura de microchip é feita em todos os pinguins encontrados em campo, vivos ou mortos. Esse trabalho gera uma base de dados que nos permite avaliar&nbsp; sobrevivência, deslocamento e saúde das aves marinhas. Cada microchip é, de certa forma, um elo entre ciência e conservação”, detalha Andressa Rorato, médica-veterinária do PMP-BS/LEC-UFPR.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer ao encontrar um animal encalhado</strong></h2>



<p>A comunidade também tem um papel importante para a conservação da biodiversidade marinha, que é através do acionamento. Ao encontrar um animal marinho encalhado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não tocar ou tentar devolver o animal ao mar;</li>



<li>Acionar imediatamente a equipe do PMP-BS pelos canais oficiais;</li>



<li>Manter distância e evitar aglomeração de pessoas e animais domésticos ao redor.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ciência, conservação e sociedade</strong></h2>



<p>Os dados de agosto destacam a importância de políticas públicas de conservação, do envolvimento da sociedade para redução de impactos ao oceano, e da continuidade de projetos de monitoramento e avaliação de fauna. “Cada animal que atendemos traz informações valiosas sobre a saúde do oceano. Nosso desafio é transformar esses dados em ações de conservação e em conhecimento que fortaleça a relação entre sociedade e ambiente marinho”, completa Camila.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="1000" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-b-750x1000.jpg" alt="" class="wp-image-94595" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-b-750x1000.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-b-300x400.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-b-180x240.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-b-768x1024.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-b-1152x1536.jpg 1152w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/09/Pinguim-de-Magalhaes-encalhado-no-litoral-do-Parana-Foto_-SIMBA-PMP-BS_UFPR-b.jpg 1175w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>SOBRE O PMP-BS</strong></p>



<p>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. No estado do Paraná, Trecho 6, a execução do projeto é realizada pela equipe do Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (LEC/UFPR) -@lecufpr e www.lecufpr.net.</p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p style="font-size:14px"><em>Fonte: PMP-BS/LEC-UFPR &#8211; jornalista: Ana Cláudia Nunes</em></p>
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			</item>
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		<title>Monitoramento das Praias comemora 10 anos com soltura de pinguins</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/monitoramento-das-praias-comemora-10-anos-com-soltura-de-pinguins/94390</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 21:16:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[LEC-UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[pinguim-de-magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[PMP-BS]]></category>
		<category><![CDATA[Pontal do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Monitoramento das Praias]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1555" height="1036" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.webp 1555w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-768x512.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-1536x1023.webp 1536w" sizes="auto, (max-width: 1555px) 100vw, 1555px" /></div>
<p>Após dois meses de reabilitação, grupo de pinguins é reabilitado e volta ao mar no Paraná Nesta segunda-feira (25), após exatamente dois meses do primeiro registro de encalhe de pinguim-de-magalhães (Spheniscus magellanicus) da temporada de inverno 2025 no Litoral do Paraná, um grupo de animais reabilitados voltou ao oceano. A soltura marcou dois momentos importantes: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1555" height="1036" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.webp 1555w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-768x512.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-1536x1023.webp 1536w" sizes="auto, (max-width: 1555px) 100vw, 1555px" /></div>
<p><em>Após dois meses de reabilitação, grupo de pinguins é reabilitado e volta ao mar no Paraná</em></p>



<span id="more-94390"></span>



<figure class="wp-block-video"><video height="404" style="aspect-ratio: 720 / 404;" width="720" controls src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul-Imagens_-LEC-UFPR-14.mp4"></video><figcaption class="wp-element-caption">Vídeo: LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Nesta segunda-feira (25), após exatamente dois meses do primeiro registro de encalhe de pinguim-de-magalhães (<em>Spheniscus magellanicus</em>) da temporada de inverno 2025 no Litoral do Paraná, um grupo de animais reabilitados voltou ao oceano. </p>



<p>A soltura marcou dois momentos importantes: além de simbolizar a recuperação das aves que chegaram debilitadas às praias, o evento celebra o aniversário de 10 anos de atuação do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) no litoral paranaense. “Cada soltura é o resultado de um trabalho coletivo e multidisciplinar que envolve ciência, dedicação e compromisso. Para a equipe, ver esses animais voltando ao mar com saúde é a melhor forma de celebrar uma década de esforços em prol da conservação da biodiversidade”, afirma Camila Domit, coordenadora do Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC) da UFPR e do PMP-BS no Paraná.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Encalhes em 2025: cenário e números</strong></h2>



<p>Os pinguins-de-magalhães chegam anualmente ao litoral brasileiro entre os meses de maio e setembro, vindos da Patagônia Argentina e Chilena. Percorrem aproximadamente 4 mil quilômetros em busca de alimento, mas nem todos conseguem completar o trajeto, especialmente os animais juvenis. Muitos encalham nas praias já debilitados, seja pela exaustão natural da migração ou devido à interações com atividades humanas, como redes de pesca e lixos.</p>



<p>Em 2025, até 17 de agosto, foram registrados 373 pinguins encalhados no Paraná. Desse total, 326 foram encontrados sem vida, mas 47 chegaram vivos às praias, sendo resgatados pela equipe do PMP-BS/LEC-UFPR e encaminhados ao Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise de Saúde da Fauna Marinha (CReD/UFPR).</p>



<p>De acordo com o médico veterinário Felipe Fukumori, do PMP-BS/LEC-UFPR, os animais resgatados com vida geralmente apresentam a chamada síndrome do pinguim encalhado, onde, após avaliação clínica, é confirmando que o indivíduo encontra-se debilitado, subnutrido, desidratado e incapaz de manter a própria temperatura corporal. Entretanto, os encalhes deste ano também puderam ser associados a outras atividades antrópicas, identificadas através de exames clínicos e necropsia. “Durante o atendimento foi possível identificar marcas no animal de emalhe em redes de pesca, que comprovam a interação com a atividade pesqueira. Além disso, através de exames de imagens e posteriormente na necropsia, foram encontrados fragmentos, como plástico e outros lixos no sistema digestivo dos pinguins”, complementa Felipe.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-750x500.webp" alt="" class="wp-image-94391" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-750x500.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-300x200.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-180x120.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-768x512.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR-1536x1023.webp 1536w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/Soltura-de-pinguins-de-Magalhaes-em-Pontal-do-Sul.-Imagens_-LEC-UFPR.-Imagens_-LEC-UFPR.webp 1555w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: LEC/UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recuperação: do resgate à soltura</strong></h2>



<p>O processo de recuperação dos pinguins-de-Magalhães começa no momento em que encalham nas praias. O trabalho realizado pelos técnicos de monitoramento e monitores de campo é fundamental para aumentar as chances de sobrevivência dos indivíduos.</p>



<p>No CReD/UFPR, os animais recebem atendimento especializado, que inclui exames clínicos e laboratoriais para identificar o estado geral e possíveis complicações. A partir desse diagnóstico, inicia-se a fase de estabilização e hidratação, seguida de uma dieta balanceada, composta por peixes frescos e suplementação nutricional.</p>



<p>À medida que evoluem na reabilitação, os pinguins passam a ter acesso às piscinas, onde recuperam força muscular, voltam a impermeabilizar as penas e readquirem comportamentos sociais importantes, como a formação de grupos. Essa fase é decisiva para avaliar se eles estão prontos para voltar ao oceano. Somente quando atingem as condições ideais de saúde, peso e comportamento, os pinguins recebem a liberação para a soltura.</p>



<p>Segundo Liana Rosa, bióloga e gerente operacional do PMP-BS/LEC-UFPR, o retorno do animal à natureza é o reflexo do esforço coletivo feito pela equipe. <em>“</em>Desde o primeiro atendimento na praia até os dias de reabilitação no CReD, cada etapa é fundamental para garantir a saúde e o bem estar dos animais. Nosso objetivo é devolver esses animais saudáveis ao oceano e cada soltura é a materialização do nosso trabalho em prol da conservação marinha”, completou Liana.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>10 anos trabalhando pela ciência e conservação</strong></h2>



<p>A soltura deste primeiro grupo de pinguins reabilitados ganha um significado especial em 2025: ela marca o aniversário de 10 anos do PMP-BS no Paraná. Desde agosto de 2015, o projeto já registrou quase 30 mil animais marinhos encalhados no litoral do estado, gerando informações fundamentais sobre a biodiversidade local e sobre os impactos das atividades humanas no ambiente costeiro.</p>



<p>Ao longo dessa década, o projeto monitorou, registrou, analisou e reabilitou a fauna marinha, mas foi além, também contribuiu para a formulação de políticas públicas de conservação e em prol da qualidade ambiental, para a sensibilização da sociedade e para a formação de dezenas de jovens pesquisadores. “Através do nosso trabalho transformamos dados em informação, ciência em ação e pesquisa em impacto real para a sociedade. Essa é a essência da nossa atuação: compreender e atuar ativamente para garantir um ambiente de qualidade para todos, incluindo seres humanos, fauna e flora”, resume Camila.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pinguins de volta ao mar</strong></h2>



<p>O momento da soltura é planejado com cuidado. Sob supervisão da equipe, os pinguins caminham pela areia até alcançarem o mar, onde retomam ao oceano. O momento, além de emocionante, simboliza a conexão entre ciência, sociedade e a conservação do oceano e da vida.</p>



<p><strong>SOBRE O PMP-BS</strong>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. No estado do Paraná, Trecho 6, a execução do projeto é realizada pela equipe LEC/UFPR (@lecufpr e <a href="http://www.lecufpr.net">www.lecufpr.net</a>).</p>
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		<title>Mais de 300 tartarugas-verde encalharam no litoral do Paraná em julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 18:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[LEC-UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[PMP-BS]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Monitoramento das Praias]]></category>
		<category><![CDATA[tartaruga-verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="864" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde.webp 1280w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-300x203.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-750x506.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-180x122.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-768x518.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div>
<p>Número representa aumento de 502% em relação ao mesmo período do ano passado Julho de 2025 terminou com um dado que chamou atenção dos pesquisadores no Litoral do Paraná: 314 encalhes de tartaruga-verde (Chelonia mydas) foram registrados apenas neste mês, um aumento de 502% em relação ao mesmo período de 2024, quando houve 52 encalhes. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1280" height="864" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde.webp 1280w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-300x203.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-750x506.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-180x122.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-768x518.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></div>
<h6 class="wp-block-heading"><em>Número representa aumento de 502% em relação ao mesmo período do ano passado</em></h6>



<span id="more-93794"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="506" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-750x506.webp" alt="" class="wp-image-93796" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-750x506.webp 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-300x203.webp 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-180x122.webp 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-768x518.webp 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde.webp 1280w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tartaruga-verde encalhada em Matinhos. Foto: PMP-BS/LEC-UFPR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Julho de 2025 terminou com um dado que chamou atenção dos pesquisadores no Litoral do Paraná: 314 encalhes de tartaruga-verde (<em>Chelonia mydas</em>) foram registrados apenas neste mês, um aumento de 502% em relação ao mesmo período de 2024, quando houve 52 encalhes. Os dados são do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), executado no litoral paranaense pelo Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (LEC-UFPR). A equipe realiza o monitoramento diário das praias entre Guaratuba e Guaraqueçaba.</p>



<p>Segundo especialistas, o aumento acompanha uma tendência observada nos últimos invernos, mas os números de 2025 foram especialmente altos. “Estamos diante de um cenário que exige atenção. As tartarugas-verdes são comuns na nossa região, especialmente em sua fase juvenil, e essa concentração de encalhes é reflexo direto das pressões que esses animais enfrentam no ambiente marinho”, afirma Camila Domit, coordenadora do PMP-BS/UFPR.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tartaruga-verde: espécie residente e vulnerável</strong></h2>



<p>A tartaruga-verde é considerada residente temporária no litoral do Paraná, permanecendo na região principalmente durante sua fase juvenil, em busca de alimento e desenvolvimento. Durante esta fase da vida, os indivíduos são “onívoros”, ou seja, se alimentam de peixes, lulas, mas também de algas, propágulos de mangue e gramas marinhas, desempenhando papel fundamental no equilíbrio dos ecossistemas costeiros.</p>



<p>Na fase adulta, a tartaruga-verde se torna uma das maiores espécies de tartarugas marinhas, podendo atingir quase 1,5 metro de comprimento e cerca de 230 kg. Neste estágio, sua dieta é predominantemente herbívora, composta principalmente por algas e gramíneas marinhas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC-750x500.jpg" alt="" class="wp-image-93795" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC-750x500.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC-300x200.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC-180x120.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC-768x512.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC-1536x1023.jpg 1536w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/08/tartaruga-verde-LEC.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tartaruga-verde reabilitada e solta pelo LEC-UFPR. Foto: Ana Cláudia Nunes LEC-UFPR </figcaption></figure>



<p></p>



<p>A espécie está classificada como vulnerável à extinção no Estado do Paraná, conforme o <a href="https://www.parana.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2024-06/decreto_fauna.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Decreto Estadual nº 6.040/2024</strong></a>. Por isso, além de sua relevância ecológica, o monitoramento e a proteção desses animais constituem obrigações legais e científicas. Uma das principais ações resultantes desses compromissos, no âmbito das políticas públicas brasileiras, é o <a href="https://www.gov.br/icmbio/pt-br/assuntos/biodiversidade/pan/pan-tartarugas-marinhas" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Plano de Ação Nacional para Conservação de Tartarugas Marinhas</strong></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inverno, frentes frias e desafios ambientais</strong></h2>



<p>Durante os meses de inverno, as frentes frias provocam alterações significativas nas condições oceânicas, como a queda na temperatura da água, mudanças na salinidade, nos ventos de superfície e o redirecionamento das correntes marinhas. Essas transformações impactam diretamente as tartarugas marinhas, afetando sua capacidade de locomoção e a busca por alimento. Como consequência, muitos indivíduos, especialmente os juvenis, tornam-se mais vulneráveis a doenças, desnutrição e encalhes.</p>



<p>Além desses fatores naturais, as atividades humanas agravam ainda mais a situação da fauna marinha. Os exames realizados pela equipe multidisciplinar do LEC-UFPR revelam que muitos dos animais encalhados apresentam evidências de interação com resíduos sólidos, como a ingestão de fragmentos de plástico. Também são frequentes os registros de interações com redes da pesca e colisões com embarcações, que resultam em traumas graves, fraturas e, em muitos casos, morte imediata dos animais.</p>



<p>O médico veterinário e responsável técnico do PMP-BS/UFPR, Fábio Henrique de Lima, afirma que os encalhes nem sempre estão associados a um único fator. “As causas de mortalidade estão associadas a múltiplos fatores. Um animal debilitado por infecções, por exemplo, torna-se mais vulnerável a colisões ou ao emalhe em redes. Esses fatores, somados, comprometem a saúde dos indivíduos e ampliam os riscos de encalhes”, explica Fábio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cinco tartarugas foram encontradas com vida e seguem em reabilitação</strong></h2>



<p>Do total de 314 encalhes registrados em julho, cinco tartarugas chegaram ainda com vida. Elas foram prontamente resgatadas e encaminhadas ao Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise da Saúde da Fauna Marinha (CReD/UFPR), onde estão recebendo cuidados clínicos especializados.</p>



<p>No CReD, os animais passam por uma série de exames clínicos e laboratoriais, que buscam identificar possíveis doenças, avaliar seu estado nutricional e investigar as possíveis causas do encalhe. Após a estabilização, inicia-se o tratamento, que inclui suporte nutricional, administração de medicamentos, fisioterapia e monitoramento contínuo. O objetivo é garantir que o animal recupere a saúde e possa ser devolvido ao oceano. Entretanto, alguns indivíduos chegam em condições tão críticas que não sobrevivem, mesmo com todos os cuidados e tratamentos aplicados.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>De acordo com o médico veterinário do PMP-BS/UFPR, Felipe Yoshio Fukumori, cada animal fornece informações valiosas para a ciência e a conservação. “O trabalho de reabilitação não apenas salva a vida daquele indivíduo, mas também contribui para o conhecimento científico e para a conservação da biodiversidade marinha”, explica.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Após o resgate, o animal é levado para avaliação clínica inicial e estabilização, etapa essencial para definir o tratamento adequado. “O processo de reabilitação das tartarugas costuma ser mais lento e delicado. Cada indivíduo demanda um protocolo específico, com atenção ao seu histórico, condição corporal e resposta aos primeiros cuidados. Por isso, o acompanhamento diário e personalizado é fundamental para garantir a recuperação completa e segura até o momento da soltura”, complementa Felipe.</p>



<p><strong>Monitoramento e ações de proteção</strong></p>



<p>A atuação do LEC-UFPR é resultado de anos de trabalho contínuo e comprometido, através de diversos projetos voltados à conservação marinha. Com uma equipe multidisciplinar, o PMP-BS/LEC-UFPR realiza diariamente o monitoramento das praias paranaenses, transformando dados em conhecimento sobre os impactos que afetam a fauna marinha. “Nosso trabalho é realizado por profissionais autorizados, capacitados e licenciados pelos órgãos ambientais competentes. Cada atendimento segue protocolos técnicos que garantem o bem-estar dos animais e a segurança da população. O monitoramento é uma ferramenta poderosa que conecta ciência, conservação e compromisso ambiental”, reforça Liana Rosa, gerente operacional do PMP-BS/LEC-UFPR.</p>



<p>Além do atendimento emergencial aos animais marinhos encalhados, vivos ou mortos, todas as informações coletadas em campo são registradas no<strong> </strong><a href="https://simba.petrobras.com.br/"><strong>Sistema de Informação de Monitoramento da Biota Aquática (SIMBA)</strong></a>, que fomenta pesquisas científicas e amplia o entendimento sobre a saúde dos ecossistemas marinhos.&nbsp;</p>



<p>A proteção da fauna marinha, no entanto, não é responsabilidade apenas dos pesquisadores. O envolvimento da sociedade é fundamental. E aqui entra um ponto essencial: o respeito à legislação ambiental. A Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98) proíbe a caça, captura, ferimento ou qualquer forma de molestamento de animais silvestres. O descumprimento dessa norma pode resultar em multas e até detenção.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Por isso, ao encontrar um animal marinho encalhado, vivo ou morto, a orientação é:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mantenha distância;</li>



<li>Não toque, mesmo se parecer sem vida;</li>



<li>Não tente devolvê-lo ao mar;</li>



<li>Acione o PMP-BS/LEC-UFPR imediatamente pelos contatos oficiais.</li>
</ul>



<p>Com responsabilidade, informação e cooperação, é possível salvar vidas, fortalecer a ciência, proteger a biodiversidade e reafirmar nosso compromisso com o futuro do oceano.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>SOBRE O PMP-BS</strong></h5>



<p>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. No estado do Paraná, Trecho 6, a execução do projeto é realizada pela equipe LEC/UFPR (@lecufpr e www.lecufpr.net).</p>



<p>Link com imagens: <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1eps-kohDoj1tr09qclrIdMzseFw8NyGw?usp=sharing">https://drive.google.com/drive/folders/1eps-kohDoj1tr09qclrIdMzseFw8NyGw?usp=sharing</a>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pinguim é resgatado durante o Circuito Brasileiro de Bodyboarding</title>
		<link>https://www.correiodolitoral.com/pinguim-e-resgatado-durante-o-circuito-brasileiro-de-bodyboarding/93030</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 22:13:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pontal do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[LEC-UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[pinguim-de-magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[PMP-BS]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Leste]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="800" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-capa.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-capa.jpg 1200w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-capa-300x200.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-capa-750x500.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-capa-180x120.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-capa-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></div>
<p>Na manhã deste sábado (19), um pinguim chegou na areia em meio à disputa do Circuito Brasileiro de Bodyboarding, no balneário Praia de Leste, em Pontal do Paraná. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1200" height="800" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-capa.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-capa.jpg 1200w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-capa-300x200.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-capa-750x500.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-capa-180x120.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-capa-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></div>
<span id="more-93030"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="609" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-750x609.jpg" alt="" class="wp-image-93031" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-750x609.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-300x244.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-180x146.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-768x624.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos.jpg 1066w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: Clovis Santos / Prefeitura de Pontal do Paraná</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Na manhã deste sábado (19), um pinguim chegou na areia em meio à disputa do Circuito Brasileiro de Bodyboarding, no balneário Praia de Leste, em Pontal do Paraná. Ele estava cansado e foi atendido pela equipe do Projeto de Monitoramento de Praias realizado pelo Laboratório de Ecologia e Conservação da UFPR (LEC-UFPR).</p>



<p>Durante o inverno, esses pequenos viajantes do sul os pinguins-de-magalhães viajam da Patagônia para a costa brasileira em busca de comida e águas mais quentes;</p>



<p>Muitos, como o deste domingo, chegam cansados, outros até desidratados e debilitados, precisando de ajuda. Só neste mês de julho, mais de 30 foram encontrados no litoral paranaense. </p>



<p>O pessoal do LEC-UFPR faz o resgate dos que precisam e os leva para tratamento no Centro de Reabilitação da Fauna Marinha, no balneário Pontal do Sul. </p>



<p>O médico veterinário Fabio Henrique de Lima explica que os atendimentos incluem avaliação nutricional, controle de temperatura, fluidoterapia e alimentação adequada. As informações sobre cada animal são registradas no sistema SIMBA, contribuindo para estudos sobre a espécie e o ambiente marinho.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-3-750x500.jpg" alt="" class="wp-image-93033" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-3-750x500.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-3-300x200.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-3-180x120.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-3-768x512.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-3-1536x1024.jpg 1536w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-3.jpg 1599w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Se você encontrar um pinguim na praia:</h4>



<p>• Não toque e nem devolva ao mar;</p>



<p>• Mantenha distância e afaste os pets;</p>



<p>• Ligue para o PMP-BS: 0800 642 3341 ou (41) 99213-8746</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-2-750x500.jpg" alt="" class="wp-image-93032" srcset="https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-2-750x500.jpg 750w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-2-300x200.jpg 300w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-2-180x120.jpg 180w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-2-768x512.jpg 768w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-2-1536x1024.jpg 1536w, https://www.correiodolitoral.com/wp-content/uploads/2025/07/pinguim-clovis-santos-2.jpg 1599w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



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<p class="has-small-font-size"><em>Com informações da Prefeitura de Pontal do Paraná / LEC-UFPR</em></p>



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<p>O post <a href="https://www.correiodolitoral.com/pinguim-e-resgatado-durante-o-circuito-brasileiro-de-bodyboarding/93030">Pinguim é resgatado durante o Circuito Brasileiro de Bodyboarding</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.correiodolitoral.com">Correio do Litoral</a>.</p>
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