Correio do Litoral
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4 tipos de investimentos em dólar 

Com diferentes opções de investimentos atrelados ao dólar, é possível diversificar o portfólio e se proteger da volatilidade Foto: Freepik Investir em dólar é uma estratégia adotada por muitos investidores que buscam diversificar seus portfólios, se proteger da volatilidade do mercado local ou aproveitar a valorização da moeda americana. O dólar, como uma das moedas mais fortes e estáveis do mundo, representa uma reserva de valor atrativa para aqueles que desejam expandir suas opções de investimento para além das fronteiras do Brasil. Pensando nisso, listamos quatro tipos de investimentos em dólar para você conhecer e investir. Confira: 1. Fundos cambiais Os fundos cambiais são uma das formas mais populares de investir em dólar. Esses fundos visam replicar a variação do dólar frente ao real, permitindo que o investidor tenha exposição direta à moeda sem precisar comprar dólares fisicamente. Ao aplicar em um fundo cambial, o investidor compra cotas de um fundo que investe em ativos atrelados à variação do dólar, como títulos de dívida emitidos em moeda estrangeira. Essa estratégia é vantajosa para quem busca proteção contra a desvalorização do real ou deseja diversificar seu portfólio com uma moeda forte, sem a complexidade de comprar ou armazenar dólares fisicamente. Todavia, cabe salientar que, como qualquer fundo de investimento, os fundos cambiais podem estar sujeitos a flutuações de curto prazo e taxas de administração. 2. Ações de empresas americanas Outra maneira de investir em dólar é por meio de ações de empresas americanas. Investir em ações de companhias listadas em bolsas dos Estados Unidos, como a NYSE ou a NASDAQ, oferece exposição direta à economia americana e à valorização do dólar. Para os investidores brasileiros, a forma mais comum de adquirir essas ações é por meio de BDRs (Brazilian Depositary Receipts), que são recibos emitidos por instituições financeiras brasileiras que representam ações de empresas estrangeiras. Investir em empresas de setores diversos, como tecnologia, saúde, energia e consumo, permite que o investidor se beneficie do crescimento de grandes corporações globais, além da valorização do dólar. Contudo, é recomendado que o investidor faça uma análise criteriosa das empresas em que deseja investir, considerando fatores como rentabilidade, perspectiva de crescimento e risco de mercado. 3. Títulos públicos de governos estrangeiros Os títulos públicos de governos estrangeiros, como os treasuries dos Estados Unidos, são outra excelente opção para quem quer investir em dólar. Esses títulos são emitidos pelo governo dos EUA e oferecem aos investidores uma forma de obter exposição à moeda americana, com a segurança de um título de dívida de baixo risco. Os mais comuns são os US Treasury Bonds, que pagam juros periódicos e têm diferentes prazos de vencimento. Assim, treasuries podem ser uma estratégia de longo prazo para quem busca estabilidade e uma rentabilidade previsível em dólar. Eles são especialmente atrativos para investidores conservadores, que preferem a segurança de um título do governo dos EUA, considerado um dos mais sólidos do mundo. A desvantagem é que, como qualquer investimento em renda fixa, o retorno tende a ser menor em comparação com outras alternativas de maior risco. 4. Criptomoedas e stablecoins Embora as criptomoedas, como o Bitcoin e o Ethereum, não sejam diretamente atreladas ao dólar, elas são negociadas globalmente e sua valorização pode ser influenciada pelas flutuações da moeda americana. Ademais, as stablecoins, como o USDT (Tether) ou o USDC (USD Coin), são criptomoedas que têm o valor atrelado ao dólar, ou seja, 1 stablecoin costuma ser igual a 1 dólar. Investir em stablecoins é uma maneira de ter uma exposição direta ao dólar sem precisar adquirir a moeda física. Elas são frequentemente usadas em exchanges de criptomoedas para facilitar a negociação entre ativos digitais e o dólar. As stablecoins também podem ser úteis para quem busca proteção contra a volatilidade das criptomoedas, já que seu valor é estável, assim como o dólar. Afinal, o que considerar ao escolher uma estratégia para investir em dólar? Investir em dólar pode ser uma excelente forma de diversificar seu portfólio e se proteger contra a volatilidade do mercado local. As opções para quem deseja se expor à moeda americana são variadas, desde fundos cambiais e ações de empresas americanas até títulos públicos, ETFs e criptomoedas. No entanto, cada tipo de investimento tem suas características, riscos e oportunidades. Por isso, é fundamental entender as diferentes formas de como investir em dólar e escolher aquelas que se alinham ao seu perfil de investidor e aos seus objetivos financeiros.

IPVA atrasado: o que acontece se você não pagar o imposto dentro do prazo?

O não pagamento dentro do prazo estabelecido pode acarretar em uma série de consequências legais e financeiras, que variam de multas a impedimentos para a circulação Foto: Freepik O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é uma obrigação fiscal anual para todos os proprietários de veículos no Brasil. O não pagamento dentro do prazo pode gerar sérias consequências legais e financeiras, como multas, juros e impedimentos para a circulação do veículo. O IPVA é um imposto estadual, cuja arrecadação é destinada a áreas como saúde, educação e infraestrutura. O pagamento deve ser feito até a data estabelecida, para evitar complicações. No entanto, muitos motoristas acabam não pagando o imposto, seja por esquecimento ou dificuldades financeiras. Confira as consequências do atraso no pagamento do IPVA. Multas e juros A principal consequência do atraso no pagamento do IPVA é a aplicação de multas e juros. Após o vencimento, a multa costuma ser de 0,33% por dia de atraso, com um limite de 20%. Além disso, os juros de mora são calculados com base na taxa Selic, que é ajustada periodicamente pelo Banco Central. Esses encargos aumentam o valor do imposto devido, tornando o pagamento ainda mais oneroso quanto maior o atraso. Impedimento de licenciamento Uma das consequências mais graves de não pagar o IPVA no prazo é a impossibilidade de licenciar o veículo. O licenciamento anual é obrigatório para todos os veículos no Brasil e, para realizá-lo, é necessário que todos os impostos e taxas, incluindo o IPVA, estejam quitados. Caso o IPVA não seja pago, o sistema do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) bloqueia o licenciamento, o que impede o motorista de obter o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), documento essencial para a circulação regular do veículo. Sem o CRLV, o veículo estará irregular, e o motorista corre o risco de ser autuado ou, em casos mais graves, ter o veículo apreendido. Aumento da dívida com o tempo O atraso no pagamento do IPVA pode resultar em um aumento considerável da dívida. Além da multa e dos juros, o débito pode ser inscrito na dívida ativa do estado, o que pode levar a complicações adicionais, como o protesto do nome do proprietário e a cobrança judicial. Com a inscrição na dívida ativa, o valor devido cresce devido aos encargos legais, o que pode incluir honorários e taxas de cobrança. Regularização do IPVA Atrasado Mesmo com as consequências negativas, é possível consultar o IPVA atrasado e regularizar a situação. Para isso, o motorista deve procurar o Detran ou a Secretaria da Fazenda do estado onde o veículo está registrado e efetuar o pagamento da dívida com os juros e multas correspondentes. Em alguns estados, é possível parcelar a dívida, facilitando o pagamento, mas isso também implica o acréscimo de encargos financeiros, resultando em um valor final maior. Mesmo assim, é preferível quitar a dívida o quanto antes para evitar complicações ainda maiores. O não pagamento do IPVA dentro do prazo pode acarretar consequências graves, como multas, juros, bloqueio do licenciamento e do seguro, além da inscrição na dívida ativa e possível execução fiscal. Portanto, é fundamental que os proprietários de veículos se atentem aos prazos para evitar complicações legais e financeiras. Caso o pagamento tenha sido esquecido, o recomendado é regularizar a situação o quanto antes, para minimizar os impactos e custos adicionais.

Portaria define as regras e cotas para a pesca da tainha em 2025

Os ministérios da Pesca e Aquicultura e o do Meio Ambiente e Mudança do Clima publicaram, nesta sexta (28), a portaria interministerial que estabelece o limite de captura, as cotas por modalidade e área de pesca da tainha para 2025, nas regiões Sul e Sudeste.